Arquivo de agosto, 2009

WebMarketing para pequenas empresas é possível e fácil!

17 de agosto de 2009

Se vc é o proprietário de uma pequena empresa e acha que anunciar ou vender na Internet é “coisa de gente grande” vou tentar mostrar nesse artigo que a coisa não é tão complicada assim. Se até alguns anos atrás os pequenos anunciantes tinham que usar muita criatividade para conseguir vender seus produtos e serviços online já que os meios de comunicação online ficavam restritos a campanhas de banners em grandes portais, hoje a situação é bem diferente.

Apesar dos grandes anunciantes ainda terem certa vantagem na mídia online pois possuem verbas mais “elásticas”, já existem diversas formas das pequenas empresas utilizarem várias ferramentas de baixo custo e ótima funcionalidade para divulgar e vender seus produtos ou serviços online. Vamos falar sobre algumas delas e mostrar como é simples para qualquer empresa ter sucesso no mundo do marketing digital.

1) Registro de domínio: Foi-se o tempo onde bastava registrar um domínio numa hospedagem grátis. Utilizar um subdomínio ou domínios “grátis” como o geocities ou o sites.uol não são a melhor forma de marcar presença online. Um registro de domínio no Brasil custa apenas R$30,00. Por ano! Ou seja, qualquer empresa pode bancar e passar a atuar na web de verdade.

2) Desenvolvimento de site: Sem um site no mínimo razoável toda sua estratégia de webmarketing vai por água abaixo. Existem hoje diversos programas que permitem que qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento em web desenvolva um site de boa qualidade. É possível achar na web diversos templates (modelos) de sites, baixá-los e customizá-los facilmente. Mesmo os gerenciadores de blogs como o WordPress e o Joomla permitem que se faça sites comerciais com uma boa qualidade. Outra opção é contratar os serviços de um webdesigner. Com uma verba inferior a R$1.000,00 consegue-se fazer um site excelente (claro que dependendo do número de páginas e dos recursos necessários o custo pode subir).

3) Hospedagem: Outro ponto que atualmente é super simples de gerenciar. Com cerca de R$20,00 por mês é possível hospedar seu site com segurança, em servidores velozes e que raramente apresentam problemas. Além disso esses pacotes de hospedagem geralmente incluem bancos de dados, onde é possível manter um cadastro de seus clientes e posteriormente fazer ações de relacionamento virtual com eles.

4) Gerar tráfego no site: De nada adianta ter um domínio próprio, um belo site, uma boa hospedagem, se ninguém acessa seu site. E para gerar tráfego de qualidade a baixo custo não conheço nada melhor que o Google AdWords. Com ele é possível anunciar por um valor pré-definido à sua escolha e pagar apenas quando o anúncio for clicado. Não existe custo de criação e produção de peças e vc ainda tem diversas ferramentas de administração dos anúncios. É possível também parametrizar a campanha apenas para os dias e horários que vc desejar. E o melhor de tudo: não existe valor mínimo de investimento e criando sua campanha num dia, no dia seguinte seu site já está aparecendo com destaque no Google. Outra forma de geração de tráfego no seu site é utilizar-se do recurso do e-mail marketing. O e-mail marketing é uma ferramenta simples, de baixo custo e fácil de implementar. Mas veja bem, uma campanha de e-mail marketing tem que ser bem feita para atingir realmente o público potencial de seu produto / serviço. Segmentação de base é o mais importante. Veja o que vc vai oferecer via e-mail e para quem. Não ofereça qualquer coisa para qualquer um.

5) Formas de contato com o cliente: Se sua empresa está marcando presença online é obrigatório que exista um bom atendimento ao cliente. Se já foi gasto tempo e verba para trazer o cliente até seu site, é necessário que ele consiga se comunicar facilmente com vc. Sei que as empresas pequenas nem sempre dispõem de serviços avançadas de telefonia ou mesmo de mais de uma linha telefônica. Mas isso não é problema. O Skype é uma boa alternativa para essa questão. Com ele é possível ter um número telefônico local, com custo super reduzido e boa qualidade de ligação. Outra solução é o chamado “clique e fale” onde através de um único clique o cliente é colocado em contato com sua empresa. Por fim existem soluções mais “caseiras” como o atendimento via MSN por exemplo. O que importa é que todas são soluções que funcionam e tem custos altamente acessíveis.

