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A sua empresa está preparada para o mundo digital?

10 de dezembro de 2009

Fonte: SEBRAE

As empresas estão aperfeiçoando suas estratégias de comunicação, ampliando o uso das novas mídias. Para convencer os departamentos de marketing a investir mais ainda, o mercado apresenta números bem expressivos: até o final deste anos mais 1 milhão de pessoas estarão usando twitter no Brasil, aproximadamente 800 mil blogs, com mais de 12 milhões de leitores de blogs, num panorama de 53,9 milhões de usuários de internet – 35 milhões deles cadastrados no Orkut.
Com isso surge um enorme desafio: se o desejo é alcançar a grande massa de pessoas, utiliza-se a TV. Mas, se as empresas desejam atingir os influenciadores, as mídias digitais são o caminho. Nesse novo espaço relacionamento, onde o fenômeno da difusão instantânea da mensagem estabelece o verdadeiro “time” da informação, milhões de usuários virtuais acabam assumindo as funções de “repórter” e “editor” de conteúdos. Neste momento, por exemplo, podem estar falando mal da sua empresa, de você, da empresa onde trabalho.
E o que fazer? Ser mais rápido, mais eficiente, mais inteligente e saber aproveitar melhor as oportunidades, oferecendo o outro lado da informação. A instantaneidade exige gestores de informação conectados com diversos grupos sociais, monitorando os conteúdos e respondendo a eles, de forma a não deixar margem para que inverdades circulem pela rede de relacionamentos sociais sem que oficialmente nada seja dito. Continua valendo a velha máxima: “quem cala, consente”.
Se a sua empresa ainda se comunica com os diversos tipos de públicos de forma convencional, é melhor rever os conceitos, antes que não consiga acompanhar as novas exigências de comunicação dos clientes, que desejam manter com as organizações um canal mais aberto, franco, multifacetário, rico, interativo, instantâneo e humano. Isso mesmo: humano. As novas mídias, longe de afastar as pessoas, aproximam-nas ainda mais, e se forem bem aproveitadas contribuirão para promover um novo modelo de relações sociais.
Esse novo modo de construir e manter relações sociais e empresariais nos convida a refletir sobre a nossa capacidade técnica e as diversas competências que precisamos desenvolver para compreendermos os perfis dos usuários: estudá-los para melhor atendê-los em suas necessidades, inclusive de informação.
Mais que isso: exige que cada um de nós se mantenha com a mente aberta para novos e intrigantes desafios. Segundo matéria publicada no Correio Braziliense, na edição online do dia 18 de novembro de 2009, para Leonard Kleinrock, professor de informática da Universidade da Califórnia (UCLA) e responsável pelo envio da frustrada mensagem que deu início à revolução da rede mundial de computadores, em 29 de outubro de 1969, os próximos anos nos reservam acontecimentos inacreditáveis. Para ele, web sairá da tela do computador para as paredes de edifícios, escritórios e casas, até chegar às “unhas dos dedos ou aos óculos” dos usuários. “Tudo estará baseado na tecnologia integrada, na nanotecnologia, em pequenos sensores que saberão como você é, conhecerão suas preferências e se adaptarão às suas necessidades e aos seus gostos”, defende.
Será que estamos prontos para interagir com tudo isso? Será que as empresas estão se preparando para atender às exigências dos clientes nesses novos espaços de comunicação e vendas? E como será possível controlar tudo isso?
Nesse novo campo de relações midiáticas virtuais, surge para a comunicação e para o direito oportunidades de reflexão e ação. Se por um lado as novas mídias vieram proporcionar a “alforria” da liberdade de expressão – já que em muitos ambientes, inclusive corporativos, expressar-se livremente é apenas uma falácia – por outro, fornecem “panos pras mangas” quando o assunto é “controle de informação, de conteúdo”.
Os que defendem uma legislação mais rigorosa e um rígido sistema de controle ignoram que não se pode deter a marcha do progresso, como vimos acima nos prognósticos de Kleinrock. Não sou contra ao surgimento de leis que garantam a sadia liberdade de expressão, mas não concordo que controlar, simplesmente, seja a saída. Ter um controle não é a solução. Podemos avançar e usar melhor as ferramentas disponíveis, nos aproximando ainda mais dos públicos com os quais realmente nos interessam, nos aperfeiçoando para enfrentar cenários mais competitivos, que se modificam sem parar.
Nesse campo diferenciado das relações sociais e empresariais, mais importante que controlar, é conhecer, ouvir, integrar, planejar e se engajar, aproveitando as ferramentas de comunicação interativas disponíveis para fazer muito mais que divulgação: estimular o acesso à informação e gerar conhecimento. Ou será que é melhor viver no Irã, na Coréia do Norte ou na Venezuela, onde tudo é controlado?

Investimentos publicitários em Internet devem superar os dos jornais em 2015

9 de dezembro de 2009

Fonte: Portal Imprensa

Em 2015, a Internet deve superar os jornais e se tornar o segundo meio em investimentos em todo o mundo, de acordo com projeção da ZenithOptimedia.

Uma análise da Zenith apontou que a crise econômica acabou acelerando mudanças de verbas da mídia tradicional para a rede mundial.

