Vantagens da atuar com leads em um Call Center Ativo

22 de fevereiro de 2010 2 comments »

O modelo de leads captados via internet é uma das principais ramificações do webmarketing. Através da presença em diversos sites, seja via mecanismos de buscas, SEO, SEM, Banners, etc, empresas que prestam esse serviço captam clientes interessados em adquirir “algo” e os encaminham para quem vende esse “algo”.

Hoje gera-se leads dos mais diversos tipos, como leads de pessoas que querem um empréstimo, leads de pessoas que querem uma linha telefônica, leads de pessoas que querem um novo carro e até leads de pessoas que querem apenas freqüentar uma academia de ginástica!

O segmento de call center, em específico televendas, é um dos maiores beneficiados do modelo de leads. Com leads dá-se adeus a mailings, ligações improdutivas, estruturas gigantes, etc. Trabalhar com base de leads permite um considerável aumento nas conversões de vendas quando se comparado a mailings tradicionais.

Vamos aos números:

- Imaginemos um mailing que converte 1% em vendas – um ótimo número em se tratando de televendas ativo.

- Imaginemos uma operação com 50 Posições de Atendimento (PÁS) e que cada posição faça uma média de 100 ligações/dia.

- Assim, cada PA, com uma conversão de 1% no mailing, fará 99 ligações de não venda e 1 de venda. Em um dia as 50 PA’s farão 50 vendas.

Agora vamos imaginar uma base de leads onde se tenha 10% de conversão. Esse número é uma média real de conversão sobre base de leads, no segmento de Telecom, para televendas ativo.

- Uma PA que converte 10% de vendas e faz 100 ligações, realiza 10 vendas dia. Com apenas 5 PA’s consegue-se atingir o mesmo resultado de 50 vendas! E economiza-se 45 PAs! Isso sem contar em toda a economia de telefonia (liga-se para menos gente), economia de espaço, possibilidade de se trabalhar apenas com os melhores teleoperadores, equipe constantemente motivada, etc, etc.

Fantástico não?

Para os call centers que trabalham no modelo de remuneração variável é mais do que fantástico! Já quem trabalha com remuneração fixa por PA quer ver de longe o modelo de leads. Se antes estes ganhavam por 50 PA’s, agora passarão a ganhar por 5 apenas! O importante é que o cliente sai ganhando e obriga os players tradicionais do mercado a reverem seus conceitos e modelos de negócios.

Se sua empresa contrata serviços serviços de call center, pense nisso. Se sua empresa é um call center que trabalha com remuneração variável, entenda melhor o modelo de leads agora mesmo. Já se sua empresa é um call center que trabalha com remuneração fixa, sugiro começar a rever os conceitos….isso se já não for tarde demais.

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Remuneração por leads, evolução do webmarketing

9 de fevereiro de 2010 6 comments »

Lead é uma pessoa ou empresa pré-disposta a adquirir um serviço ou produto. No Brasil trabalha-se pouco na geração de leads via web, onde o anunciante paga apenas pelas indicações obtidas.

Você já ouviu falar em geração de leads? Se trabalha na área comercial ou de marketing é provável que já tenha ouvido – e se ainda não conhece o termo, certamente irá conhecer.

A Wikipédia define leads como a identificação de uma pessoa ou empresa que deseja adquirir um determinado produto ou serviço. É o primeiro passo do processo de vendas.

Mas vejam bem, o lead não é apenas uma análise de mercado onde se identifica um perfil de público-alvo e cria-se uma base de dados. Isso é mailing. Lead é uma pessoa ou empresa pré-disposta a adquirir um serviço ou produto.

Os leads podem ser gerados de diversas formas: telemarketing, mala direta, e-mail marketing, eventos e, mais recentemente, websites.

No Brasil existem raras empresas que trabalham na geração de leads via web. Nos EUA esse mercado é extremamente bem desenvolvido (lá chamado de referral) e na Europa está começando a amadurecer. As empresas que captam leads via web trabalham fortemente com marketing de busca e com programas de afiliados.

O melhor de tudo é que as empresas que geram leads via web atuam num modelo de “divisão de risco”, cobrando apenas por lead gerado. Todo o investimento em mídia, desenvolvimento de sites, sistemas, análises, é absorvido pelas empresas que geram os leads e seus clientes pagam apenas por lead enviado.

