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Lojas virtuais aumentam vendas e comemoram balanço de Natal

12 de janeiro de 2010

Fonte: RondoniaAgora / NB Press

Em constante ascensão, o comércio eletrônico vem tomando conta do dia a dia dos internautas e da economia nacional, onde 25% das pessoas que acessam a internet já compram pela rede. Seguindo a mesma curva de crescimento, as lojas virtuais Amercantil, PortCasa e Giuliana Flores comemoram crescimento acelerado nas vendas neste natal.

A Amercantil, especializada em eletroeletrônicos, fechou o mês de dezembro com 10 mil pedidos, 60% a mais que o mesmo período do ano passado. O tíquete médio foi de R$ 285,00. De acordo com Márcio Albino, sócio diretor da Amercantil, isso é resultado de investimentos em tecnologia, que tornaram o site ainda mais seguro, além da ampliação da linha de produtos. Entre os campeões de venda neste natal estão cafeteiras, adegas climatizadas, GPS, Porta Retrato digital, entre outros.

Já a PortCasa, líder em cama, mesa e banho, dobrou o número de acessos ao portal nos meses de novembro e dezembro. Foram mais de 600 mil no período e um crescimento de 260% nas vendas em relação ao natal de 2008. O tíquete médio da loja foi de R$ 120,00. De acordo com Natan Sztamfater, diretor da PortCasa, este foi o natal da consolidação da marca, que aumentou sua base de clientes e ganhou credibilidade entre eles. Além dos investimentos em marketing, promoção, ampliação do estoque, que foram os grandes motivadores do crescimento.

Na Giuliana Flores não foi diferente. A loja recebeu no mês de dezembro 480 mil acessos únicos e quase 16 mil pedidos, 45% a mais que o ano passado. Entre os itens mais procurados estão Rosas Importadas e Orquídeas, Kits de Natal, Panetones e Champanhe. O tíquete médio em dezembro foi de R$ 102,00. Clóvis Souza, diretor da Giuliana Flores afirma que a estratégia para sair na frente da concorrência e conquistar a preferência do e-consumidor foi facilitar sua vida ao máximo, oferecendo descontos e melhores condições de pagamento, e também uma maior opção de produtos, feitos especificamente para a data.

O que leva o internauta a desistir de uma compra online?

18 de dezembro de 2009

Fonte: Administradores.com.br

Um recente estudo realizado pela AKAMAI – empresa americana que disponibiliza plataformas de gerenciamento e segurança na web e responsável por 20% do tráfego mundial da Internet – revelou quais são os pontos principais que fazem o internauta desistir de uma compra online.

Entre as principais reclamações estão a performance do site: dificuldade de achar os produtos e baixa velocidade na navegação entre as páginas. Cerca de 47% dos entrevistados relataram que podem até desistir da comprar em uma loja, se suas páginas demorarem mais de dois segundos para baixar os arquivos.

O estudo ouviu 1.048 compradores virtuais de diversas partes do mundo e apontou, também, que uma experiência anterior negativa afeta a compra online: 79% dos compradores virtuais que ficam insatisfeitos ao visitar um site de varejo estão dispostos a nunca mais entrar novamente naquele endereço para comprar. Além disso, 46% desenvolvem uma percepção negativa da companhia e 44% deles vão dizer aos amigos e a família sobre a decepção na hora da compra. Para 87% desses entrevistados, o impacto de uma compra pela internet afeta também a compra na loja física.

O celular também apareceu na pesquisa como uma nova alternativa de compra. 16% dos entrevistados compram via celular ou pelo smartphones, mas 27% deles acreditam que a conexão é muito lenta.

O consultor em e-commerce da Criamedia Agência Digital, Joaquim Fernandes, ressalta que para não fazer parte dessa estatística negativa, a loja virtual deve investir em tecnologia, divulgação, informação e web analises. “Oferecer novos recursos e ferramentas que permitem expor melhor os produtos, facilitar os processos de negociação on-line e melhorar a experiência do usuário devem ser objetivos das lojas virtuais”, ressalta o consultor.