Em um momento em que os departamentos de marketing precisam justificar seus investimentos, a Internet torna-se mais atrativa por conta de seu retorno mais rápido, se comparada a outros meios, na avaliação da empresa.

A Zenith avalia que, em 2010, a procura por publicidade na Internet crescerá 9,5% e, em 2011, atingirá 12%. Para 2012, estima-se aumento na procura de 13%, de acordo com informações do Paid Content.

Internet ultrapassa a TV na preferência entre as mídias

2 de dezembro de 2009

Fonte: Administradores.com.br

A internet reformulou a comunicação e a troca de conteúdo e informação no mundo. Esse canal, que permite uma verdadeira interação sem fronteiras, caiu no gosto popular e se tornou um veículo indispensável para a maioria da população. Essa é a conclusão de uma recente pesquisa realizada em 11 países, incluindo o Brasil, que aponta que a internet tornou-se a mídia preferida para 70% dos entrevistados, superando por ligeira margem a televisão, considerada indispensável por 69% das pessoas.

A pesquisa foi realizada pela empresa mundial de marketing Synovate, com o intuito de verificar o comportamento da população sobre os meios de comunicação e publicidade. Ao todo, foram entrevistados 8,6 mil pessoas da Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.

O estudo apontou, também, que 87% dos participantes tentam de forma ativa evitar publicidade no rádio e TV, desligando os aparelhos ou mudando de canal, enquanto 66% evitam sites que apresentam “publicidade intrusiva”.

Mas, a pesquisa destaca que embora a maioria das pessoas acredite que há publicidade demais na televisão, na internet e em outras mídias, mais de 40% dos entrevistados estariam dispostos a aceitar mais anúncios em troca de descontos e promoções. A ideia se mostrou especialmente popular na Espanha, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido e China.

De acordo com Steve Garton, diretor executivo de mídia da Synovate, em comunicado da empresa, “o modelo é uma ideia interessante para o setor. Se pudesse ser vinculado a publicidade mais dirigida, talvez resultasse em maiores receitas em uma audiência cada vez mais fragmentada”, acrescentou Garton.

O estudo apontou também que através do telefone (fixo ou celular), apenas 31% dos entrevistados estariam dispostos a aceitar mais anúncios em troca de uma conta mais barata. Os espanhóis foram os mais favoráveis à proposta (58%), seguidos por chineses e brasileiros (ambos 42%).

Mais da metade das empresas paulistanas não faz negócios online

30 de novembro de 2009

Fonte: Computerworld

Os negócios pela internet são realidade apenas para 36% das empresas da cidade de São Paulo, o que significa que 64% ainda não estão presentes no ambiente digital. Esta é a principal conclusão de um levantamento inédito realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para mapear o comportamento do comércio atacadista e varejista no e-commerce.

O estudo apresentado nesta quinta-feira (26/11) durante o “Ciclo de Seminários – Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa” promovido pela ACSP, em São Paulo (SP), aponta ainda que 34% das empresas não têm um site próprio.

De acordo com o levantamento, que se baseou em 1.201 entrevistas com empresários, o setor que mais gera negócios pela internet, com 48% de adesão das empresas, é a indústria. Em contrapartida, esse índice cai para 30% entre as companhias de construção civil, que aparecem como as últimas no ranking de utilização da Web. O que representa um contrasenso, se considerados os dados da construtora Tecnisa, a qual projeta que 93% dos seus negócios começam no ambiente digital.

“Entre as principais justificativas para não realizar negócios na internet, as empresas citam falta de tempo, de foco, de equipe e de infraestrutura”, afirma a superintendente de marketing da ACSP e coordenadora do projeto para inclusão de pequenas empresas, Sandra Turchi.  Além disso, ela informa que grande parte não têm necessidade. “Mas isso certamente demonstra falta de conhecimento”, acrescenta Sandra.

Quanto ao potencial da internet, o estudo mostra que entre as empresas que realizam negócios na internet, 38% informam que a Web representa até 10% do faturamento e para outras 17% essa porcentagem sobe para 10% a 30% dos resultados.

Outro dado do levantamento Além disso, 34% das companhias paulistanas não têm site próprio.

Comentário do Blog: A pesquisa só vem reforçar que o mercado de marketing online ainda é extremamente mal explorado no Brasil. Ponto para os que já os exploram e para os profissionais envolvidos que terão muito trabalho por muitos anos.

Marketing digital crescerá 10% em 2010

27 de novembro de 2009

Boas notícias para os que trabalham com webmarketing. Pesquisa realizada pela TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing mostra que em 2010, 84% das empresas brasileiras planejam realizar alguma ação de marketing online, um crescimento de 10% em relação a 2009.

Nas empresas com menor verba de marketing (investimentos de até R$ 1 milhão de reais/ano) a expectativa é que as iniciativas no mundo digital respondam por 50% do orçamento da área. Já nas maiores, com investimentos acima de R$ 10 milhões, a participação deverá alcançar 25%. Esse dado mostra que quem tem menos verba sabe que o retorno do webmarketing é muito superior ao das mídias tradicionais e, dessa forma, priorizam as ações online.

A pesquisa ouviu, em setembro, 430 profissionais de marketing de companhias brasileiras e multinacionais, dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis.