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Google AdWords – Os grandes também erram. (2)

9 de setembro de 2009

Em meu último post (Google AdWords – Os grandes também erram) mostrei os problemas de uma campanha de marketing de busca de uma grande empresa feita por uma agência não especialista no assunto.

O exemplo de hoje é ainda pior. Mostra o descaso que muitas vezes as grandes agências têm para com a mídia online.

Busquei ontem no Google o termo “Vivo Empresas”. Queria saber um pouco mais sobre os planos corporativos de celular da Vivo. A busca me retornou a seguinte tela:

Google-Busca-VivoEmpresas

Reparem no link patrocinado da própria Vivo que aparece em destaque acima dos resultados da busca natural:

Detalhe-Busca-VivoEmpresas

No título do anúncio aparece escrito: “A Vivo vela e pena”. Fiquei um bom tempo tentando entender do que se tratava o título. Cliquei no anúncio, fui para a página da operadora, voltei, procurei o nome dos planos, busquei até mesmo algo sobre eventuais patrocínios da Vivo a eventos esportivos (vela, iatismo) e nada. O que seria aquele tal “vela e pena”? Foi quando tive a brilhante idéia de fazer uma nova busca e apareceu um novo anúncio da mesma Vivo com o título: “A Vivo vale a pena”. Tudo esclarecido. O 1º anúncio está com um erro gritante de grafia (o certo é “vale a pena” e não “vela e pena”). Esse erro compromete não só a campanha mas também a imagem da empresa – um anúncio escrito “A Vivo vela e pena” lhe passa alguma credibilidade?

Esse é mais um exemplo de muitas vezes as grandes agências ( e seus clientes) não dão a devida importância para algumas ferramentas de mídia online e em especial o marketing de busca. Ou você acha que se fosse uma peça impressa em um jornal de grande circulação o anúncio seria aprovado dessa forma (aprovado tanto pelos revisores quanto pelo departamento de marketing do cliente)? Mídia online é mídia da mesma forma e precisa passar pelas mesmas revisões que uma peça de mídia offline passa. Não adianta achar que o que importa é apenas aparecer na web. É fundamental saber como aparecer, onde aparecer e para quem aparecer.

Enquanto isso posso apostar que o cliente acredita que está tendo uma ótima campanha, com presença em diversos tipos de mídia online e offline. Mal sabe este cliente (assim como ocorre com vários outros) que a parte da verba publicitária destinada a mídia online está indo embora sem que o potencial retorno seja atingido e ninguém parece estar preocupado com isso.

Google AdWords – Os grandes também erram.

8 de setembro de 2009

Nesse feriado estive estudando a concorrência em AdWords para o mercado de segurança (eletrônica, patrimonial) a pedido de um cliente meu.  Analisei alguns players, alguns anúncios e seus respectivos websites de destino. Em uma das buscas um anúncio em particular me chamou a atenção. Ao buscar a palavra “seguranca” (dessa forma, sem cedilha e sozinha como a maioria dos internautas digita) no Google, apareceram alguns links patrocinados como é possível ver na figura abaixo. O anúncio da Bosch foi o que captou minha atenção.

Busca_Seguranca_Bosch

Achei o anúncio com um texto apropriado e, queira ou não, uma marca reconhecida mundialmente se destaca aos olhos do Internauta. Com certeza o anúncio deve ter uma boa taxa de cliques e deve consumir uma verba razoável diariamente. Até aqui tudo bem. O problema começa ao se clicar no anúncio.

O clique me levou para a página abaixo:

Site_Bosch

Perceberam algo? Se trata de uma página inicial do site da empresa onde vemos todos os produtos juntos, de sistemas de segurança a ferramentas de íons de lítio. Esse é um erro básico de AdWords. Se seu anúncio está sendo ativado para quem procura por “segurança”, que adianta jogá-lo em uma página onde aparecem todos os produtos? O que interessa a quem procura por “segurança” saber que a Bosch é pioneira no desenvolvimento das tais ferramentas de íons de lítio?

