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Sua empresa se preocupa com o Pós-Clique?

11 de setembro de 2009

Muitas empresas que atuam no marketing digital direcionam quase todo seu investimento para garantir que sua marca terá uma boa exposição na web e que seus anúncios terão um alto volume de cliques. O problema é que pouquíssimas empresas se preocupam com uma fase tão, ou até mais, importante que o clique – o Pós-clique.  O pós-clique é tudo o que ocorre após o cliente clicar em seu anúncio, envolvendo o visual de seu website, as formas de contato com sua empresa, a facilidade em achar o que o se procura, a facilidade de compra (para e-commerce). Fazendo uma analogia com um shopping center de nada adianta o cliente entrar em sua loja se dentro dela a experiência que ele terá não é a adequada.

Vamos analisar algumas das etapas do pós-clique e o que sua empresa deve fazer para maximizar o retorno das campanhas.

1 – A 1a impressão é a que fica:

Provavelmente já aconteceu com você de ver um anúncio na web, seja um banner, um email marketing ou um link patrocinado, clicá-lo com uma alta expectativa e ao chegar ao site se decepcionar. Um site pobre, bagunçado, confuso, pouco objetivo, às vezes até com erros de português. Isso não pode ocorrer de jeito nenhum. Garanta que seu website (ou hotsite no caso de uma campanha específica) tenha uma comunicação clara, objetiva, direta. Garanta que o internauta vai achar o que precisa logo na página inicial ou, na pior das hipóteses, em no máximo 2 cliques. Tenha certeza que seu site é amigável a quem o  está visitando. Se a 1ª impressão do usuário com seu site não for adequada, provavelmente ele irá clicar no botão “voltar”, procurar outra empresa, e todo seu esforço de webmarketing irá por água abaixo.

2 – Um bom website nem sempre é o mais bonito:

Esse é um ponto importante. Se sua empresa tem um website com finalidade comercial ele precisa ser vendedor e objetivo. E vendedor nem sempre quer dizer bonito. Claro que o ideal é unir as duas coisas mas se não for possível opte sempre pela característica vendedora. Mas quero ressaltar uma coisa: Não é porque seu site precisa ser vendedor que ele pode ser confuso, feio, pouco objetivo, bagunçado (não se esqueça da dica 1 acima). O que eu digo aqui é que um site vendedor não necessariamente precisa ter recursos avançados de mídia, uma infinidade de arquivos em flash, diversos simuladores online, etc. Um site vendedor é objetivo e informa ao internauta exatamente o que ele procura.

3 – Simplifique as coisas:

Em seu website, ao invés de longos parágrafos, com textos cansativos, opte por “bullet points” com seus diferenciais, suas vantagens, as características de seu produto. Use imagens que transmitam sua mensagem de forma visual. Ao invés de uma infinidade de menus e sub-menus coloque atalhos nas páginas que permitam acesso rápido para qualquer lugar do site. Coloque os telefones de contato em todas as páginas, de forma visível. Não exija que o internauta clique numa página de “contato” para falar com sua empresa. Em resumo, permita que o internauta decida rapidamente se sua empresa é o que ele procura ou não.

4 – Transmita confiança:

Mostre quem é sua empresa, de forma objetiva. Coloque quem são seus parceiros de negócios. Mostre (se possível) quem são seus principais clientes. Testemunhos de clientes também são bem vindos. Se sua empresa for um e-commerce tenha um telefone de contato no site. Não que o internauta vá ligar para comprar por telefone mas um número de contato passa a tranqüilidade que se algo der errado ele tem a quem recorrer. Outro ponto que passa confiança é ter selos de reconhecimentos em seu site como “Empresa afiliada a Associação Comercial de São Paulo” ou “Empresa Ouro E-Bit”, por exemplo.

5 – Tenha um forte “Call to Action”:

“Call to Action” é um termo de marketing que não possui um significado exato em português mas diria que é o convite para que o internauta faça a ação que você deseja. São termos como “Compre já”, “Peça agora!”, “Ligue já!”. Seu website necessita ter essas chamadas para que o internauta se sinta atraído a lhe contatar. Se seu site tem um botão de “Peça agora” ou “Solicite mais informações” garanta que ele está visível a partir de qualquer página do site e que ao clicar o usuário saiba exatamente o que fazer.

6 – Tenha um bom Serviço de Atendimento:

Outro ponto que muitas empresas pecam. Se sua empresa está na web o telefone de contato pode tocar a qualquer hora. Se seu atendimento é apenas em horário comercial deixe isso claro e informe uma forma de contato alternativa como e-mail ou formulário. Durante o horário de atendimento garanta que os telefones vão ser atendidos rapidamente e que quem os atender vai saber explicar as possíveis dúvidas de quem liga. Um dos maiores erros de campanhas online é que as empresas não se preparam para o atendimento, o telefone começa a tocar insistentemente, quem atende não sabe o que falar, o cliente fica insatisfeito, as vendas não ocorrem e a verba publicitária é desperdiçada. Para atendimento via e-mail a lógica é a mesma. Garanta que os e-mails sejam respondidos rapidamente e com as informações necessárias.

