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Lei cidade limpa impulsiona anúncios pela internet

6 de novembro de 2009

Fonte: Agência IN

Sancionada em 2007, a Lei Cidade Limpa forçou o mercado publicitário a mudar o foco de uma de suas principais ferramentas de trabalho: os outdoors, faixas e placas que espalhados pela cidade tinham grande alcance.
Para o mercado da construção civil, inovar foi a melhor solução e após três anos as imobiliárias tiveram que encontrar uma nova saída e inovar o modo de anunciar os lançamentos imobiliários para captar novos clientes.

De acordo com a medida, em vigor desde primeiro de janeiro de 2007, é proibida a panfletagem, prática costumeira antes da lei. “Centenas de pessoas distribuíam folhetos anunciando novos empreendimentos em semáforos, principal ponto de entrega desses materiais. Hoje a empresa que é flagrada praticando essa forma de divulgação corre o risco de ter o alvará de funcionamento suspenso por quinze dias”, explica a Alexandre Melão da FIVE Planejamento Imobiliário, que encontrou uma saída prática e atual para alcançar seus cliente: A Internet.

De acordo com o a Interactive Advertising Bureau (IAB), o brasileiro permanece quase 24 horas por mês navegando na internet, a maior média do mundo. “Graças a interatividade do meio, a internet, como mídia de divulgação para imóveis, vem crescendo em importância nos últimos dois anos”, afirma o executivo.

A Five visualizou essa tendência da migração de anúncios publicitários para a internet e também, deu início ao chamado marketing de guerrilha, investindo ainda mais no treinamento de seus corretores para captar novos clientes conhecendo o perfil, seus principais interesses em cada região e partindo desse ponto dão início a ações que envolvem supermercados, livrarias, faculdades, shoppings, entre outros pontos comerciais.
“O comprador gosta de ser identificado, ele quer que o corretor conheça e entenda suas necessidades para possibilitar a apresentação de um imóvel que se encaixe no seu perfil”, finaliza Melão.

Empresas passam a usar redes sociais de forma estratégica.

28 de outubro de 2009

Fonte: Computerworld

O poder das redes sociais começa a ser enxergado pelas  empresas de tecnologia da informação (TI). Embora de forma tímida e cautelosa, muitas entenderam que esse é um poderoso canal de comunicação com funcionários, clientes e consumidores.

Para se ter um ideia do tamanho de seu alcance, só o  Facebook, maior comunidade de relacionamento online do mundo, chegou a 300 milhões de usuários, dobrando de tamanho no Brasil nos últimos cinco meses, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online, ao alcançar a marca de 5,3 milhões de integrantes.

Nos Estados Unidos, as redes sociais entraram definitivamente no circuito das companhias. Estudo da consultoria Deloitte no país apontou que 30% dos executivos ouvidos as consideram parte da estratégia de suas companhias. Para 29% das organizações, as redes sociais são usadas como ferramenta de construção de marca.

Por aqui, a realidade ainda mostra-se um tanto quanto diferente. “Encontramos empresas que têm políticas restritivas quanto ao uso do Twitter ou do Facebook, por exemplo”, diz Waldir Arevolo, consultor sênior da TGT Consult.

“A maioria acredita que as redes sociais contribuem para a queda de produtividade dos funcionários”. Na sua opinião, essa é uma percepção equivocada. “A grande sacada é transformá-las em importantes ações de marketing e vendas”, diz.

Desde 2005, a Intel resolveu apostar em mídias sociais, segundo Cassio Tietê, diretor de marketing da companhia. Mas a estratégia de maior repercussão no mercado foi a criação do espaço Blog Brasil Digital, dois anos depois.

Lá gerentes da subsidiária brasileira compartilham com o público, por meio de artigos, opiniões e ideias sobre diversos assuntos ligados à tecnologia como computação sem fio, desafios e oportunidades de TI no Brasil.

Outra frente que ganhou fôlego são as ações com o Yahoo Answers, canal que permite aos usuários do processador Intel tirar suas dúvidas. Lançado este ano, ele reforça a campanha de divulgação da marca e dos produtos da fabricante. “Também entramos no Twitter com informações institucionais e iniciativas envolvendo blogueiros”, afirma Tietê.

Em outubro,a Intel distribuiu 200 camisetas  “geek” exclusivas no Twitter para seus seguidores. Sorteados por representantes da empresa e cinco blogueiros, a ação teve o objetivo de se comunicar com a audiência, além de aproximar a Intel dos blogueiros que influenciam os consumidores na tomada de decisão.

Quem também enxergou longe a possibilidade de ganhar dinheiro com as redes sociais foi a fabricante de computadores Dell. Graças ao Twitter @DellOutlet, a empresa afirma ter faturado cerca de 3 milhões de dólares com vendas de PCs e notebooks.

A empresa explicou em seu blog que as vendas diretas a partir das mensagens postadas “já ultrapassaram os 2 milhões de dólares e as mensagens enviadas pela rede social também estão despertando interesse em outros produtos da empresa”.