Essa é o que eu chamo de falha na “estrutura da campanha”. Ao criar esta campanha a agência responsável não se preocupou com o “pós-clique” e sim apenas com o clique. Esqueceu que uma campanha de AdWords não acaba simplesmente quando o internauta clica no anúncio e chega no website da empresa. O “pós-clique” é até mais importante que o clique e se não for bem trabalhado transforma uma campanha com potencial de sucesso em mais uma forma de desperdício de recursos publicitários. A situação fica ainda pior ao se descobrir que a própria Bosch tem um site específico para o segmento de segurança e bastaria jogar o clique nesse site que o problema seria resolvido.

Com a campanha estruturada dessa forma posso afirmar que o retorno que a campanha está gerando para esta palavra/segmento está muito aquém de seu real potencial. Ao se desenvolver uma campanha de marketing de busca, utilizando principalmente o AdWords, é fundamental contratar um profissional ou agência que seja especialista no assunto. Um erro simples ou até mesmo bobo como esse consome verba publicitária e não devolve o retorno esperado. O problema é que nem sempre as grandes empresas percebem isso pois geralemente delegam suas campanhas online às mesmas agências que fazem suas campanhas offline e estas, que não são especialistas no assunto, tratam o marketing de busca apenas como uma outra forma qualquer de mídia online. O mais prejudicado é o anunciante, que entende ainda menos do assunto, e acredita estar tendo uma ótima exposição online.

Vale a pena fazer campanhas de webmarketing na rede de conteúdo do Google ?

20 de agosto de 2009

Vc conhece, utiliza, ou ao menos já ouviu falar no Google AdWords, certo? E a rede de conteúdo do Google, vc conhece? Se sua empresa explora o AdWords muito provavelmente vc também está na Rede de Conteúdo, mesmo que não saiba disso. A Rede de Conteúdo são aqueles anúncios escritos “Anúncios Google” ou “Ads By Google” que aparecem em sites diversos como sites de notícias e blogs. Esses anúncios podem aparecer em milhares de sites que fazem parceria com o Google para exibi-los e podem estar dispostos em diversas partes do site – no meio, do lado direito, abaixo, etc. A Rede de Conteúdo vem automaticamente selecionada ao se criar uma nova campanha no AdWords e isso faz com que muitos anunciantes participem dela sem perceber. Quem não deseja participar da rede precisa desabilitar a opção dentro da configuração da campanha.

Abaixo dois exemplos bem distintos dos tipos de sites que exibem anúncios de rede de conteúdo Google.

Nafaixa.net - Site de downloads de jogos e programas grátis

Nafaixa.net - Site de downloads de jogos e programas grátis

Portal de esportes do jornal “O Estado de São Paulo”

Portal de esportes do jornal “O Estado de São Paulo”

Como é percebível a Rede de Conteúdo nada mais é do que um anúncio numa página web, similar a um anúncio numa página de revista. A cobrança dos anúncios nesta modalidade também é feita por cliques, similar a Rede de Pesquisa. Quando esse tipo de anúncio foi criado pelo Google a cobrança era por CPM (custo por mil impressões) mas esse modelo não era atrativo aos anunciantes. Mudou-se para o modelo de CPC (por clique) há cerca de 2 anos.

A grande diferença dos anúncios de conteúdo em relação a outros tipos de anúncios na web é que com base nas palavras-chaves de sua campanha AdWords o Google define em quais sites seu anúncio irá aparecer.Vamos supor que sua empresa venda artigos esportivos e tenha na campanha palavras-chave como “camisa de futebol” ou “bola de vôlei”. Provavelmente seus anúncios serão exibidos em sites de notícias esportivas, blogs de esportes, etc, onde os textos das páginas possuam essas palavras.

Coloco então a pergunta: Vale a pena estar presente nesse tipo de mídia?

Vamos responder às perguntas mostrando quais suas vantagens e desvantagens de utilizar a Rede.

Vantagens:

- Seu anuncio aparece em sites que tenham relação com seu produto (segmentação)

- Sua empresa pode escolher em quais sites aparecer

- Seu anúncio aparecerá milhares de vezes ao dia e vc só pagará se alguém clicá-lo

- Se seu produto não é conhecido e as pessoas não buscam por ele no Google, elas passarão a conhecê-lo através dos anúncios

- Os anúncios atingem um cliente que não está buscando seu produto mas se sente impactado e pode se interessar

- Sua empresa pode utilizar formas diferentes de anúncios como banners, anúncios em flash e em vídeo por exemplo, ao invés apenas de simples anúncios de textos (apenas alguns sites permitem isso)

- Segundo o Google se os dados demonstrarem que um clique de uma página da Rede do Google tem menos probabilidade de gerar resultados comerciais sobre os quais é possível atuar o lance desse site é automaticamente reduzido

- Sua empresa pode indicar alguns sites onde ela não quer que os anúncios apareçam (sites de concorrentes por exemplo)

Desvantagens:

- Por melhor que seja sua campanha seu anúncio vai acabar aparecendo em sites que não tenham relação com seu produto

- Seu anúncio terá milhares de impressões por dia e poucos cliques, o que atrapalha a gestão da campanha (percentuais muito pequenos para análises)

- Muitas vezes o cliente clica no anúncio por impulso e acaba não efetuando uma compra ou algo do tipo

- Sua empresa pode aparecer em sites concorrentes se vc não os excluiu da campanha

- Sua empresa pode aparecer em sites que estejam falando mal de seu produto se vc não tiver usado as palavras negativas corretamente

- Muitas vezes os cliques na Rede de Conteúdo são mais caros que na pesquisa (existem menos espaços nos sites então os valores sobem pois só alguns podem aparecer – diferente da rede de pesquisa onde existem várias posições para seu anuncio aparecer)

- Muitos sites que exibem os anúncios não possuem a devida qualidade e utilizam esses anúncios como formas de ganhar dinheiro. Algumas vezes inclusive clicam nos anúncios apenas para receberem uma parte do valor por vc pago (claro que isso não é a regra e a maioria dos sites é sério)

- Alguns sites usam o serviço oferecido pela Google de forma “intuitiva” ao clique, ou seja, eles tentam “seduzir” ou mesmo “enganar” o usuário misturando anúncios ao conteúdo, o que acaba gerando o clique ilusório ou até mesmo não intencional em alguns casos.

Volto então com a pergunta: Vale a pena estar presente nesse tipo de mídia?

A resposta: Analise o objetivo de sua campanha e a oferta que sua empresa tem para o mercado e defina a melhor estratégia.

1) Se sua empresa tem um produto conhecido, uma marca forte ou presta um serviço que tem bastante procura, a Rede de Conteúdo não vai lhe ajudar e vai apenas levar parte de seu orçamento. Para este caso use a Rede de Pesquisa e mais nada.

2) Se sua empresa tem um produto novo, pouco conhecido e que não há grande volume de busca natural, aí sim vc tem que estar na Rede de Conteúdo. Se ninguém procura por seu produto/empresa não adianta aparecer apenas na Rede de Pesquisa pois não haverá ninguém pesquisando.

3) Se sua empresa tem uma marca estabelecida, produtos ou serviços que tem procura, mas está lançando um novo produto/serviço no mercado, utilize as duas redes. Quem já conhece sua empresa e produtos passará a conhecer também seu lançamento.

4) Se sua empresa oferece um produto ou serviço específico ou algo muito técnico, utilize as duas redes. Estar só na Rede de Pesquisa pode gerar pouca procura por isso use também a Rede de Conteúdo, sendo bastante criterioso nas palavras chaves e aparecendo apenas em sites realmente relevantes.

