Arquivo de dezembro, 2009

Feliz Natal e um Ótimo 2010

22 de dezembro de 2009

Caros leitores e amigos,

gostaria de desejar a todos um feliz natal e um excelente 2010. Que no ano que irá se iniciar todos seus desejos sejam alcançados. Deixo aqui uma frase que norteia minha vida: “Nunca cruze os braços para nada pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos”.

Até 2010!

Abs

Giuliano

O que leva o internauta a desistir de uma compra online?

18 de dezembro de 2009

Fonte: Administradores.com.br

Um recente estudo realizado pela AKAMAI – empresa americana que disponibiliza plataformas de gerenciamento e segurança na web e responsável por 20% do tráfego mundial da Internet – revelou quais são os pontos principais que fazem o internauta desistir de uma compra online.

Entre as principais reclamações estão a performance do site: dificuldade de achar os produtos e baixa velocidade na navegação entre as páginas. Cerca de 47% dos entrevistados relataram que podem até desistir da comprar em uma loja, se suas páginas demorarem mais de dois segundos para baixar os arquivos.

O estudo ouviu 1.048 compradores virtuais de diversas partes do mundo e apontou, também, que uma experiência anterior negativa afeta a compra online: 79% dos compradores virtuais que ficam insatisfeitos ao visitar um site de varejo estão dispostos a nunca mais entrar novamente naquele endereço para comprar. Além disso, 46% desenvolvem uma percepção negativa da companhia e 44% deles vão dizer aos amigos e a família sobre a decepção na hora da compra. Para 87% desses entrevistados, o impacto de uma compra pela internet afeta também a compra na loja física.

O celular também apareceu na pesquisa como uma nova alternativa de compra. 16% dos entrevistados compram via celular ou pelo smartphones, mas 27% deles acreditam que a conexão é muito lenta.

O consultor em e-commerce da Criamedia Agência Digital, Joaquim Fernandes, ressalta que para não fazer parte dessa estatística negativa, a loja virtual deve investir em tecnologia, divulgação, informação e web analises. “Oferecer novos recursos e ferramentas que permitem expor melhor os produtos, facilitar os processos de negociação on-line e melhorar a experiência do usuário devem ser objetivos das lojas virtuais”, ressalta o consultor.

Segundo Fernandes, “o empresário deve investir constantemente na divulgação, renovando sempre, criando novas promoções e mantendo-se antenado em veículos emergentes de marketing, como as redes sociais. Além disso, é fundamental atualizar sempre as ferramentas de mensuração de resultados de visitação e relatórios de venda do comércio eletrônico”, afirma o especialista.

Um modelo que vem dando certo e une segurança, facilidade de navegação e promoções atrativas é o ADMShop, loja online especializada em artigos voltados para os apaixonados por Administração. De acordo com o coordenador da ADMShop, Diogo Lins, “o diferencial e sucesso da loja está em oferecer produtos inovadores com preços acessíveis para todos. Tudo isso unido em um site dinâmico e de fácil navegação”.

Lins afirma que para ter sucesso no mercado online é preciso estar atento sempre nas novas possibilidades tecnológicas. “A necessidade das lojas virtuais se atualizarem constantemente é fundamental para o sucesso e evolução desse empreendimento”, relata.

Grandes empresas apostam em mídias sociais

16 de dezembro de 2009

Fonte: Portal Nacional

Facebook, YouTube e Twitter. Quem já não ouviu falar nesses nomes? Estes são atualmente os principais canais de mídia social. Apenas no Twitter e Facebook a quantidade de usuários destas redes chega a 300 milhões, segundo estimativas das próprias empresas. Trocar informações, divulgar ações, compartilhar conteúdos e usar estes meios para promoção, são as formas mais utilizadas destes novos meios de comunicação. Desta forma as empresas, entidades e até personalidades da atualidade utilizam estes meios. O Laboratório Teuto, uma das maiores indústrias farmacêuticas da América Latina, também participa ativamente destas redes sociais para informar seus seguidores e passar suas novidades, mas uma vez mostrando sua capacidade de inovação.

No Twitter, por exemplo o Laboratório Teuto aproximadamente 1000 seguidores. Este número mostra como a indústria utiliza de forma eficaz estas novas ferramentas para manter e expandir as relações com seus públicos. Notícias diárias sobre a indústria são postadas neste microblog, que é febre atualmente na internet. “Não apenas postamos notícias para os usuários do Twitter, tiramos dúvidas e trocamos informações através do canal. O Twitter é uma via de mão dupla, onde passamos e buscamos informações dos usuários”, explica Israel Coifman, que trabalha na assessoria de comunicação do Teuto e é um dos responsáveis pela atualização do perfil da indústria no Twitter.

