Aumenta confiança do consumidor nas compras online

19 de janeiro de 2010 1 Comentário »

Fonte: Administradores.com.br

Segundo pesquisa divulgada recentemente pelo e-Bit, o e-commerce movimentou no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro R$ 1,6 bilhão, crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Dentre as seções que se destacam na preferência do consumidor estão: 1º lugar – livros; 2º – eletrodomésticos; 3º – saúde, beleza e medicamentos; 4º – informática e 5º eletrônicos.

A pesquisa também mostrou que o consumidor está cada vez mais procurando, na internet, produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos, contra a dominância de itens mais baratos, como CDs e DVDs, produtos de grande destaque anos atrás.

Este crescimento das transações on-line está ligado também ao aumento de usuários. Segundo a 21ª edição da pesquisa Internet Pop, em 2009 houve um crescimento de 10% no acesso de brasileiros à rede, comparado ao período anterior, totalizando mais de 25 milhões de usuários.

“A confiança do consumidor em fazer compras on-line está aumentando e o crescimento destes números será ainda maior nos próximos anos”, ressalta Jefferson Assis, gerente do portal Mundo Móvel (www.mundomovel.com.br), e-commerce focado em produtos e soluções de mobilidade.

Criado em 2008, o Mundo Móvel comercializa desde navegadores GPS e acessórios até smartphones, mapas e softwares, e é referência no segmento de mobilidade no Brasil. Em dezembro de 2009, o portal Mundo Móvel teve um aumento de 18% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado.

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Resultados espontâneos lideram preferência nos buscadores, aponta pesquisa da WBI

14 de janeiro de 2010 Nenhum Comentário »
Pesquisa mostra que do total de usuários que acessam buscadores, mais de 75% clicam em resultados espontâneos e 52% vão até a terceira página dos resultados exibidos.
A 6ª edição do “Raio-x do e-commerce. Quem é quem na mente do consumidor”, pesquisa exclusiva realizada anualmente pela WBI Brasil, aponta que 75,93% dos usuários que acessam sites de busca têm preferência pelos resultados espontâneos, enquanto 24,07% clicam nos Links Patrocinados.

Segundo o diretor de Marketing da WBI Brasil, Paulo Kendzerski, apesar do número de acessos ao Link Patrocinado ser menor, a pesquisa sugere uma tendência de aumento no número de cliques nesse tipo de anúncio. Kendzerski destaca que desde o inicio da Internet, o uso dos mecanismos de busca privilegiou os resultados espontâneos, pois as ferramentas concentravam todo seu trabalho nesse tipo de resultado.   “A partir do surgimento e do incremento dos Links Patrocinados, os usuários passaram a contar com mais essa opção. A pesquisa mostra que houve uma evolução na preferência dos cliques no Link Patrocinado, que começou com 7,8% em 2007, atingiu 25,68% em 2008, e agora estabilizou, com 24,07%”, afirma.

Dos usuários que utilizam os mecanismos de buscas como fonte de pesquisa, 20% seguem até a primeira página, 28% vão até a segunda e 52% até a terceira página ou mais. Entre os buscadores, há a preferência pelo Google (95,4%), seguido pelo Bing (2,9%) e Yahoo (1,7%).

Para Kendzerski, a vantagem do Google sobre os outros buscadores apontada pela pesquisa, não significa que as empresas devem descuidar de investir em outros mecanismos de busca com menor audiência. “Figurar bem em outros buscadores é uma excelente estratégia, pois o custo para as empresas em expressões/palavras-chaves é menor, além de garantir a divulgação da marca e a oferta de produtos para um público específico”, assinala.

A 6ª edição do Raio-X do e-commerce coletou 1080 respostas junto aos participantes das edições do Café COM Internet realizadas em 2009 em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Criado em 2001, o Café COM Internet consolida-se a cada ano como um dos principais eventos na área de Marketing Digital do país. Os temas abordados têm o foco voltado à Publicidade Online e contemplam assuntos como campanhas de Links Patrocinados, Search Engine Marketing (SEM), e-Commerce, e-Mail Marketing e Comunicação Integrada. Além de expor esses assuntos, o Café COM Internet também apresenta pesquisas inéditas de mercado e cases de sucesso na Internet.

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Lojas virtuais aumentam vendas e comemoram balanço de Natal

12 de janeiro de 2010 1 Comentário »

Fonte: RondoniaAgora / NB Press

Em constante ascensão, o comércio eletrônico vem tomando conta do dia a dia dos internautas e da economia nacional, onde 25% das pessoas que acessam a internet já compram pela rede. Seguindo a mesma curva de crescimento, as lojas virtuais Amercantil, PortCasa e Giuliana Flores comemoram crescimento acelerado nas vendas neste natal.

A Amercantil, especializada em eletroeletrônicos, fechou o mês de dezembro com 10 mil pedidos, 60% a mais que o mesmo período do ano passado. O tíquete médio foi de R$ 285,00. De acordo com Márcio Albino, sócio diretor da Amercantil, isso é resultado de investimentos em tecnologia, que tornaram o site ainda mais seguro, além da ampliação da linha de produtos. Entre os campeões de venda neste natal estão cafeteiras, adegas climatizadas, GPS, Porta Retrato digital, entre outros.

Já a PortCasa, líder em cama, mesa e banho, dobrou o número de acessos ao portal nos meses de novembro e dezembro. Foram mais de 600 mil no período e um crescimento de 260% nas vendas em relação ao natal de 2008. O tíquete médio da loja foi de R$ 120,00. De acordo com Natan Sztamfater, diretor da PortCasa, este foi o natal da consolidação da marca, que aumentou sua base de clientes e ganhou credibilidade entre eles. Além dos investimentos em marketing, promoção, ampliação do estoque, que foram os grandes motivadores do crescimento.

Na Giuliana Flores não foi diferente. A loja recebeu no mês de dezembro 480 mil acessos únicos e quase 16 mil pedidos, 45% a mais que o ano passado. Entre os itens mais procurados estão Rosas Importadas e Orquídeas, Kits de Natal, Panetones e Champanhe. O tíquete médio em dezembro foi de R$ 102,00. Clóvis Souza, diretor da Giuliana Flores afirma que a estratégia para sair na frente da concorrência e conquistar a preferência do e-consumidor foi facilitar sua vida ao máximo, oferecendo descontos e melhores condições de pagamento, e também uma maior opção de produtos, feitos especificamente para a data.

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5 Dicas de SEO para site de varejo

11 de janeiro de 2010 Nenhum Comentário »

Fonte: Blog Bala na Agulha

Sites online de varejo enfrentam um conjunto único de obstáculos quando se trata de melhorar as vendas através de uma melhor visibilidade dos mecanismos de busca. Descrições dos produtos repetitivos, falta de conteúdo e freqüente rotatividade dos produtos podem ser obstáculos para superar.

Mas com essas dicas específicas para otimização de varejo para mecanismo de busca,  os varejistas on-line podem transformar os desafios em oportunidades e maximizar seu tráfego de busca.

1.  Adicionar novos conteúdos para o site. Muitos sites de varejo online foca na venda de produtos ao invés de informar e proporcionar valor aos clientes e, conseqüentemente, a falta de conteúdo severamente. É uma boa idéia de incluir as páginas de um site de varejo que são puramente baseadas em conteúdo. Não só o conteúdo informativo, otimizado melhorar rankings de busca, ele pode ajudar os varejistas a vender mais produtos por clientes de contrato.

Tente estas idéias para adicionar novos conteúdos para um site de varejo on-line:

- Adicionar histórias de sucesso dos clientes e estudos de caso para o site.

- Crie um blog para fornecer notícias relevantes da indústria, dicas de produtos e ofertas.

- Incorporar uma seção de recursos no site com as white papers e outros conteúdos.

2. Eliminar a cópia. Outra questão em face varejista é que muitos dos seus produtos são muito semelhantes, apenas com ligeiras variações. Como tal, as descrições dos produtos tendem a usar cópia muito semelhante. E se outros varejistas vendem os mesmos produtos, as suas descrições são provavelmente semelhantes também.

Evite ser penalizadas pelos mecanismos de busca para conteúdo duplicado, por escrito, descrições de produtos que são tão originais quanto possível. Destaque mais as características distintivas dos produtos para evitar artigos duplicados. Por fim, assegurar que as palavras-chave não sejam repetidas muitas vezes ao longo descrições. É um erro fácil, considerar que palavras-chave não sejam encontradas no nome ou descrição da maioria, se não em todos os produtos.

3. Desenhe o tráfego para páginas estáticas. Para muitos varejistas on-line, os produtos são freqüentemente adicionados e removidos de seu site, cerca de quantas vezes a cada mês ou a cada semana. Adicionando novo conteúdo de um site fornece benefícios de SEO, mas pode removê-lo rapidamente negar quaisquer vantagens, como leva tempo para motores de busca para indexar o conteúdo.

Para contornar esse obstáculo, extrair o tráfego a mais páginas estáticas, ao invés de páginas dinâmicas. Por exemplo, em vez de focalizar SEO nas páginas de cada produto, o foco em páginas da categoria de produto.

4. Não se esqueça de otimizar os catálogos de produtos em PDF. Para muitos comerciantes, é uma prática comum para oferecer um catálogo de produtos em formato PDF em seu site. Ao dedicar-se à otimização de páginas HTML em um site, é essencial não esquecer o catálogo ou qualquer outro arquivos PDF. Lembre-se estes pontos-chave ao otimizar arquivos PDF:

Crie PDFs com base em texto, em vez de projetá-los em um programa baseado em imagem, para que os mecanismos de busca lêem o texto.

Otimizar como se fosse uma página HTML, incorporando palavras-chave em manchetes, meta descrições, incluindo hiperlinks e texto âncora.

Escreva um tamanho menor do PDF para evitar que os mecanismos de busca – e clientes abandonam o PDF antes de acessar seu conteúdo.

Lembre-se de completar as propriedades do documento, nomeando o título.

5. Otimizar imagens para os mecanismos de busca. SEO não termina com páginas em HTML e PDF. Sites de varejo on-line estão cheios de imagens. Por que não aproveitar essas imagens para obter uma melhor classificação na pesquisa? Incluindo textos e legendas alt otimizados podem contribuir para melhorar os rankings nos mecanismos de busca. Além disso, as imagens encontradas através dos mecanismos de busca têm o potencial para ser partilhada e ligada a toda a web, também contribuindo para uma melhor classificação.

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Busca é ferramenta mais usada na internet na América Latina

7 de janeiro de 2010 Nenhum Comentário »

Fonte: TI Inside

Do total de usuários de internet na América Latina, 70,91% utilizam frequentemente ferramentas de busca para obter informações sobre um produto ou serviço que pretendem comprar, de acordo com estudo da IDC sobre o comportamento dos usuários de tecnologia diante das novas ferramentas de marketing on-line. Segundo o levantamento, essa tendência é ainda mais pronunciada na Argentina, onde o percentual chega a 75,29%, e na Colômbia, 75,31%. “Nos últimos 12 meses, a jovem indústria do Search Engine Marketing mudou muito, como mostram estes números, e continuará a evoluir ainda mais nos próximos anos, tornando-se numa das táticas mais importantes do marketing on-line”, diz Luciana Sario, gerente de marketing da IDC America Latina.

As comunidades on-line, os representantes de vendas e os websites corporativos também aparecem como fontes de informação significativas, ocupando a segunda, terceira e quarta posições, com 36,80%, 33,53% e 32,56%, respectivamente. Argentina e México se sobressaem quanto à utilização das comunidades on-line como fonte de informação, respectivamente com 43,53% e a 40,86%.

Luciana comenta que as mídias sociais permitem aos usuários construir relações de confiança através dos vídeos virais, dos blogs e das comunidades online. Essa mesma confiança, segundo ela, é a que permite que as comunidades se transformem em fonte de informação no momento de comprar um produto, devido ao fato que nestas redes sociais os usuários têm acesso a informação de seus pares, e não das organizações, instituições, companhias ou meios de comunicação.

O terceiro lugar entre as fontes de informação mais utilizadas é ocupado pelos websites das empresas (32,56%) e pelos representantes de vendas (33,53%). Na Argentina e Colômbia, os websites se destacam mais, chegando a 40,74% e 34,12%, respectivamente. “Um das mudanças maior de impacto em marketing B2B [comércio eletrônico entre empresas] durante a última década foi a emergência do website da companhia como o primeiro ponto de contato com seus consumidores e potenciais clientes” afirma Luciana. “Esta foi a base para que o website se tornasse um importante recurso para se obter informação na hora de adquirir um produto ou serviço e como conseqüência, se transformasse numa plataforma extremamente eficiente para integrar e automatizar o processo de geração de leads”, completou.

Segundo ela, a mudança na dinâmica dos consumidores ao adquirir um produto, as novas táticas que o marketing on-line coloca à disposição e o desenvolvimento da web em si demonstram como hoje as possibilidades para chegar aos usuários são muito maiores e mais variadas, oferecendo um novo mix de oportunidades.

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