Arquivo de agosto, 2009

Google Insights for Search – Uma poderosa ferramenta para suas campanhas de marketing

23 de agosto de 2009

Hoje vou falar sobre uma ferramenta muito útil fornecida gratuitamente pelo Google para entender o comportamento das pessoas que utilizam os mecanismos de buscas e como ela ajuda a direcionar campanhas de webmarketing. A ferramenta chama-se Google Insights for Search.

Através do Google Insights for Search é possível comparar tendências sazonais de buscas, suas distribuições geográficas e categoria de pesquisas específicas. Permite também que você veja a “crescente procura” global ou específica de uma determinada palavra ou termo, em um filtro que você tenha criado. Essa semana o Google anunciou melhorias na ferramenta e agora ela está disponível em 39 idiomas e contempla alguns novos recursos, como pode se visto no vídeo abaixo (em inglês):

Mas como o Google Insights for Search pode lhe ajudar em sua campanha de marketing de busca? Simples, ele consegue apontar o rumo que sua empresa deve seguir e os produtos/serviços/marcas que estão sendo mais buscados.

Vamos a alguns exemplos práticos. Suponhamos que sua empresa seja uma loja virtual de eletro-eletrônicos e você deseja fazer uma campanha de webmarketing utilizando os mecanismos de busca. No entanto sua dúvida é se o produto a ser divulgado nos anúncios será a TV LG ou a TV Samsung. Qual será que tem maior procura? A resposta é simples, basta consultar, veja:

LG-Samsung-Comparacao

LG-Samsung-Comparacao

Conclusão: A TV LG no Brasil, tem mais buscas que a TV Samsung numa proporção de 72X45 (veja o box vermelho número 1 na imagem que mostra a média de buscas no período)

Mas vamos supor que sua loja só entregue no estado de São Paulo e por isso sua campanha será direcionada apenas para esse estado. Será que a situação é a mesma? Resposta abaixo:

LG-Samsung-Comparacao-SP

LG-Samsung-Comparacao-SP

Conclusão: No estado de SP a TV LG continua sendo mais buscada que a TV Samsung, mas a proporção é mais equilibrada (65×42) que quando analisamos todo o Brasil (veja Box 2).

Esse é apenas um exemplo de como o Google pode lhe ajudar a identificar os melhores caminhos para suas campanhas de mídia online e onde investir os maiores recursos. Além dos recursos mostrados acima, ela ainda possui muitos outros extremamente úteis que só mesmo a utilizando para conhecer. Não perca tempo e comece a utilizá-la já!

Bing continua crescendo no mercado norte-americano

20 de agosto de 2009

Se você não é muito familiarizado com o mundo da Internet talvez nunca tenha ouvido falar no Bing. Mas pode ter certeza que ainda vai ouvir falar muito. O Bing é a ferramenta de buscas da Microsoft, lançado no começo de junho, que vem crescendo mês a mês no mercado americano.

 

Home-Bing

 

Segundo dados recentes da consultoria americana comScore, a ferramenta da Microsoft obteve 8,9% das buscas feitas na internet nos Estados Unidos, em julho, desempenho 0,5% melhor que em junho. O líder Google e o Yahoo!, segundo e terceiro colocado respectivamente no segmento, perderam 0,3%, para 64,7% e 19,3%. Os americanos efetuaram mais de 13,5 bilhões de pesquisas em mecanismos de buscas no mês de julho.

 

Participacao-Mecanismos-Busca

 

No final do mês passado, a Microsoft e o Yahoo! assinaram um acordo de cooperação na área de publicidade vinculada a buscas online, com o Bing equipando buscas nos sites de ambas as empresas e o Yahoo! cuidando das vendas de anúncios.

O crescimento do Bing também pode provocar uma mudança no mercado de SEO (as buscas grátis). As técnicas que valem para o Google será que valem para o Bing? Só os especialistas poderão responder.

Mas não pensem que o Google está olhando a esse movimento sem fazer nada. O gigante já está se mexendo para não ficar para trás. Não podemos nos esquecer que mais de 95% das receitas do Google vêm dos links patrocinados e qualquer mudança nesse mercado pode ter forte impacto nos resultados da empresa. Recentemente o Google anunciou que está testando uma nova tecnologia de buscas que irá proporcionar mais velocidade, precisão e relevância nos resultados. Tudo para cativar e entregar uma melhor experiência para o usuário.