5) Se sua empresa trabalha com produtos de alto valor e que tem na web um forte aliado, vale a pena estar nas duas redes. Um exemplo são as construtoras. Um apartamento vendido paga a campanha do ano todo. E anúncios de imóveis têm tudo a ver com quem está num site de crédito imobiliário ou de decoração por exemplo.

6) Se sua empresa trabalha com venda de impacto esteja na Rede de Conteúdo. Suponha que vc tem uma nova promoção. Se vc estiver apenas na Rede de Pesquisa seus potencias clientes não saberão disso pois não pesquisarão o assunto. Já na Rede de Conteúdo eles têm acesso às ofertas. Exemplo: Tenho uma loja virtual de tênis e estou com uma promoção de 40% de desconto no modelo X. Meu anúncio seria: “Tênis X com 40% de desconto, apenas essa semana”. Se eu estiver apenas na Rede de Pesquisa irei atingir apenas aqueles que já estão dispostos a comprar e procuraram pelo produto. Estando na Rede de Conteúdo atinjo aqueles que não estão dispostos mas com a promoção acabam se interessando e podem se tornar dispostos a compra.

E por fim,

7) Se sua empresa deseja exposição de marca e não está preocupada com o retorno da campanha, a Rede de Conteúdo é caminho obrigatório.

Em resumo, identifique (ou defina) o objetivo de sua campanha, a verba que sua empresa dispõe e o tipo de produto e serviço que vc está oferecendo ao mercado e decida qual a melhor opção. Veja também se sua campanha de AdWords já não está usando a Rede de Conteúdo mesmo sem vc saber. Mas faça tudo isso rápido pois em Internet tudo muda todos os dias e amanhã essas dicas podem já não valer mais…

Busca Paga (SEM) ou Busca Natural (SEO) – O que vale mais a pena?

14 de agosto de 2009

Foi divulgado ontem pela Engine Ready - empresa americana de consultoria em webmarketing –um estudo muito interessante sobre busca natural e busca paga. Para quem não conhece os termos, busca natural é quando seu site aparece nas 1as posições de mecanismos de busca (ex: Google) sem sua empresa ter que pagar nada por isso. Busca paga é quando sua empresa anuncia nos mecanismos de busca (via Google AdWords por exemplo) e aparece nas 1as posições (os chamados links patrocinados).

O estudo foi baseado na análise de 20,8 milhões de visitas e 108 milhões de page-views feitos a 26 grandes sites de e-commerce norte americanos, no período de 1 de julho de 2008 a 30 de junho de 2009.

Segundo o estudo, visitantes que chegam a uma loja virtual a partir de buscas pagas têm 50% mais chances de efetuar uma compra do que os que chegam via busca natural. A taxa de conversão da busca paga no período do estudo foi de 2,03% versus 1,26% da busca grátis. Segundo a empresa isso pode ser reflexo da busca paga utilizar termos mais específicos e direcionados a vendas, enquanto a busca gratis acaba atingindo todo tipo de internauta, inclusive aqueles que chegaram ao site “por engano”.

Outro dado muito interessante é que a taxa de conversão de quem chegou ao site digitando a URL diretamente ou via algum bookmark foi de 7,38%. Não é de se estranhar esse dado afinal quem vai diretamente a loja já sabe que lá vai encontrar o que precisa. Consumidores que chegaram a partir de outros sites de referência ou via e-mail tiveram taxa de conversão de 6,58%. A conversão geral  foi de 3,6%.

O estudo também descobriu que:

  • Os visitantes oriundos de busca paga compram mais. O ticket médio destes foi $117.06 versus $109.27 dos que vieram via sites de referência, $106.64 dos que vieram via busca grátis e $95.29 dos que vieram via bookmark ou entraram direto no site.
  • O ticket médio geral no estudo foi de $104.21, 31.7% menor que o estudo anterior feito pela empresa, entre 2005 e 2007. A crise mundial foi eleita como a grande vilã dessa queda.
  • O tempo médio de visita cresceu 5.8% do estudo anterior para esse. Os internautas que entram diretamente no site são os que mais navegam com 5 min e 8 seg na média.
  • A media de páginas visitadas foi de 5,2 por visita, crescimento de 15.6% em relação ao estudo anterior. Mais uma vez os que entram direto no site se destacam com média de 6,2 páginas por visita.
  • O tempo médio de navegação por página caiu 9%, ficando em 53 seg. Isso pode ser um sinal de que as lojas estão se desenvolvendo e a informação está sendo passada com mais clareza e mais diretamente. Os visitantes oriundos da busca paga são os que mais tempo ficam nas páginas, com média de 66 seg.
  • 43.9% dos visitantes sai da loja após ver apenas 1 página. A busca natural é a que gera o maior índice de rejeição com 48,5% saindo sem navegar na loja. O acesso direto apresentou o melhor índice com 39.2%.
  • Os acessos diretos ficaram com o maior share de origem de acessos. Em cada 100 acessos, 40 foram direto via url, 28 foram via sites de referência, 20 via busca paga e 12 via busca natural.

Em resumo, os dados são muito interessantes para quem trabalha com e-commerce. Apesar dos dados serem do mercado americano não acho que no mercado brasileiro haja muita mudança. Conhecer o comportamento de compra, direcionar esforços e recursos, são lições básicas de qualquer negócio, seja online ou não.

A única dúvida que fica é quanto uma origem de tráfego “rouba” de share de outra. Se a loja não fizesse busca paga, como as outras origem se comportariam? Como o consumidor se comportaria? E se não aparecesse bem rankeada na busca grátis, o que ocorreria?

Bom, fica aí uma dica para o próximo estudo.

O que não fazer no AdWords

10 de agosto de 2009

O Google AdWords com certeza é a melhor ferramenta de webmarketing existente atualmente. Através dos links patrocinados ele permite que empresas grandes e pequenas concorram em pé de igualdade e atinjam extamente seu público. No entanto se ele não for bem utilizado, sua verba vai embora e sua empresa não terá nenhum retorno fazendo com que você pense que o problema é do AdWords e que ele não funciona.

Pois bem, estava eu montando uma proposta para um cliente quando busquei no Google: “assinar exame”. Estava buscando informações sobre a oferta de assinaturas online da revista exame. Vejam a tela de retorno da busca.

assinarexame1

Webmarketing - O que não fazer no AdWords

 

Vocês repararam qual foi o 1o link patrocinado que apareceu? Weinmann Laboratório!

Com certeza esse laboratório comprou a palavra “exame” e por isso está aparecendo. Estando aparecendo em 1o para uma busca que não é seu público, o valor que ele está pagando no clique deve ser altíssimo e o retorno muito baixo. Para resolver esse problema era só adicionar a palavra “assinar” como sendo negativa em sua campanha. As palavras negativas são muito importantes no AdWords e pouca gente dá a devida importância.

Mas os problemas não param por aí. Vejam a descrição do anúncio: “Referência em análises clínicas no RS.” . Eu estou em São Paulo, por que esse anúncio está aparecendo para mim se eles só atendem RS (Rio Grande do Sul)? A campanha deve estar aberta para todo o Brasil. Eles deveriam tem escolhido apenas o estado do RS.

Para não ficar apenas nesse exemplo, o 4o link patrocinado (ou o 1o do lado direito) é do Laboratório Fleury. Ou seja, mesmos problemas de seu concorrente do Sul.

Wemarketing - O que não fazer no AdWords

Wemarketing - O que não fazer no AdWords

Já o 5o anúncio é de uma imobiliária querendo vender escritórios em Osasco/SP! Eu que teoricamente só queria assinar a revista Exame fui impactado por mídias que não me interessaram em nada. Ou seja, dinheiro dos anunciantes jogado fora.

Isso mostra que os erros em campanhas de webmarketing não são privilégios de pequenos. Os grandes também erram e com isso possibilitam diversas oportunidades a serem exploradas na internet. Basta saber como.