7 – Tenha diversas formas de pagamento:

Se sua empresa é um e-commerce garanta que o internauta terá o máximo de opções de pagamento possível. Não adianta aceitar apenas pagamento por boleto se a maioria dos internautas compra com cartão. Não adianta aceitar apenas um cartão se o mercado de cartões de crédito é dividido. Ofereça possibilidade de parcelamento de pagamento. Se seu público for Classe B e C o parcelamento será o maior meio de pagamento que sua loja terá.

8 – Cumpra o que promete:

O internauta é um consumidor mais exigente que qualquer outro. Não importa se sua empresa vende online ou apenas recebe os contatos via web e a venda é offline. Garanta que o que será entregue ao cliente é o que ele realmente solicitou, no prazo combinado. A internet é um ótimo canal para divulgar sua empresa mas também pode ser um ótimo lugar para acabar com sua reputação. O consumidor insatisfeito na internet posta sua insatisfação em blog, comunidades sociais, fóruns de discussão, etc. E a imagem de sua empresa vai embora.

9 – Teste, teste e teste:

Por fim repito o que digo todas às vezes que falo sobre campanhas online. O webmarketing é fantástico pois permite testar o que quiser e ajustar o rumo da campanha  rapidamente. Teste o conteúdo de sua página principal. Teste as formas de pagamento. Teste o público-alvo de suas campanhas. Teste as formas de contato do cliente com sua empresa. Teste o preço de seu produto (quem disse que na web não se pode vender mais caro?). Teste, teste, teste. E quando você achar que chegou a formula vencedora continue testando pois sempre há algo que pode ser melhorado.

Bons negócios a todos!

Os 50 melhores Websites de 2009 (segundo a revista TIME)

10 de setembro de 2009

Matéria da revista americana TIME elegeu os 50 melhores Websites de 2009 (matéria completa em inglês). A grande maioria são sites americanos e de redes sociais. Dentre os 50 existe coisas bem interessantes que eu desconhecia. Sugiro uma visita a todos. Vamos a lista e uma breve análise dos TOP 10:

  1. Flickr =>  O Flickr é um site hospedagem e partilha de imagens fotográficas também caracterizado como rede social. O Flickr permite a seus usuários criarem álbuns para armazenamento de suas fotos e entrarem em contato com fotógrafos variados e de diferentes locais do mundo. No começo de 2005 o site foi adquirido pela Yahoo! Inc. O site (ainda) não explora publicidade. O usuário pode se registrar gratuitamente ou usar uma conta Pro que oferece diversos recursos exclusivos e custa R$ 45,90 / ano.Site_Flickr
  2. California Coastline => Esse é um site que não mostra nada além do que imagens aéreas da costa californiana. Ok, é interessante mas não acho que mereça estar na 2ª posição. Os americanos foram “patriotas” aqui.
  3. Delicious => Site que oferece um serviço on-line que permite que o internauta adicione e pesquise bookmarks sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que quiser na web é também uma ferramenta para arquivar e catalogar sites preferidos para acessá-los de qualquer lugar.
  4. Metafilter => Outro site cujo propósito é compartilhar links e discussões com outros internautas. Cobra uma taxa de US$ 5,00 para se criar uma conta. Essa cobrança acabou transformando o site em uma referência pois acaba “filtrando” o conteúdo (não há postagens bobas, de assuntos irrelevantes) e exibindo assuntos de qualidade.
  5. Popurls => Podemos dizer que é um “agregador de agregadores”. É um site bem interessante que vale a pena conhecer. Nele você encontra novidades do Twitter, Digg, Delicious, etc, além de notícias de atualidades, tecnologia, esportes, etc. O site vende espaços publicitários e tem uma loja para fãs que vende produtos personalizados.Site_Popurls
  6. Twitter => Esse já é famoso aqui no Brasil. O Twitter é uma rede social de microblogs que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como “tweets”), através da própria Web, ou via SMS e softwares específicos instalados em dispositivos portáteis. As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Muita gente já o utiliza com fins comerciais.
  7. Skype => Outro já famoso. O Skype é uma empresa de comunicação via Internet, que permite chamadas de voz e vídeo grátis entre os usuários do software. Está disponível em 27 idiomas e é usado em quase todos os países. Gera renda através de serviços que permitem comunicação com telefones fixos e celulares através da compra de créditos. As tarifas são muito inferiores às operadoras de telefonia convencionais.
  8. Boing Boing => Esse eu não conhecia mas não achei nada de mais. Mais um agregador de notícias, dicas interessantes, posts, etc. Explora espaços publicitários.
  9. Academic Earth => Altamente recomendável. Deveria estar entre os 3 primeiros. Oferece video-aulas e cursos grátis de universidades como Berkeley, UCLA, Harvard, MIT, Princeton e Stanford. Ou seja, toda a elite educacional americana. E repito, tudo grátis.Site_Academic_Earth
  10. OpenTable => Sistema online de reserva de restaurantes. Atende mais de 11.000 restaurantes (a grande maioria nos EUA). O sistema de reserva é similar ao de compra de passagem aérea. Você diz onde, quando e o que quer comer e recebe todas as possibilidades. Um serviço que parece muito bom. Pena que não está no Brasil.
  11. Google
  12. YouTube
  13. Wolfram|Alpha
  14. Hulu
  15. Vimeo
  16. Fora TV
  17. Craiglook
  18. Shop Goodwill
  19. Amazon
  20. Kayak
  21. Netflix
  22. Etsy
  23. PropertyShark.com
  24. Redfin
  25. Wikipedia
  26. Internet Archive
  27. Kiva
  28. ConsumerSearch
  29. Metacritic
  30. Pollster
  31. Facebook
  32. Pandora
  33. Musicovery
  34. Spotify
  35. Supercook
  36. Yelp
  37. Visuwords
  38. CouchSurfing
  39. BabyNameWizard.com’s NameVoyager
  40. Mint
  41. TripIt
  42. Aardvark
  43. drop.io
  44. Issuu
  45. Photosynth
  46. OMGPOP
  47. WorldWideTelescope
  48. Fonolo
  49. Get High Now
  50. Know Your Meme