Para quem busca imagens, o YouTube é uma boa pedida. Neste canal os usuários da internet podem conferir vídeos sobre a indústria. Dentre estes vídeos, estão postadas na rede as últimas ações de marketing do Teuto, vídeos institucionais e também diversas campanhas publicitárias da indústria. “O canal de vídeos do Teuto no YouTube, por exemplo, já tem milhares de exibições. Hoje nesse canal, o Teuto conta com mais de 30 vídeos mostrando ações do Laboratório, vídeos institucionais e participações em feiras”, explica Alexandre Cunha, responsável pelo canal do Teuto no YouTube e no Facebook.

No Facebook o perfil da indústria também recebe muitas visitas e é muito ampla sua forma de comunicar. “O Facebook nos permite além das mensagens, inserir os vídeos e fotos atualizadas do Laboratório e hoje conta com centenas de perfis adicionados”, explica Alexandre. A intenção do Laboratório Teuto é ampliar ainda mais essas ações dentro das redes sociais, dentro da plataforma digital. “Para o próximo ano, o objetivo é intensificar essas ações e utilizar ainda mais essas ferramentas virtuais para aprimorar e intensificar o relacionamento com os stakeholders do Teuto. Para o próximo ano teremos muitas novidades na internet. Algumas delas serão: o novo portal do Teuto, que terá ainda mais informações e ficará mais fácil de navegar; a outra novidade será uma versão deste mesmo portal que poderá ser aberto também através de Smartphone”, complementa Ítalo Melo, gerente de trade marketing da indústria.

“Febre doTwitter na sinuca de bico”

14 de dezembro de 2009

Fonte: Diário de Pernambuco

Milhares de empresas estão faturando alto com a divulgação de ofertas e oportunidades exclusivas em apenas 140 caracteres de texto no Twitter.

Com uma legião de usuários cada vez mais cobiçados, agora é a vez de o próprio microblog tirar proveito da fama que ganhou e começar a gerar receita para seus fundadores. Para isso, o site de relacionamento pode ganhar, a partir do próximo ano, uma nova cara que inclui a oferta de ferramentas pagas. Além dos já convencionais banners de publicidade amplamente utilizados por seus contemporâneos, a empresa pretende dar prosseguimento à onda de aquisição iniciada com a compra do serviço de buscas Summize, em 2008, oferecer acesso pago a empresas que quiserem receber informações exclusivas e fazer acordo com outras organizações para licenciar conteúdo e transmissões em tempo real para sites externos. Cogita, ainda, a possibilidade de abertura de capital na bolsa de valores.

Atualmente avaliado em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 1,7bilhão), o Twitter não estabeleceu um modelo de negócio para poder lucrar com o serviço. Mas, enquanto não chega a uma fórmula de sucesso, especialistas na área alertam sobre as dificuldades que o microblog vai enfrentar. “Toda a associação de pagamentos em redes sociais é controversa”, avalia Ricardo Fonseca, diretor de planejamento e negócios da PP4D Criatividade Digital, empresa que acaba de lançar sua própria rede de relacionamentos com clientes e usuários. “Esses serviços são pautados na gratuidade e ainda tem outra coisa: as empresas atingem um público de interesse, seus seguidores, por meio de mensagens com promoções exclusivas, lançamentos de produtos e outras estratégias de vendas. O que as levaria a pagar por um serviço que têm de graça e ainda dá retorno?”.

Serviço pago – O cofundador do Twitter, Biz Stone, explica que o serviço pago seria apenas uma alternativa para ingressar na rede social, além da gratuita já existente, como uma “camada especial de acesso”. Entre os diferenciais oferecidos estaria um relatório detalhado sobre o hábito dos usuários, a possibilidade de colocar cartões de visitas ou quaisquer assinaturas nas mensagens, além de receberem um relatório detalhado sobre a repercussão das informações postadas. “A liberação de dados de quem está no Twitter deve ser feita de forma muito cuidadosa. E ainda existe uma regra que estabelece que a pessoa deve ter a opção entre ser ou não abordada, o que reduz em muito o público”, avalia Marcos Toledo, gerente de marketing online da IT Mídia, empresa que tem um site de relacionamento sobre tecnologia e deve lançar mais oito no próximo ano.

A possibilidade de venda da empresa, amplamente cogitada pelo mercado, foi descartada por Biz Stone. “Definitivamente, não estamos interessados em vender a companhia. Se um IPO (sigla em inglês para a oferta pública de ações) for a única maneira, então faremos”, afirmou. Para estrear na bolsa, Ricardo Fonseca acredita que a empresa terá que elaborar uma boa estratégia para atrair investidores. “Eles terão que dar retorno de faturamento, que hoje ainda não existe”, explica.

Outra alternativa que está em andamento é a parceria com empresas para disponibilizar o conteúdo do Twitter em outros sites.

