Arquivo de novembro, 2009

Enquete do WebmarketingBlog – Resultado

22 de novembro de 2009

Obrigado à todos que respoderam via comentário, via MSN ou via e-mail.

Percebi que em time que está ganhando não se mexe. Vou continuar com os assuntos gerais de webmarketing e falar também de Google Adwords e marketing de busca.

Os posts voltam na terça-feira.

Um abraço!

Giuliano

Enquete do WebmarketingBlog

16 de novembro de 2009

Olá pessoal,

tenho recebido inúmeros contatos via e-mail, MSN, etc, com pessoas que têm dúvidas em relação à AdWords e como anunciar no Google.

Como Google é minha especialidade estou pensando em dar um foco muito maior para esse tema aqui no blog do que para assuntos genéricos relacionados a marketing na web. Mas antes disso gostaria de saber a opinião de vocês leitores.

Peço que me ajudem comentando esse post com o que você prefere ver aqui no blog:

1) Continuar do mesmo jeito, alternando posts/matérias de todos os assuntos relacionados a webmarketing;

2) Falar muito de AdWords e pouco dos outros assuntos;

3) Falar apenas de AdWords.

Espero a opinião de vocês!

Obrigado

Giuliano

O que leva o internauta a desistir de uma compra online

13 de novembro de 2009

Pesquisa realizada pela Exceda, consultoria que oferece soluções para e-commerce, ouviu 1.048 compradores virtuais de diversas partes do mundo e concluiu que o internauta que realiza compras pela Internet está cada vez mais exigente. A exigência não fica apenas em garantia de segurança nas transações e facilidade de pagamento, mas também é muito relevante que a loja virtual tenha alta performance e facilidade de navegação.

Dentre os fatores apontados para que um internuta desista de uma compra online, os mais citados estão a seguir:

1) Demora para carregar páginas: 47% dos entrevistados disseram que podem desistir de comprar em uma loja se suas páginas demorarem mais de dois segundos para baixar os arquivos. Com os consumidores que gastam mais de US$ 1.500,00, o percentual fica ainda maior. Nessa faixa 52% deles mantêm lealdade ao site caso o download seja inferior a 2 segundos.

2) Performance lenta do site: Um dos principais motivos que causam insatisfação e abandono do site pelos internautas. Um terço dos compradores que abandonaram uma recente compra pela web apontaram estar insatisfeitos com a performance do site de vendas.

3) Experiência anterior ruim: 79% dos compradores virtuais que ficam insatisfeitos ao visitar um site de varejo estão dispostos a nunca mais entrar novamente neste endereço para comprar. Além disso, 46% desenvolvem uma percepção negativa da companhia e 44% deles vão dizer para os amigos e para a família sobre a decepção na hora da compra. Para 87% deles, o impacto de uma compra pela internet afeta também a compra na loja física.

4) Avanço do M-Commerce exige performance: O celular vem surgindo como alternativa, mas a performance é a chave para aderir ao novo canal. 16% dos entrevistados compram via celular ou smart phones, mas 27% deles acreditam que a conexão é muito lenta. Um terço dos 1.048 entrevistados disse que gostaria de usar o celular como canal de compras no futuro.
Na comparação com o mesmo estudo feito pela consultoria em 2006, em geral os compradores estão mais satisfeitos agora do que há três anos. A dica dos especialistas para vender mais é testar frequentemente a performance do site, montar uma página fácil de navegar e ficar sempre de olho no desempenho, antes que os problemas fiquem grandes demais e afetem as vendas.

Sua loja virtual está fazendo isso?

Artigo original: PEGN

Internet é a segunda mídia com mais credibilidade

12 de novembro de 2009

Fonte: AdNews

Os sites são o segundo veículo com mais credibilidade. Eles também são a segunda principal fonte de informação do Brasil. As informações são da pesquisa de mídia encomendada pelo Grupo Máquina ao Instituto Vox Populi.

O crescimento da preferência da internet entre os entrevistados mostrou a importância da mídia, que atualmente passa por uma discussão sobre a cobrança do conteúdo online da publicações. O assunto é discutido na Carta de Hamburgo, que trata dos direitos autorais na internet.