E sua empresa? Já está aparecendo no Bing ou por enquanto só no Google?

Vale a pena fazer campanhas de webmarketing na rede de conteúdo do Google ?

20 de agosto de 2009

Vc conhece, utiliza, ou ao menos já ouviu falar no Google AdWords, certo? E a rede de conteúdo do Google, vc conhece? Se sua empresa explora o AdWords muito provavelmente vc também está na Rede de Conteúdo, mesmo que não saiba disso. A Rede de Conteúdo são aqueles anúncios escritos “Anúncios Google” ou “Ads By Google” que aparecem em sites diversos como sites de notícias e blogs. Esses anúncios podem aparecer em milhares de sites que fazem parceria com o Google para exibi-los e podem estar dispostos em diversas partes do site – no meio, do lado direito, abaixo, etc. A Rede de Conteúdo vem automaticamente selecionada ao se criar uma nova campanha no AdWords e isso faz com que muitos anunciantes participem dela sem perceber. Quem não deseja participar da rede precisa desabilitar a opção dentro da configuração da campanha.

Abaixo dois exemplos bem distintos dos tipos de sites que exibem anúncios de rede de conteúdo Google.

Nafaixa.net - Site de downloads de jogos e programas grátis

Nafaixa.net - Site de downloads de jogos e programas grátis

Portal de esportes do jornal “O Estado de São Paulo”

Portal de esportes do jornal “O Estado de São Paulo”

Como é percebível a Rede de Conteúdo nada mais é do que um anúncio numa página web, similar a um anúncio numa página de revista. A cobrança dos anúncios nesta modalidade também é feita por cliques, similar a Rede de Pesquisa. Quando esse tipo de anúncio foi criado pelo Google a cobrança era por CPM (custo por mil impressões) mas esse modelo não era atrativo aos anunciantes. Mudou-se para o modelo de CPC (por clique) há cerca de 2 anos.

A grande diferença dos anúncios de conteúdo em relação a outros tipos de anúncios na web é que com base nas palavras-chaves de sua campanha AdWords o Google define em quais sites seu anúncio irá aparecer.Vamos supor que sua empresa venda artigos esportivos e tenha na campanha palavras-chave como “camisa de futebol” ou “bola de vôlei”. Provavelmente seus anúncios serão exibidos em sites de notícias esportivas, blogs de esportes, etc, onde os textos das páginas possuam essas palavras.

Coloco então a pergunta: Vale a pena estar presente nesse tipo de mídia?

Vamos responder às perguntas mostrando quais suas vantagens e desvantagens de utilizar a Rede.

Vantagens:

- Seu anuncio aparece em sites que tenham relação com seu produto (segmentação)

- Sua empresa pode escolher em quais sites aparecer

- Seu anúncio aparecerá milhares de vezes ao dia e vc só pagará se alguém clicá-lo

- Se seu produto não é conhecido e as pessoas não buscam por ele no Google, elas passarão a conhecê-lo através dos anúncios

- Os anúncios atingem um cliente que não está buscando seu produto mas se sente impactado e pode se interessar

- Sua empresa pode utilizar formas diferentes de anúncios como banners, anúncios em flash e em vídeo por exemplo, ao invés apenas de simples anúncios de textos (apenas alguns sites permitem isso)

- Segundo o Google se os dados demonstrarem que um clique de uma página da Rede do Google tem menos probabilidade de gerar resultados comerciais sobre os quais é possível atuar o lance desse site é automaticamente reduzido

- Sua empresa pode indicar alguns sites onde ela não quer que os anúncios apareçam (sites de concorrentes por exemplo)

Desvantagens:

- Por melhor que seja sua campanha seu anúncio vai acabar aparecendo em sites que não tenham relação com seu produto

- Seu anúncio terá milhares de impressões por dia e poucos cliques, o que atrapalha a gestão da campanha (percentuais muito pequenos para análises)

- Muitas vezes o cliente clica no anúncio por impulso e acaba não efetuando uma compra ou algo do tipo

- Sua empresa pode aparecer em sites concorrentes se vc não os excluiu da campanha

- Sua empresa pode aparecer em sites que estejam falando mal de seu produto se vc não tiver usado as palavras negativas corretamente

- Muitas vezes os cliques na Rede de Conteúdo são mais caros que na pesquisa (existem menos espaços nos sites então os valores sobem pois só alguns podem aparecer – diferente da rede de pesquisa onde existem várias posições para seu anuncio aparecer)

- Muitos sites que exibem os anúncios não possuem a devida qualidade e utilizam esses anúncios como formas de ganhar dinheiro. Algumas vezes inclusive clicam nos anúncios apenas para receberem uma parte do valor por vc pago (claro que isso não é a regra e a maioria dos sites é sério)

- Alguns sites usam o serviço oferecido pela Google de forma “intuitiva” ao clique, ou seja, eles tentam “seduzir” ou mesmo “enganar” o usuário misturando anúncios ao conteúdo, o que acaba gerando o clique ilusório ou até mesmo não intencional em alguns casos.

Volto então com a pergunta: Vale a pena estar presente nesse tipo de mídia?

A resposta: Analise o objetivo de sua campanha e a oferta que sua empresa tem para o mercado e defina a melhor estratégia.

1) Se sua empresa tem um produto conhecido, uma marca forte ou presta um serviço que tem bastante procura, a Rede de Conteúdo não vai lhe ajudar e vai apenas levar parte de seu orçamento. Para este caso use a Rede de Pesquisa e mais nada.

2) Se sua empresa tem um produto novo, pouco conhecido e que não há grande volume de busca natural, aí sim vc tem que estar na Rede de Conteúdo. Se ninguém procura por seu produto/empresa não adianta aparecer apenas na Rede de Pesquisa pois não haverá ninguém pesquisando.

3) Se sua empresa tem uma marca estabelecida, produtos ou serviços que tem procura, mas está lançando um novo produto/serviço no mercado, utilize as duas redes. Quem já conhece sua empresa e produtos passará a conhecer também seu lançamento.

4) Se sua empresa oferece um produto ou serviço específico ou algo muito técnico, utilize as duas redes. Estar só na Rede de Pesquisa pode gerar pouca procura por isso use também a Rede de Conteúdo, sendo bastante criterioso nas palavras chaves e aparecendo apenas em sites realmente relevantes.

5) Se sua empresa trabalha com produtos de alto valor e que tem na web um forte aliado, vale a pena estar nas duas redes. Um exemplo são as construtoras. Um apartamento vendido paga a campanha do ano todo. E anúncios de imóveis têm tudo a ver com quem está num site de crédito imobiliário ou de decoração por exemplo.

6) Se sua empresa trabalha com venda de impacto esteja na Rede de Conteúdo. Suponha que vc tem uma nova promoção. Se vc estiver apenas na Rede de Pesquisa seus potencias clientes não saberão disso pois não pesquisarão o assunto. Já na Rede de Conteúdo eles têm acesso às ofertas. Exemplo: Tenho uma loja virtual de tênis e estou com uma promoção de 40% de desconto no modelo X. Meu anúncio seria: “Tênis X com 40% de desconto, apenas essa semana”. Se eu estiver apenas na Rede de Pesquisa irei atingir apenas aqueles que já estão dispostos a comprar e procuraram pelo produto. Estando na Rede de Conteúdo atinjo aqueles que não estão dispostos mas com a promoção acabam se interessando e podem se tornar dispostos a compra.

E por fim,

7) Se sua empresa deseja exposição de marca e não está preocupada com o retorno da campanha, a Rede de Conteúdo é caminho obrigatório.

Em resumo, identifique (ou defina) o objetivo de sua campanha, a verba que sua empresa dispõe e o tipo de produto e serviço que vc está oferecendo ao mercado e decida qual a melhor opção. Veja também se sua campanha de AdWords já não está usando a Rede de Conteúdo mesmo sem vc saber. Mas faça tudo isso rápido pois em Internet tudo muda todos os dias e amanhã essas dicas podem já não valer mais…

Vendas pela internet crescem 27% no primeiro semestre de 2009 segundo pesquisa do E-Bit.