Sua empresa tem um website?

31 de agosto de 2009

Nas ultimas semanas tenho recebido vários contatos de empresas que querem iniciar uma estratégia de marketing online. O que tem me surpreendido muito é que a maioria dessas empresas que me procuram não possui um website. Isso mesmo – Não possui um website! OK, são quase todas empresas médias ou pequenas mas são empresas com vários anos de mercado e que apenas agora decidiram marcar presença online.

Essa percepção é motivo de alegria e de tristeza. Alegria para nós, profissionais do mercado, pois mostra que ainda há um grande mercado para ser explorado. Tristeza pois mostra que ainda estamos muito atrasados em relação a outros países em termos de atividades comerciais via web. Vejam bem, o Brasil possui diversos indicadores que mostram que somos um país conectado: somos um dos países com maior número de internautas, que mais gastam horas navegando, temos uma boa taxa de acesso a internet via banda larga, etc . O problema é que atividades como navegar no Orkut, no Twitter, jogar online, ficar no MSN, etc, contribui muito pouco para desenvolver a web do ponto de vista de negócio e de canal de vendas para empresas.

Faço então uma pergunta: Todo tipo de negócio precisa de um website?

A maioria sim, com certeza. Claro que para algumas empresas do mercado ter um website não irá alavancar suas atividades. Imagine uma costureira, que tem uma pequena loja, trabalha para os clientes de seu bairro e tem uma clientela fiel. Essa atividade não tem necessidade de um website. Agora imagine uma empresa que preste assessoria contábil. Essa atividade precisa de um website com certeza. Se não for via indicação você vê outra forma de se achar uma assessoria contábil que não procurá-la na Internet?

Exceto para negócios realmente pequenos ou muito específicos, ter um website é obrigatório. Um website é uma poderosa ferramenta de webmarketing e é o cartão de visitas de sua empresa em qualquer ligar do mundo.

Dentre as vantagens de se ter um website posso citar:

- Custo baixo de manutenção (Com R$500,00 ao ano sua empresa cobre todos os gastos de hospedagem e eventuais atualizações para um site institucional);

- Sua empresa é vista em todo o mundo, gratuitamente;

- Você pode mostrar ao mercado todos diferenciais de sua empresa, seu portfólio, seus clientes, suas referencias, etc;

- Você pode explicar o funcionamento de seus produtos ou a técnica utilizada em seus serviços, permitindo que seus possíveis clientes tenham uma percepção bem melhor de sua empresa do que se o fizesse, por exemplo, através de uma conversa telefônica;

- Seu website é onde seus clientes ou potenciais clientes encontram as formas de contato com sua empresa.

Colocado isso é importante dizer que não basta apenas ter um website. É necessário ter um website bem feito, com aspecto profissional, e saber usar corretamente as ferramentas web.