Ou seja, se a empresa não gerar nenhum lead, assume todo o custo de mídia e não recebe nada. E dessa forma é muito mais fácil convencer os clientes, pois não é necessário altas verbas de marketing, diversas aprovações, compra de espaços de mídia, etc. Quem fornece os leads cuida de tudo. É a evolução do webmarketing.

Mas há quem não goste desse modelo. Os leads são o terror das agências tradicionais pois grande parte do lucro destas vêm de campanhas que não são comprometidas com resultados. Quando se muda o modelo de marketing para a geração de leads não adianta mais ficar criando diversas peças publicitárias, filmes, anúncios etc se estes não gerarem retorno comercial. E é nessas criações que as agências tradicionais ganham muito dinheiro. Ganham até dos veículos de comunicação (BV).

Outro segmento que não pode ouvir falar em leads é o de televendas ativo. Quando se contrata um call center para um trabalho ativo de televendas, paga-se por posição contratada. Grandes empresas contratam centenas, às vezes milhares de posições (PAs) e os call center conseguem uma ótima margem de lucro. Com os leads não é mais necessário contratar 100 PAs. Com 10 PAs talvez se consiga entregar o mesmo resultado. E quem contrata economiza 90 PAs.

Por fim, o modelo de leads via web serve para praticamente todos os tipos de serviços e alguns tipos de produtos. E um lead não funciona apenas com operações de vendas. Um lead pode ser também um chamariz para uma negociação futura.

Um exemplo são leads de test-drive onde o interessado agenda um test-drive em algum veículo, é gerado o lead e apenas após o teste a negociação se inicia.

Nos EUA e na Europa vendem-se leads de todos os tipos. Desde os leads tradicionais como interessados em adquirir uma linha telefônica ou um empréstimo bancário até leads “diferentes” como interessados em fazer um implante capilar ou apenas em um programa de reeducação alimentar. Em alguns casos o índice de sucesso de vendas em cima de uma base de leads chega a 80%. Um retorno mais do que excelente.

Agora nos resta ver como o mercado nacional irá reagir a esse modelo. O modelo de leads tem tudo para dar certo também no Brasil, mas com certeza muitas agências grandes vão jogar contra. Vamos ver quem vencerá.

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Sua empresa trabalha com leads?

3 de fevereiro de 2010 Nenhum Comentário »

Olá pessoal! Hoje vou falar um pouco de uma nova modalidade de marketing que está surgindo no Brasil. Não é nenhuma novidade lá fora mas por aqui é. São os leads. Leads são clientes dispostos a comprar ou utilizar determinados produtos ou serviços que uma empresa oferece. Este potencial cliente é captado através de ferramentas de marketing online e são trabalhados pelas empresas que oferecem os produtos ou serviços divulgados.

Trabalhar com leads é vantajoso por diversos motivos.

- Reduz consideravelmente seu custo de venda pois você aborda clientes dispostos a comprar;

- Otimiza sua equipe comercial pois você passa a saber o potencial de seu mercado e quantas pessoas são necessárias para atendê-lo;

- Mantém sua equipe de vendas mais motivada pois está constantemente vendendo;

- Reduz operações de televendas pois com um número muito menor de PA’s consegue-se entregar o mesmo volume de vendas.

Mas como os leads são captados?

Através de estratégias de webmarketing que passam por marketing de busca, SEO (busca orgânica), e-mail marketing, hot-sites, banners, programa de afiliados, etc. Todas essas ferramentas funcionam em conjunto e garantem uma presença massiva na web para sua marca.

A conversão de um lead é diretamente proporcional ao produto ou serviço oferecido e, principalmente, a capacidade comercial de quem está oferecendo. Uma empresa que atenda os leads depois de 1 semana, não pode esperar bons retornos. Lead tem que ser trabalhado na hora. Em alguns casos a conversão de vendas chega aos 70%.

Muita gente costuma dizer que lead é mailing. Lead não é mailing! O lead capta um cliente já disposto a comprar algo, através de ferramentas de marketing na internet. O mailing apenas mostra o público-alvo de determinado produto e não identifica a disposição dos clientes em receber determinada oferta. É por isso que os leads têm se tornado “a menina dos olhos” de muitos call centers e grandes empresas.