6) Mensuração de resultados: Saber o que acontece com seu site é fundamental para a melhoria dos processos e dos resultados. Quantos visitantes passaram pelo site? De onde eles vieram? Para onde foram? Por onde navegaram? Essas respostas permitem correções de rota e consequente melhores resultados. E como conseguir tudo isso? A resposta se chama Google Analytics. Uma ferramenta fácil de implementar, que lhe dá todas as informações necessárias sobre seu site e pode ser acessado de qualquer computador. E como não podia deixar de ser: grátis.

Com esses 6 tópicos é possível para qualquer empresa, micro, pequena, média ou grande, ter uma presença satisfatória na internet e colher bons resultados. A internet permite que sua empresa cresça, conquiste novos consumidores, explore novos mercados, conheça melhor seus clientes e esteja em igualdade de competição com empresas de outros portes. Quem ainda não explora o mundo digital precisa correr e recuperar o tempo perdido. Ainda dá tempo, basta querer.

Como fazer uma campanha de e-mail marketing que tenha bons resultados

15 de agosto de 2009

Provavelmente vc deve ter suas dúvidas em relação a eficiência de campanhas de e-mail marketing. Sempre que alguém ou alguma empresa lhe sugere fazer esse tipo de campanha vc fica receoso, acha que não vai funcionar, acha que será um tiro no pé. No entanto essa visão é um pouco míope (e eu compartilhava dela até me aprofundar no assunto) pois ao pensar em e-mail marketing já lembramos na hora de SPAM. E e-mail marketing não tem nada a ver com SPAM.

Um estudo da Forrester Research – empresa americana de pesquisas que é uma das mais reconhecidas do mundo – identificou que o custo por pedido via e-mail marketing é o mais baixo quando comparado a outros recursos de webmarketing. Foi apontado no mercado americano de e-commerce, o custo por pedido do e-mail marketing é em média de $6,85. O custo do pedido via marketing de afiliação é de $12,27 e o custo por pedido via busca paga é de $19,32. Um custo por pedido menor gera um maior retorno de investimento o que incentiva as empresas a utilizarem mais essa ferramenta.

Importante dizer que o estudo foi feito com empresas que utilizam corretamente o e-mail marketing e não com aquelas que saem disparando e-mails sem nenhum critério.

Mas como utilizar corretamente a ferramenta de e-mail marketing e obter os melhores retornos? Uma técnica fundamental que se deve utilizar nas campanhas de e-mail é a Segmentação de base. Quem sabe segmentar corretamente sua base de clientes (ou prospects) com certeza obtém retorno muito superior do que os não o sabem. Vamos a algumas formas de segmentação que devem ser seguidas:

Segmentação demográfica básica: Aqui entram os dados básicos como idade e sexo. Esta é a primeira segmentação que deve obrigatoriamente ser feita. Quem não a faz corre o risco de oferecer esmaltes de unhas para homens de 60 anos. Ou estojos de ferramentas para jovens meninas de 18 anos.

Segmentação geográfica: Nada mais é que a região onde aquele potencial cliente está. Pense assim, sua empresa é fabricante de produtos para piscina. Vale a pena mandar um e-mail marketing em julho (inverno) para os clientes que estão em Porto Alegre? Com certeza o retorno vai ser próximo de nulo.

Segmentação sócio-econômica: Essa é a segmentação que analisa o poder de compra do cliente. Existem ferramentas que com base na idade, na região de moradia, no estado civil, etc, estimam o poder de compra de uma pessoa. Se sua base tiver outros dados como se mora em casa própria ou alugada, se têm filhos, etc, fica ainda mais fácil essa segmentação. Por que ela é importante? Imagine que vc venda jóias. Não é todo mundo que tem poder aquisitivo para comprá-las, certo? Vale a pena mandar e-mail para todos?

Segmentação por atividade de consumo: Essa com certeza é a mais importante de todas. É o estudo das compras efetuadas pelos clientes e seus hábitos e gostos. Vamos imaginar que um cliente seu comprou uma nova máquina fotográfica digital, com diversos recursos, de última geração. Passados 15 dias vc recebe um lote de estojos próprios para aquele tipo de máquina. Não preciso nem dizer que uma ação de e-mail nessa base de compradores terá um ótimo retorno. Outro exemplo diz respeito a produtos de consumo. Suponha que vc venda um produto limpeza e tem um cliente que a cada 3 meses efetua uma compra. Por que não enviar um e-mail próximo aos três meses oferecendo a recompra do produto junto com mais algum produto agregado numa “oferta especial”? A chance de aumentar o ticket médio da compra cresce muito.

Por fim tome cuidado ao fazer uma ação de e-mail marketing para que ela não seja considerada SPAM. Selecione bem sua base e se possível envie apenas para aqueles que aceitaram receber comunicados (opt-in). Se vc acertar na ação, a chance dos e-mails que vc enviou serem abertos é bem maior. Se vc envia para qualquer um a chance desse e-mail ser clicado como SPAM é grande. Muitos provedores de email hoje analisam se o email foi aberto ou não e se foi indicado como SPAM ou não. Dependendo do que ocorrer esses provedores podem automaticamente enviar seu email para a pasta de lixo eletrônico e tudo vai por água abaixo. E basta olhar em nossa caixa de lixo eletrônico para perceber que isso realmente acontece com muita freqüência.

O recado final que deixo é: entenda sua base e seu consumidor. Uma ação bem feita tem grande chance de sucesso, com menor custo por pedido e maior retorno de investimento. E definitivamente não poderá ser classificada como SPAM.

Busca Paga (SEM) ou Busca Natural (SEO) – O que vale mais a pena?

14 de agosto de 2009

Foi divulgado ontem pela Engine Ready - empresa americana de consultoria em webmarketing –um estudo muito interessante sobre busca natural e busca paga. Para quem não conhece os termos, busca natural é quando seu site aparece nas 1as posições de mecanismos de busca (ex: Google) sem sua empresa ter que pagar nada por isso. Busca paga é quando sua empresa anuncia nos mecanismos de busca (via Google AdWords por exemplo) e aparece nas 1as posições (os chamados links patrocinados).

O estudo foi baseado na análise de 20,8 milhões de visitas e 108 milhões de page-views feitos a 26 grandes sites de e-commerce norte americanos, no período de 1 de julho de 2008 a 30 de junho de 2009.

Segundo o estudo, visitantes que chegam a uma loja virtual a partir de buscas pagas têm 50% mais chances de efetuar uma compra do que os que chegam via busca natural. A taxa de conversão da busca paga no período do estudo foi de 2,03% versus 1,26% da busca grátis. Segundo a empresa isso pode ser reflexo da busca paga utilizar termos mais específicos e direcionados a vendas, enquanto a busca gratis acaba atingindo todo tipo de internauta, inclusive aqueles que chegaram ao site “por engano”.

Outro dado muito interessante é que a taxa de conversão de quem chegou ao site digitando a URL diretamente ou via algum bookmark foi de 7,38%. Não é de se estranhar esse dado afinal quem vai diretamente a loja já sabe que lá vai encontrar o que precisa. Consumidores que chegaram a partir de outros sites de referência ou via e-mail tiveram taxa de conversão de 6,58%. A conversão geral  foi de 3,6%.

O estudo também descobriu que:

  • Os visitantes oriundos de busca paga compram mais. O ticket médio destes foi $117.06 versus $109.27 dos que vieram via sites de referência, $106.64 dos que vieram via busca grátis e $95.29 dos que vieram via bookmark ou entraram direto no site.
  • O ticket médio geral no estudo foi de $104.21, 31.7% menor que o estudo anterior feito pela empresa, entre 2005 e 2007. A crise mundial foi eleita como a grande vilã dessa queda.
  • O tempo médio de visita cresceu 5.8% do estudo anterior para esse. Os internautas que entram diretamente no site são os que mais navegam com 5 min e 8 seg na média.
  • A media de páginas visitadas foi de 5,2 por visita, crescimento de 15.6% em relação ao estudo anterior. Mais uma vez os que entram direto no site se destacam com média de 6,2 páginas por visita.
  • O tempo médio de navegação por página caiu 9%, ficando em 53 seg. Isso pode ser um sinal de que as lojas estão se desenvolvendo e a informação está sendo passada com mais clareza e mais diretamente. Os visitantes oriundos da busca paga são os que mais tempo ficam nas páginas, com média de 66 seg.
  • 43.9% dos visitantes sai da loja após ver apenas 1 página. A busca natural é a que gera o maior índice de rejeição com 48,5% saindo sem navegar na loja. O acesso direto apresentou o melhor índice com 39.2%.
  • Os acessos diretos ficaram com o maior share de origem de acessos. Em cada 100 acessos, 40 foram direto via url, 28 foram via sites de referência, 20 via busca paga e 12 via busca natural.