A conta @DellOutlet é a versão no microblog da loja Dell Outlet, que vende computadores recondicionados por preços mais baixos. Como o estoque desse canal é variável, o Twitter faz bem o papel de avisar aos seguidores sobre novidades, promoções e até para dar cupons de desconto virtuais.

Magazine Luiza reforma serviço online para destacar opiniões dos clientes

20 de outubro de 2009

Fonte: IDG Now

A rede de varejo Magazine Luiza anunciou uma reforma em seu serviço de comércio eletrônico focada, principalmente, em oferecer maior espaço para que consumidores expressem opiniões sobre os produtos em exposição.

A reformulação terá como principal novidade a criação de canais pelos quais uma equipe de funcionários da rede de varejo comentará tendências de tecnologia e apresentará detalhes dos produtos em áudio e vídeo por meio de uma personagem – a Lu, em alusão à cofundadora do Magazine Luiza, Luiza Trajano Donato.

Além do Blog da Lu, no qual textos assinados pela personagem explicarão novas tecnologias, e do Tem que Saber, sessão para dúvidas básicas sobre as compras, produtos selecionados do serviço de comércio eletrônico terão suas características detalhadas em vídeos e podcasts.

A iniciativa, segundo o gerente de comércio eletrônico do Magazine Luiza, Francisco Donato, é tornar o novo serviço um “agregador de conteúdo sobre produtos do comércio eletrônico brasileiro”.

Consumidores poderão publicar críticas sobre os produtos e o Magazine Luiza mostrará os conteúdos positivo e negativo mais úteis para cada uma das ofertas.

Para incentivar a participação, a rede pretende distribuir benefícios, como vale-compras ou isenções de frete, a consumidores selecionados que publicarem opiniões sobre os produtos.

Para 2009, o Magazine Luiza prevê crescimento de 40% em seu faturamento online, segundo o diretor de marketing e vendas da rede, Frederico Trajano. O número é 15 pontos percentuais maior que o crescimento de 25% previsto para o setor de comércio eletrônico pela consultoria e-bit.

A nova versão do serviço de comércio eletrônico será lançada no dia 22 de outubro após um ano de planejamento, segundo Trajano.

Publicidade online recua 5% nos EUA durante o primeiro semestre.

7 de outubro de 2009

Segundo estudo publicado pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) junto com a associação Interactive Advertising Bureau (IAB), os anunciantes norte-americanos destinaram uma verba 5% menor para anúncios online na primeira metade de 2009, quando compardo com o mesmo período de 2008.

A IAB e a PwC informaram na segunda-feira (5/10) que e receita publicitária destinada a anúncios online nos Estados Unidos alcançou mais de 19 milhões de reais durante os primeiros seis meses de 2009, uma queda de 5,3% em relação ao primeiro semestre de 2008.

A conclusão feita é que os gastos online dos EUA não conseguiram ficar imunes à crise econômica. Pensando que a crise quebrou grandes bancos, aumentou consideravelmente o desemprego, apertou o crédito e levou a concordata e a falência diversos ícones do capitalismo, uma queda de 5% não parece uma má notícia.

Em relação ao reparte das verbas, a categoria de publicidade online que mais cresceu foi a exibida em formato de vídeo, com aumento de 38% no semestre. Já o marketing de buscas (SEM e SEO) continua sendo o formato mais popular de mídia online – sua participação no mercado norte-americano cresceu 3 p.p., de 44% na primeira metade de 2008 para 47% no mesmo período de 2009.

A participação de anúncios visuais, como banners, vídeo e multimídia, cresceu 1 p.p. de 33% para 34% na primeira metade de 2009. O grande vilão da mídia online foi o formato de classificados, cuja participação caiu 4 p.p. de 14% para 10%.

Publicidade online ultrapassa a mídia em TV na Grã-Bretanha

2 de outubro de 2009

Pesquisa realizada em conjunto pelas consultorias PricewaterhouseCoopers e Internet Advertising Bureau divulgada quarta-feira mostra que os gastos com publicidade na internet ultrapassaram pela primeira vez os gastos com propagandas em televisão na Grã-Bretanha.

O estudo diz que os gastos com publicidade online cresceram 4,6% na Grã-Bretanha no primeiro semestre de 2009. Em contrapartida os gastos com propaganda de TV caíram 16,1% no mesmo período. O total de gastos com mídia online chegou a 1,752 bilhão de libras (cerca de R$ 5 bilhões), enquanto os gastos com propagandas na TV caíram para 1,639 bilhão de libras (R$ 4,7 bilhões).

Os gastos totais com publicidade online e offline caíram 16% em comparação ao mesmo período em 2008, segundo o estudo.

A pesquisa considerou como publicidade online campanhas por e-mail (e-mail marketing), classificados na internet, banners em websites e marketing em sistemas de busca (SEM).

Pelo estudo as empresas de tecnologia são os principais anunciantes na web britânica, com cerca de 19% do mercado, seguidas por companhias de telecomunicação, pelo setor financeiro, por empresas de entretenimento e pelo setor de mídia.

A tendência de crescimento da mídia online em relação a mídia offline já havia sido observada anteriormente em estudos feitos nos EUA e agora aparece também na Grã-Bretanha. Sem dúvida é uma tendência irreversível.

E viva o webmarketing!