E leads não servem só para vendas. Temos muitos bons exemplos de leads de test-drive automotivo por exemplo. Ou leads de downloads de softwares. Ou leads de interessados em responder uma pesquisa. E por aí vai.

Para quem quiser saber mais deixo aqui o site da minha empresa www.vendedoor.com.br e um email de contato: contato@vendedoor.com.br

Até a próxima e bons negócios!

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Venda pela internet é fonte de renda para cerca de 30 mil brasileiros

25 de janeiro de 2010 3 comments »

Fonte: Último Segundo

Aos 57 anos, a então dona de casa Adamaris Gallucci descobriu uma nova utilidade para o computador. Ela começou a vender brinquedos antigos no portal Mercado Livre no ano passado e voltou a trabalhar após 10 anos sem emprego. Com cerca de 40 itens comercializados por mês, Adamaris consegue um lucro líquido mensal entre R$ 1.000 e R$ 1.500. A vendedora faz parte de um grupo de cerca de 60 mil pessoas na América Latina que obtêm sua renda no Mercado Livre. A estimativa do portal é que metade desses empreendedores está no Brasil.

A quantidade de pessoas que declararam a comercialização no portal Mercado Livre como sua principal fonte de renda atingiu 38,8 mil em 2007, segundo levantamento feito pela ACNielsen. O portal já encomendou uma atualização da pesquisa e estima que o número de usuários que obtém renda no Mercado Livre acompanhou o crescimento da plataforma, afirma Helisson Lemos, diretor comercial e de marketing da companhia. O portal somou 40 milhões de usuários cadastrados no terceiro trimestre de 2009, uma expansão de 25% em um ano. Com esta taxa de crescimento, a estimativa é que cerca de 60 mil pessoas já vivam de comercializar produtos na plataforma.

“É possível viver da venda de produtos pelo Mercado Livre porque o portal democratiza o comércio on-line. Grandes empresários, pequenos e pessoas físicas brigam pelo mesmo público na plataforma”, diz Lemos.

Os dados são do Mercado Livre, mas eles refletem um movimento maior de popularização da internet no Brasil, que permite a geração de renda via e-commerce para pequenos empresários e pessoas físicas. Neste ano, o Brasil atingirá 15 milhões de conexões de banda larga e o comércio eletrônico crescerá cerca de 30%, segundo projeções de analistas do setor.

Antes de começar a vender no Mercado Livre, Adamaris usava a internet apenas para se comunicar com parentes pelo Orkut. Ex-vendedora de cosméticos, ela parou de trabalhar há dez anos por problemas de saúde e não conseguiu se recolocar no mercado de trabalho. A ideia de vender brinquedos no portal surgiu de uma de suas filhas, para ajudar a mãe a encontrar uma fonte de renda. Depois de iniciar o negócio, a rotina de

Adamaris mudou completamente: agora ela responde todas as manhas às perguntas enviadas pelos clientes e despacha os produtos à tarde nos Correios.

“De tanto ir e voltar dos Correios, já emagreci oito quilos desde que comecei a vender pela internet. Hoje me sinto mais útil. Sou outra pessoa”, diz Adamaris. Com o bom desempenho dos negócios, ela já solicitou seu cadastro como Micro Empreendedor Individual (MEI) para comercializar também produtos novos e aumentar sua escala de vendas.

Empreendedorismo

Além de uma fonte de renda, a venda pela internet também é o primeiro passo para a abertura de um negócio. Estima-se que 18% das pessoas que obtêm sua renda no Mercado Livre deixaram seus empregos para gerenciar a atividade. A empresária Priscila Tarsitano é uma delas.

Consultora de marketing, foi demitida durante a crise econômica e decidiu abrir seu próprio negócio. Criou a Tubarão Digital, empresa de venda de produtos eletroeletrônicos, e entrou no Mercado Livre em abril do ano passado. Menos de um ano depois, já alugou uma sala comercial e contratou duas funcionárias.

Hoje a companhia vende em média 115 itens por dia, com preço médio de R$ 12. Para este ano, a meta é contratar mais uma pessoa, abrir seu próprio site e atingir 300 produtos vendidos por dia. O noivo e sócio de Priscila também planeja deixar seu emprego de engenheiro de telecomunicações para se dedicar exclusivamente ao negócio. “O portal de vendas é uma boa ferramenta para quem começa um negócio. É mais fácil começar por lá do que por a cara para bater em um site novo”, diz Priscila.