Em resumo, os dados são muito interessantes para quem trabalha com e-commerce. Apesar dos dados serem do mercado americano não acho que no mercado brasileiro haja muita mudança. Conhecer o comportamento de compra, direcionar esforços e recursos, são lições básicas de qualquer negócio, seja online ou não.

A única dúvida que fica é quanto uma origem de tráfego “rouba” de share de outra. Se a loja não fizesse busca paga, como as outras origem se comportariam? Como o consumidor se comportaria? E se não aparecesse bem rankeada na busca grátis, o que ocorreria?

Bom, fica aí uma dica para o próximo estudo.

Flamengo lança projeto de relacionamento com torcida via web

13 de agosto de 2009

Quem disse que não existe webmarketing esportivo?

O Flamengo lançou segunda-feira (12/08) o projeto Cidadão Rubro-Negro. Trata-se de um programa de relacionamento que visa integração e interação do clube com seus torcedores pela internet. O programa trará para os torcedores um pacote de benefícios e prêmios exclusivos, aos quais só os integrantes terão acesso.

O clube criou um portal ( www.cidadaorubronegro.com.br )  onde seus torcedores poderão se conhecer, trocar experiências e unir opiniões. Já está sendo chamado de Orkut Rubro-Negro. Ao criar seu perfil e ingressar na rede o torcedor poderá falar sobre o time da Gávea, quem são seus ídolos, jogos que mais marcaram suas lembranças e muito mais.

O projeto será lançado em duas etapas. A primeira envolve a campanha Imperador Por um Dia. Os torcedores iniciam um cadastro e já começam a participar desse concurso que ao final vai dar viagens ao Rio de Janeiro, com direito a ficar hospedado no mesmo hotel do time profissional, almoçar com a equipe, assistir ao jogo Flamengo x Sport ao lado de um craque da história Rubro-Negra, ir ao vestiário ao final da partida e participar da coletiva de imprensa. Os ganhadores vão ainda jantar com o atacante Adriano.

A segunda etapa do programa, a partir de 7 de setembro, coloca no ar a rede de relacionamento e benefícios com todas as opções de interatividade, acesso a produtos, prêmios e outras promoções. Nela o usuário receberá um login e uma senha e deverá escolher uma das três categorias disponíveis para finalizar seu cadastro. A categoria Bronze é grátis. Já as categorias Prata e Ouro são pagas (R$8,00/mês e R$12,00/mês) e oferecem vantagens exclusivas e troca de pontos por prêmios.

Trata-se sem dúvida de um projeto inovador e que tem tudo para dar certo. A maioria dos projetos “sócio-torcedor” que existem são meramente ligados aos jogos do clube. O de maior sucesso é o do Internacional/RS que conta com mais de 100.000 associados. O Flamengo com esse projeto extrapola os limites do campo e passa a se relacionar com sua torcida via internet. Terá assim acesso a uma imensa base de dados de torcedores, perfil, hábitos de uso e consumo, etc. Não só as mensalidades mas o projeto poderá ser ainda mais rentabilizado com ações de marketing direto por exemplo. Imaginem o lançamento de uma nova camisa do clube sendo divulgada via e-mail marketing apenas aos cadastrados no programa? É sucesso na certa. Imaginem um pacote de viagem para assistir a um jogo com desconto aos cadastrados? Sucesso com certeza.