19 de agosto de 2009

O comércio eletrônico brasileiro atingiu faturamento de R$ 4,8 bilhões no primeiro semestre deste ano segundo pesquisa da consultoria e-bit divulgada ontem (18/08). O valor representa uma alta de 27% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o setor faturou R$ 3,8 bilhões,

De acordo com a consultoria a principal diferença do primeiro semestre deste ano para o igual período de 2008 está no valor médio das compras, que subiu 5%, para R$ 323,00. A consultoria afirma que esse fato ocorreu porque os consumidores on-line começaram a adquirir produtos de maior valor, como eletrodomésticos (por causa da redução do Imposto sobre Produto Industrializado – IPI), e produtos de informática.

Os dados divulgados mostram ainda que 15,2 milhões de consumidores brasileiros já fizeram ao menos uma compra pela internet, com crescimento de 32% em relação ao ano passado. Os números não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais. Até o final deste ano, a projeção da e-bit é que 17 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet.

Entre os motivos do aumento no faturamento do e-commerce nacional estão a entrada de duas empresas no comércio eletrônico recentemente: o Wal-Mart, em outubro de 2008, e a Casas Bahia, em fevereiro deste ano.

Em relação aos produtos mais vendidos, os livros, revistas e jornais continuam liderando as vendas virtuais, seguidos de produtos de saúde e beleza, e informática. A linha branca (eletrodomésticos) ficou com a quarta posição no ranking, com participação de 9% no faturamento (eram 6% no primeiro semestre do ano passado).

O relatório revela que a participação das grandes empresas no market-share do varejo virtual caiu 5,5 pontos percentuais, ao passo que as pequenas e médias empresas cresceram 1,6 ponto percentual. Segundo o estudo, uma das razões dessa descentralização são as informações disponíveis de lojas e produtos em sites de busca e comparação de preços que tornam a informação mais acessível ao internauta.

Complementando as informações analisei no Alexa (o Ibope da Internet) os dados dos 100 sites mais acessados do Brasil e percebi que algumas coisas parecem que realmente estão mudando.

A Americanas.com aparece na 26ª posição entre os sites mais acessados do Brasil mas seu tráfego dos últimos 3 meses apresenta queda tanto na visão por visitas (-4,4%) quanto na visão por Page-views (-7,7%).

O Submarino é o 29º site mais acessado do Brasil e seu tráfego nos últimos 3 meses apresentou crescimento de visitas (+6,1%) e de Page-views (+11,9%).

Na 87ª posição aparece o site da Livraria Saraiva. Nos 3 últimos meses a Saraiva apresentou queda de 17% no número de visitas e de 13,4% no número de Page-views.

Posição de destaque merece a NetShoes. A loja virtual de artigos esportivos teve crescimento nos últimos 3 meses de 19,5% nas visitas e de 24,5% nos page-views. Ótimos números e reflexo das fortes campanhas de mídia online e offline que a loja vem fazendo.

Alguns outros sites importantes relacionados a e-commerce: Casas Bahia (124ª posição dentre os mais acessados do Brasil e 25,6% de crescimento no número de visitas), Wal-Mart (169ª posição e 33,6% de crescimento no número de visitas). Precisamos lembrar que esses sites/lojas foram “relançados” há pouco tempo com foco de vendas e assim provavelmente muito em breve estarão entre os “Top 50”. Qual será o maior? Difícil prever. Façam suas apostas.

Audiência do YouTube cresce 19% em três meses no Brasil – sua empresa o está utilizando?

18 de agosto de 2009

Segundo o relatório mais recente do Ibope Nielsen Online, 21,2 milhões de internautas brasileiros acessaram o YouTube  em casa ou no trabalho no mês de julho. A audiência do site de vídeos cresceu 19,1% em relação aos 17,8 milhões de visitantes únicos registrados em maio deste ano, quando o Ibope começou a medir o acesso também em empresas e não só em residências.

Segundo o Ibope o YouTube predomina na categoria Vídeos e Filmes com mais de 89% de participação dentre os sites similares na internet brasileira. O relatório informa ainda que o Brasil continua registrando a maior participação de internautas no YouTube em relação a todos os países analisados pelo Ibope.

Com essa enorme audiência coloco uma pergunta: Sua empresa está utilizando o YouTube como ferramenta de mídia online?

Fiz um teste com 3 tipos de produtos e serviços que costumam bombardear a mídia televisa no horário nobre para ver como eles exploram o site de vídeos mais acessado do Brasil. Analisei os mercados de Cartão de Crédito, Varejo de Eletrodomésticos e Telefonia Celular.

1) Cartão de crédito: Digitei exatamente assim e pedi para ordenar por relevância, ou seja, me mostrar os vídeos que tenham mais a ver com o que estou buscando, independente de sua data. Além dos inúmeros anúncios de AdSense que apareceram e que não contam para minha análise, o vídeo de maior relevância foi esse abaixo:

 

Um video de 2007 (!?!) com uma matéria jornalística falando que o volume de transações com cartão está aumentando.

Na 1ª página da busca Não aparece nenhum, repito, nenhum vídeo de uma administradora de cartão falando dos benefícios de seu produto ou algo assim. Nada explicando como funciona o cartão, as vantagens do cartão “A” sobre seus concorrentes, o número do televendas para solicitar um cartão, nada. O curioso é que aparecem vários vídeos de cartões baseados em marketing multinível e até vídeos ensinando a clonar cartões de crédito.

2) Varejo de Eletrodomésticos: Digitei “Geladeira Brastemp”. Aqui o cenário da 1a página foi um pouco melhor. Dentre os vídeos mais relevantes exibidos na 1ª página existem alguns vídeos dos usuários “CasasBahia” e “MagazineLuizaCom” o que me pareceu que talvez o varejo esteja sabendo usar melhor o YouTube. A maioria dos demais vídeos são de propagandas antigas para os saudosistas. Engraçadíssimo é que tem muitos vídeos mostrando apenas um eletrodoméstico funcionando e mais nada (quem tem interesse em ficar olhando uma máquina lavar roupa?). Após olhar por algum tempo e ver que uma máquina lava a roupa igual a qualquer outra fui analisar os usuários que citei acima.

Primeiro cliquei no usuário “CasasBahia”. Vejam o vídeo que recebe o maior destaque:

 

Perceberam algo? É um vídeo do dia dos namorados! E dia dos namorados é em junho, sendo que estamos em agosto! Tirando esse (grande) deslize, existem vários vídeos “vendedores” e aparentemente criados para web com ofertas dos produtos por eles vendidos. Senti falta de uma chamada mais forte ao final dos vídeos, algo como “acesse nosso site e compre já”, etc. Mas olhando no contexto geral eles estão melhor posicionados que muitos outros players desse mercado.

Agora vou ser justo e elogiar o usuário “MagazineLuizaCom” . O 1º vídeo que aparece é um vídeo institucional, tipo uma “boas vindas” a página, o que a meu ver faz todo o sentido.

 

Além deste vídeo a página dispõe de vários vídeos interessantes, com foco em vendas e feitos especificamente para web, além de dispor de informações claras e precisas. Parabéns ao Magazine Luíza. Me surpreendeu.

3) Telefonia Celular: Digitei “Plano de celular”. Na 1ª página de resultados encontrei uma boa surpresa: o usuário “TIM”. Claro que nada é perfeito e o vídeo em destaque é  esse:

 

O dia dos pais já passou, certo? Não passou faz tanto tempo quanto o dia dos namorados das Casas Bahia mas é passado da mesma forma. Tirando isso a página TIM é agradável e explora a maioria dos planos da operadora.

Decepção para as demais operadoras de celular. Na 1ª página nada de Vivo, Claro, Nextel ou Oi. Será que essas operadoras não se importam em desprezar essa audiência mensal de 21 milhões de pessoas? Parece que não.

O resumo geral que faço é que poucas empresas estão explorando o YouTube da maneira correta. O YouTube é uma ferramenta democrática que permite que qualquer um coloque seus vídeos na web. Possui uma audiência muito considerável e permite muito mais interatividade que uma mídia televisiva. Tudo isso com baixíssimo custo – basta ter uma câmera digital ou webcam para fazer um filme. Se o YouTube é capaz de gerar resultados efetivos de vendas não posso afirmar. Mas quem não o explora nunca irá saber essa resposta.