Jornais e revistas perderam mercado e o rádio obteve a melhor média entre os conceitos de avaliação de credibilidade, em uma escala de 1 a 10, com 8,21. Em seguinda está a internet com 8,20, TV com 8,12, jornal com 7,99, revista com 7,79 e redes sociais com 7,74.

A principal fonte de informação do país ainda é a TV que possui 55,9% de preferência. A internet está em segundo lugar com 20,4%. Depois aparecem: jornal impresso (10,5%), rádio (7,8%), redes sociais (2,7%), versão online de jornais impressos (1,8%), revista impressa (0,8%) e versão online de revistas (0,1%).

Entre 25 de agosto e 9 de setembro, a pesquisa conversou com 2.500 pessoas, maiores de 16 anos, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvados. O estudo quer entender como o brasileiro se informa atualmente e qual é seu comportamento na frequência do consumo de mídia.

O estudo também perguntou quais são as fontes mais acessadas no dia-a-dia e a televisão ficou em primeiro,  99,3% afirmou que assiste TV. Completam o ranking: rádio (83,5%), jornal impresso (69,4%), internet – sites de notícias e blogs de jornalistas (52,8%), revista impressa (51,1), redes sociais (42,7%), versão online de jornais impressos (37,4%) e versão online de revistas (22,8%).

Outra questão foi a frequência de utilização dos meios de comunicação, que também foi vencida pela TV. 88,6% disseram que assistem Tv todos os dias; 3,1% apenas de segunda a sexta-feira; 2,5% apenas nos finais de semana; 5,1% sem frequência definida e 0,7% não se informa pelo meio.

Os sites são vistos diariamente por 30,9%; durante a semana por 3,8%; nos fins de semana por 4,1%; sem frequência definida por 14% e 47,2% não se informa pelo meio.

Nesta ordem, o rádio representa: 59,5%; 5,1%; 4,6%; 14,2% e 16,5%. Jornais impressos: 28,5%; 7%;10,8%; 23% e 30,6%. Redes sociais: 24,9%; 3,4%; 3,9%; 10,5% e 57%. Jornais online: 16,7%; 5,3%; 3,2%; 12,1% e 62,3%. Revistas: 10,4%; 8%; 7,5%; 25,1% e 48,9%. Sites das revistas: 7,5%; 3,6%; 2,2%; 9,4% e 77,2%.

Google lança nova ferramenta de buscas para sites de e-commerce

11 de novembro de 2009

Chamado de Google Commerce Search, o novo serviço trará algumas das melhores inovações em buscas para atender sites como o Birkenstock USA – um dos maiores sites de venda de calçados no mercado americano.

Utilizar o Google Commerce Search não será barato – para utilizar o serviço é necessário um investimento mínimo de US$50.000 por ano.  O Google Commerce Search é um serviço de hosting integrado com o Google Merchant Center e com produtos de buscas. Com o Google Merchant Center (anteriormente chamado Google Base), os varejistas online submetem seu catálogo de produtos para ser indexado pelo Google. Uma vez indexados os produtos aparecem no Google Product, que é o comparador de preços do Google, similar ao nosso Buscapé. O Commerce Search também está integrado ao Google Analytics.

O Commerce Search sera um serviço implementado através de um painel de controle que permitirá os varejistas online customizarem a aparência de seus resultados de buscas. Será possível também criar promoções e fazer com que estas apareçam no topo das buscas. O Google apresentou um site demostração que mostra como a ferramenta irá funcionar: www.googlestore.com.

O site Birkenstock USA foi um dos que participou do teste beta da ferramenta e Segundo seu COO, Jeff Kilmer, o novo mecanismo de busca gerou pesquisas mais rápidas, resultados mais relevantes e maior satisfação do consumidor.

Ainda não há previsão do lançamento do Commerce Search em português mas os players do e-commerce devem ficar atentos pois, quando se fala de Google, qualquer nova ferramenta pode mudar o mercado.