A sua empresa está preparada para o mundo digital?

10 de dezembro de 2009

Fonte: SEBRAE

As empresas estão aperfeiçoando suas estratégias de comunicação, ampliando o uso das novas mídias. Para convencer os departamentos de marketing a investir mais ainda, o mercado apresenta números bem expressivos: até o final deste anos mais 1 milhão de pessoas estarão usando twitter no Brasil, aproximadamente 800 mil blogs, com mais de 12 milhões de leitores de blogs, num panorama de 53,9 milhões de usuários de internet – 35 milhões deles cadastrados no Orkut.
Com isso surge um enorme desafio: se o desejo é alcançar a grande massa de pessoas, utiliza-se a TV. Mas, se as empresas desejam atingir os influenciadores, as mídias digitais são o caminho. Nesse novo espaço relacionamento, onde o fenômeno da difusão instantânea da mensagem estabelece o verdadeiro “time” da informação, milhões de usuários virtuais acabam assumindo as funções de “repórter” e “editor” de conteúdos. Neste momento, por exemplo, podem estar falando mal da sua empresa, de você, da empresa onde trabalho.
E o que fazer? Ser mais rápido, mais eficiente, mais inteligente e saber aproveitar melhor as oportunidades, oferecendo o outro lado da informação. A instantaneidade exige gestores de informação conectados com diversos grupos sociais, monitorando os conteúdos e respondendo a eles, de forma a não deixar margem para que inverdades circulem pela rede de relacionamentos sociais sem que oficialmente nada seja dito. Continua valendo a velha máxima: “quem cala, consente”.
Se a sua empresa ainda se comunica com os diversos tipos de públicos de forma convencional, é melhor rever os conceitos, antes que não consiga acompanhar as novas exigências de comunicação dos clientes, que desejam manter com as organizações um canal mais aberto, franco, multifacetário, rico, interativo, instantâneo e humano. Isso mesmo: humano. As novas mídias, longe de afastar as pessoas, aproximam-nas ainda mais, e se forem bem aproveitadas contribuirão para promover um novo modelo de relações sociais.
Esse novo modo de construir e manter relações sociais e empresariais nos convida a refletir sobre a nossa capacidade técnica e as diversas competências que precisamos desenvolver para compreendermos os perfis dos usuários: estudá-los para melhor atendê-los em suas necessidades, inclusive de informação.
Mais que isso: exige que cada um de nós se mantenha com a mente aberta para novos e intrigantes desafios. Segundo matéria publicada no Correio Braziliense, na edição online do dia 18 de novembro de 2009, para Leonard Kleinrock, professor de informática da Universidade da Califórnia (UCLA) e responsável pelo envio da frustrada mensagem que deu início à revolução da rede mundial de computadores, em 29 de outubro de 1969, os próximos anos nos reservam acontecimentos inacreditáveis. Para ele, web sairá da tela do computador para as paredes de edifícios, escritórios e casas, até chegar às “unhas dos dedos ou aos óculos” dos usuários. “Tudo estará baseado na tecnologia integrada, na nanotecnologia, em pequenos sensores que saberão como você é, conhecerão suas preferências e se adaptarão às suas necessidades e aos seus gostos”, defende.
Será que estamos prontos para interagir com tudo isso? Será que as empresas estão se preparando para atender às exigências dos clientes nesses novos espaços de comunicação e vendas? E como será possível controlar tudo isso?
Nesse novo campo de relações midiáticas virtuais, surge para a comunicação e para o direito oportunidades de reflexão e ação. Se por um lado as novas mídias vieram proporcionar a “alforria” da liberdade de expressão – já que em muitos ambientes, inclusive corporativos, expressar-se livremente é apenas uma falácia – por outro, fornecem “panos pras mangas” quando o assunto é “controle de informação, de conteúdo”.
Os que defendem uma legislação mais rigorosa e um rígido sistema de controle ignoram que não se pode deter a marcha do progresso, como vimos acima nos prognósticos de Kleinrock. Não sou contra ao surgimento de leis que garantam a sadia liberdade de expressão, mas não concordo que controlar, simplesmente, seja a saída. Ter um controle não é a solução. Podemos avançar e usar melhor as ferramentas disponíveis, nos aproximando ainda mais dos públicos com os quais realmente nos interessam, nos aperfeiçoando para enfrentar cenários mais competitivos, que se modificam sem parar.
Nesse campo diferenciado das relações sociais e empresariais, mais importante que controlar, é conhecer, ouvir, integrar, planejar e se engajar, aproveitando as ferramentas de comunicação interativas disponíveis para fazer muito mais que divulgação: estimular o acesso à informação e gerar conhecimento. Ou será que é melhor viver no Irã, na Coréia do Norte ou na Venezuela, onde tudo é controlado?