Oportunidade de emprego

A popularização do e-commerce abre uma série de oportunidades de emprego no Brasil. Depois de conquistar um público de clientes cativos, muitos empreendedores do mercado digital iniciam as contratações para aumentar seu volume de vendas.

Atividades como responder e-mails de clientes, despachar os produtos pelos Correios, criar de anúncios virtuais e postar mensagens de divulgação em redes sociais como Twitter e Orkut estão entre as novas opções de emprego geradas pelo e-commerce.

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Internet ajuda a fechar 30% das compras de imóveis

22 de janeiro de 2010 4 comments »

Fonte: Ultimo Segundo

A internet tem se mostrado uma aliada cada vez mais presente na hora de se comprar a casa própria. Hoje, os negócios realizados com a ajuda do meio online correspondem, em média, a 30% de tudo que é vendido pelo setor.

Há três anos, a participação da internet não chegava a 10% dos contratos assinados. Para este ano, esse volume pode ultrapassar os 35%.

A legislação brasileira não permite que a compra de um imóvel seja realizada totalmente pela internet. No entanto, quase todo o processo pode ser feito de forma virtual, desde conhecer o projeto a até o envio de documentação.

O engenheiro civil Carlos Eduardo Paiva Reyes, 25 anos, economizou tempo ao buscar um imóvel pela internet. “Comecei com as pesquisas e utilizei o corretor online. Com esse auxílio, consegui todas as informações que precisava. Só conheci o empreendimento pessoalmente no dia em que assinei o contrato”, diz ele, que comprou um apartamento no bairro de Pirituba.

Reyes conta que estava há seis meses procurando um imóvel, mas não tinha tempo de ir aos plantões de venda. “Com a internet, não só vi as fotos como obtive todas as informações, valores e forma de pagamento pelo atendimento online. Também mandei meus documentos por e-mail. E a mesma pessoa que tirou as dúvidas pelo do site foi a que me atendeu pessoalmente, o que achei muito bom”, comenta.

O casal Alexandre Regi Lozei Moreira, 25 anos, e Thais Caes Molina, 21 anos, também preferiu a internet para encontrar e comprar um imóvel em Santo André. “Economizamos tempo e gasolina. Em um mês fechamos o negócio”, afirma. “Mas em sites em que não há informação e atendimento online, só me decepcionei no plantão de vendas porque não era o que queria”, completa.

Pensando em atingir o maior número possível de potenciais compradores, as construtoras e empresas de vendas investem cada vez mais na internet. No site da Living, braço de imóveis considerados econômicos da Cyrela, o mês de outubro de 2009 registrou a marca de 75 mil visitas, das quais 10 mil foram contatos por meio de chat com corretores. “Em um plantão não é possível atender tantas pessoas assim. Por isso queremos inovar cada vez mais nessa área e o próximo passo é permitir acesso ao conteúdo via celular”, explica Gilson Hochman, diretor de vendas da Cyrela.

O site da consultoria de imóveis Lopes registra cerca de 1,2 milhão de visitas por mês e até 4% se convertem em atendimento online. “A internet corresponde 35% a 40% de nossas vendas. Conseguimos atingir desde o público de produtos econômicos até o alto padrão com o site e corretores virtuais”, diz Adriana Sanches, gerente de marketing da empresa.

Para Marcelo Bigucci, diretor de marketing da construtora M. Bigucci, a internet também é um modo barato de divulgar os produtos e contatar os clientes. Ele acredita que o site atinja um volume maior de possíveis compradores do que as propagandas e material de divulgação. “Hoje, todo mundo tem acesso à internet”, diz. A empresa tem 15% de suas vendas realizadas por meio virtual.

O vice-presidente de mercado imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), o Odair Senra, afirma que o trabalho virtual também melhora o relacionamento entre consumidores e corretores. “Por muito tempo, a visão que se tinha era de que os corretores eram chatos, que ficavam ligando atrás de clientes desinteressados. Mas com a internet, quem procura é o cliente e não o profissional de vendas”.

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