Segundo Fernandes, “o empresário deve investir constantemente na divulgação, renovando sempre, criando novas promoções e mantendo-se antenado em veículos emergentes de marketing, como as redes sociais. Além disso, é fundamental atualizar sempre as ferramentas de mensuração de resultados de visitação e relatórios de venda do comércio eletrônico”, afirma o especialista.

Um modelo que vem dando certo e une segurança, facilidade de navegação e promoções atrativas é o ADMShop, loja online especializada em artigos voltados para os apaixonados por Administração. De acordo com o coordenador da ADMShop, Diogo Lins, “o diferencial e sucesso da loja está em oferecer produtos inovadores com preços acessíveis para todos. Tudo isso unido em um site dinâmico e de fácil navegação”.

Lins afirma que para ter sucesso no mercado online é preciso estar atento sempre nas novas possibilidades tecnológicas. “A necessidade das lojas virtuais se atualizarem constantemente é fundamental para o sucesso e evolução desse empreendimento”, relata.

Cuidado com o e-commerce

4 de dezembro de 2009

Fonte: PC Magazine

Final de ano é a época de ir às compras. Com o crescimento da internet no Brasil, o comércio eletrônico se tornou umas das opções para evitar o tumulto em shoppings e a correria de final de ano.

A conveniência e rapidez foram alguns dos fatores que contribuíram para que o comércio eletrônico no Brasil aumentasse em 27% no 1º semestre de 2009 com relação ao mesmo período de 2008, sendo gerada uma receita de R$ 4,8 bilhões, de acordo com uma pesquisa divulgada pela e-bit. Para o Natal, a empresa espera que o volume de vendas online cresça 30% em comparação ao mesmo período em 2008.

Embora fácil, os riscos nas compras online existem. Confira as dicas da equipe Norton e saiba o que fazer para garantir a tranquilidade no bolso e na virada do ano.

1. A loja é confiável?

Não compre em uma loja virtual que você desconheça ou não tenha referência. Não se baseie apenas no número de opiniões positivas de usuários de sites de pesquisa de preços, pois algumas lojas turbinam os próprios números criando feedbacks positivos comentando sobre vendas que nunca ocorreram; Ao contrário disso, dê preferência sempre por comprar em lojas que forneçam um  selo de certificação confiável ou que te permitam avaliar sobre seus serviços logo após efetuar a compra;

2. Papai Noel com tapa-olho?
Cuidado com as “lojas” pouco confiáveis: um levantamento MarkMonitor/Symantec com sites de língua inglesa aponta que 24% dos sites de comércio eletrônico listados como resultados (excluídos anúncios) em ferramentas de pesquisa estão propensos a vender produtos falsos ou piratas. O número dispara para 67% se o internauta digitar “designer handbags” (bolsas de marca);

3. De olho no cadeado
Comece por fazer compras apenas em sites que ofereçam transações seguras. Esses sites possuem um “certificado de segurança” geralmente exibido pela imagem de um cadeado de segurança no navegador de internet. Jamais forneça seu número de cartão de crédito ou dados de qualquer outro meio de pagamento se a conexão não for segura;

4. Parece, mas não é…
Técnicas de phishing são usadas por golpistas para roubar suas informações financeiras pessoais, como o número do seu cartão de crédito, reproduzindo falsos sites das lojas ou enviando e-mails. Não clique em emails com “ofertas imperdíveis” e promoções de lojas que você não solicitou receber. Preferivelmente, entre na loja virtual digitando o endereço completo da internet no seu navegador;

5. “Promoção exclusivas”?
Atenção redobrada com o pharming. É uma tática que direciona o internauta para um site falso após digitar o endereço correto da loja. Por se tratar de uma página muito parecida com o website original, o golpe é bem convincente. Verifique se os logotipos estão no mesmo local, se há erros de gramática, ortografia ou concordância, ou se o site está pedindo algo que normalmente não solicitaria – seu CPF, por exemplo. Se desconfiar de algo, feche o browser e inicie a navegação novamente. Tenha sempre no seu computador uma solução de segurança ativa e atualizada que proteja contra phishing, vírus, spams, spywares e com um firewall;

6. O que vão fazer com meus dados?
Busque uma política de privacidade antes de comprar. Certifique-se de que a loja não vende suas informações pessoais para terceiros;

7. Guarde o comprovante
Mantenha um registro de todas suas transações online: ele é a prova no caso de algum problema surgir. A maioria das lojas fornece uma página de resumo quando você completa uma transação. Basta imprimir essa página ou salvá-la em seu disco rígido;

8. Não gostei e quero outro
Conheça as políticas de troca. Isso tende a ser ainda mais importante em compras online do que no mundo real, uma vez que a sede pode estar bem distante. Algumas lojas custeiam o envio do produto que será trocado; outras exigem pagamento de novo envio;

9. Gift cards
Estes estão caindo cada vez mais no gosto das pessoas e pode ser grande ajuda para as compras de última hora. Certifique-se de rever as políticas para cada cartão. Algumas empresas trazem datas de expiração em seus cartões de presente, que podem inutilizá-los caso o presenteado não o use imediatamente;

10. Sai olho gordo!
De forma semelhante ao que ocorre em caixas eletrônicos, certifique-se de que não é observado ao digitar em local público o número do seu cartão de crédito no notebook. A fim de evitar espiões de carne e osso e programas que roubam dados pessoais, faça suas compras em casa ou então em um computador com uma solução de segurança instalada e ativa.

Google lança nova ferramenta de buscas para sites de e-commerce

11 de novembro de 2009

Chamado de Google Commerce Search, o novo serviço trará algumas das melhores inovações em buscas para atender sites como o Birkenstock USA – um dos maiores sites de venda de calçados no mercado americano.

Utilizar o Google Commerce Search não será barato – para utilizar o serviço é necessário um investimento mínimo de US$50.000 por ano.  O Google Commerce Search é um serviço de hosting integrado com o Google Merchant Center e com produtos de buscas. Com o Google Merchant Center (anteriormente chamado Google Base), os varejistas online submetem seu catálogo de produtos para ser indexado pelo Google. Uma vez indexados os produtos aparecem no Google Product, que é o comparador de preços do Google, similar ao nosso Buscapé. O Commerce Search também está integrado ao Google Analytics.

O Commerce Search sera um serviço implementado através de um painel de controle que permitirá os varejistas online customizarem a aparência de seus resultados de buscas. Será possível também criar promoções e fazer com que estas apareçam no topo das buscas. O Google apresentou um site demostração que mostra como a ferramenta irá funcionar: www.googlestore.com.

O site Birkenstock USA foi um dos que participou do teste beta da ferramenta e Segundo seu COO, Jeff Kilmer, o novo mecanismo de busca gerou pesquisas mais rápidas, resultados mais relevantes e maior satisfação do consumidor.

Ainda não há previsão do lançamento do Commerce Search em português mas os players do e-commerce devem ficar atentos pois, quando se fala de Google, qualquer nova ferramenta pode mudar o mercado.

Dia das Crianças faz com que Comércio Eletrônico cresça 25% e fature R$ 450 milhões

22 de outubro de 2009

O E-Bit divulgou na terça-feira (20/10) números que mostram que as vendas no comércio eletrônico de 28 de setembro a 11 de outubro cresceram 25% em relação ao mesmo período de 2008, alcançando um faturamento de 450 milhões de reais.

O período considerado antecede o Dia das Crianças e é natural um crescimento no volume de negócios. As compras tiveram um tíquete médio de R$ 339,00, que representa um crescimento de 7% em comparação aos R$ 318,00 registrados em 2008. Segundo o e-bit isso mostra que os consumidores estão cada vez mais investindo em datas comemorativas para comprarem presentes de valores mais altos e utilizarem parcelamentos sem juros.

Apesar do dia ser “das crianças”, os produtos mais procurados no período foram os relacionados a informática e telefonia celular. Acredita-se que os pais também se aproveitam da data e das ofertas sazonais para comprarem novos produtos. Sem contar que cada vez mais as crianças estão inseridas no mundo digital e presentes como um novo celular podem ser melhor recebidos que um novo jogo de montar, por exemplo.