Mas nem tudo são elogios. Tentei postar um print da tela inicial do projeto e o site está…..fora do ar!! O site não acessa nem quando digitado direto nem quando entro pelo site oficial do clube cuja home-page está totalmente dominada pelo projeto. Será que está tendo tanto acesso que os servidores não agüentaram? Pelo jeito o projeto já vai começar com o pé esquerdo. Se for com o pé esquerdo do Adriano até que tudo bem mas esse tipo de falha não pode acontecer. Ainda mais na época onde está todo mundo falando do projeto e está sendo gerada uma mídia espontânea tremenda. Desse jeito a verba já começou a ir para o ralo.

cidadaorubronegro 

De qualquer forma, parabéns ao Flamengo pela iniciativa, que o site volte logo a funcionar e que os outros times sigam o mesmo caminho.

Google vai modificar seu sistema de buscas – Quais os impactos?

12 de agosto de 2009

O Google divulgou ontem (11/08) que irá implementar mudanças em seu sistema de buscas. Alguns desenvolvedores web foram convidados pela empresa a testar a nova plataforma e sugerir melhorias. Chamado de Caffeine, o projeto é tratado como secreto pelos engenheiros mas sabe-se que o objetivo do serviço é reduzir o tempo entre novas publicações na internet e a página de resultados da busca, que deve sofrer mudanças visuais. Segundo um post no blog dos desenvolvedores envolvidos “É o primeiro passo num processo que vai permitir rapidez de indexação, exatidão, exaustividade e outras dimensões”. O novo sistema ainda não tem data para entrar no ar.

Ainda segundo o post, as novas implementações consistem em: rastrear maiores pedaços da web, computar índices de páginas de acordo com a reputação e fazer um ranking e voltar nas páginas mais relevantes para consulta dos usuários, de forma mais rápida possível. 

Todas essas mudanças irão gerar uma alteração no PageRank da maioria das páginas. PageRank é o algoritmo que indica quais são os sites mais importantes para os termos procurados pelo usuário. Como isso irá afetar a vida dos profissionais da área ainda é uma incógnita mas acredito que haverão novas regras de indexação que precisarão ser incorporadas ao dia a dia. Provavelmente (e espero que sim) os sites que mais devem sofrer com as mudanças são aqueles que usam técnicas “obscuras” para subirem no ranking, como troca exagerada de links, duplicidade de conteúdo para gerar mais páginas, etc.

Já o usuário tende a ser o maior beneficiado pois terá acesso a resultados de maior relevância. E relevância continuará sendo a chave do sucesso.

Se quiser testar o novo sistema, uma página já está disponível.

 

Fiz alguns testes na nova versão e percebi que:

1) O visual da nova página é exatamente o mesmo.

2) O número de páginas indexadas está bem maior.

Ex1: Uma busca por “apartamento guaruja” no Google “tradicional” retorna 594.000 resultados. Já no “novo Google” retorna 1.320.000, mais que o dobro.

Ex2: Uma busca por “plano de saude” no Google “tradicional” retorna 7.000.000 resultados. Já no “novo Google” retorna 9.640.000, cerca de 35% a mais.

3) A velocidade da busca está bem mais rápida.

Isso no entanto não posso afirmar que seja uma melhoria da nova versão pois a mesma ainda está em teste e assim está sendo acessada por um número infinitamente inferior de pessoas o que torna naturalmente o retorno dos servidores mais rápido.

4) O classificação dos sites sofreu algumas mudanças mas nada significativo (ainda).

Pesquisei o termo: “ficar rico”. Sabemos que vários sites “vendem essa idéia” e se utilizam de técnicas não tão corretas para aparecer nas 1as posições. A impressão que me deu é que a URL continua sendo um dos mais importantes fatores de indexação pois os sites que possuem o termo na URL continuam aparecendo bem. Vamos aos resultados da 1ª página.

Site / URL

Posição no “Novo Google”

Posição Atual
jovemig

1

1

ganhemelhor

2

2

kanitz

3

3

aquy

4

6

poupardinheiro.info

5

2ª pág

terra

6

5

inforum.insite

7

4

ficarrico.net

8

7

queroficarrico

9

8

cienciaparaficarrico

10

9

 
Por fim, nada foi dito em relação ao Google AdWords (os links patrocinados) e pelo que se espera estes não sofrerão mudanças em seu mecanismo de leilão e lances.

Agora o que nos resta é aguardar pelo lançamento da nova versão e tentar descobrir as boas técnicas para ter sucesso nela. Enquanto isso vamos usando a versão de testes.