Queira ou não queria nós, enquanto consumidores, somos atentos a alguns detalhes que as empresas também deveriam se atentar. Vamos pensar no seguinte exemplo: Você quer viajar para o Exterior, para um destino onde não há muita oferta de pacotes de viagens. Então você procura na Internet e encontra 2 agências de viagens (que vou chamar de A e B) que oferecem o pacote que você deseja. Vamos agora analisar um fictício “cenário web” dessas duas agências:

Cenário 1 => A agência A possui um bom website, com dominio próprio e fáceis formas de contato. A agência B possui um website “amador”, com fontes de diversos tipos e tamanhos, cores de diversos tipos e não tem um telefone de contato, apenas um email. Qual das agências você dará preferência?

Cenário 2 => A agência A possui um bom site, com domínio próprio e fáceis formas de contato. A agência B possui um website cheio de propagandas de terceiros, banners piscando, janelas se abrindo, pop-ups, etc. Qual das agências você dará preferência?

Cenário 3 => A agência A possui um bom site, com domínio próprio e fáceis formas de contato. A agência B possui um site hospedado dentro de um subdomínio e o endereço do site é algo como: www.empresasnaweb.com.br/agenciaB. Qual das agências você dará preferência?

Cenário 4 => A agência A possui um bom site, com domínio próprio e fáceis formas de contato. A agência B possui um site razoável mas 2 das 8 páginas não carregam. Qual das agências você dará preferência?

Cenário 5 => A agência A possui um bom site, com domínio próprio e fáceis formas de contato. A agência B  também possui um bom site, com domínio próprio e fáceis formas de contato. Ao ligar para as agencias ambas lhe pedem para enviar seus dados pessoais por email para que preencham a proposta. A agência A lhe passa o e-mail: contato@agenciaA.com.br. A agência B lhe passa o e-mail: contatoagenciaB@hotmail.com . Qual das agências você dará preferência?

Sua respostas devem ter sidos as mesmas que as minhas. Em todos os casos a agência A teria enorme vantagem, mesmo ainda não conhecendo o preço de seus pacotes. E mesmo que os preços da agência B fossem melhores, você ainda iria pensar muito se não valia a pena fechar com a agência A pois esta lhe parece mais “séria”.

Com esse simples exemplo acabo mostrando a importância de se ter um bom website para sua empresa. E digo mais, se sua empresa ainda não tem um site, reserve um pouco mais de recursos e desenvolva um profissional. Ter um website ruim pode ser pior do que não ter nenhum.

Investimento em publicidade online no Brasil cresce 22,8% no 1º semestre

28 de agosto de 2009

Boa notícia para nós “webmarketeiros”! Segundo o Projeto Inter-Meios, relatório divulgado nesta semana pela editora “Meio & Mensagem”, a internet foi a plataforma de mídia com maior crescimento em faturamento publicitário no primeiro semestre de 2009.

O total do faturamento de mídia no Brasil no 1º semestre foi de R$ 9,67 bi. A mídia online contribuiu com R$ 394,5 mi desse montante. Um crescimento de 22,8% em relação ao período anterior.

O aumento do volume de dinheiro que circula na mídia online reflete o crescimento ainda acentuado do número de internautas brasileiros. Este número atingiu 64,8 milhões em julho, segundo dados do Ibope. Em junho, esse o número era 62,3 milhões de pessoas, o que representa um aumento de 4% no mês.

Ainda segundo o Ibope, do número total de internautas brasileiros, 36,4 milhões de pessoas usaram a internet no trabalho ou em residências, aumento de 10% sobre os 33,2 milhões registrados no mês de junho. O número total de internautas que possuem acesso à internet em casa e no trabalho, simultaneamente, totaliza 44,5 milhões.

Em relação a outras mídias houve aumento na participação do total das verbas publicitárias na TV aberta (+3,9%), TV por assinatura (+4,8%) e rádio (+6,2%). Do outro lado houve queda em jornais (-10%), revistas (-8,7%) e cinema (-5,4). Todos os dados são comparados com o mesmo período do ano passado.

A partir desses dados podemos perceber que cada vez mais a mídia online vem ganhando força no mercado publicitário. Cada vez mais os anunciantes percebem os diferenciais dessa mídia além dela ser muito mais democrática uma vez que permite que todos os portes de anunciantes marquem presença. Impossível imaginar isso na TV aberta, por exemplo. Você já viu anúncios de pequenas empresas na maior TV aberta (Globo) do Brasil? E no maior site do mundo (Google)?

A mídia online possui inúmeras vantagens em relação às outras mídias como alta capacidade de segmentação de mercado e total mensuração de resultados, para ficarmos apenas nos dois principais.

Com isso, não me canso de repetir: Se sua empresa ainda não tem uma estratégia de mídia online, corra pois pode ser que ainda dê tempo. Nunca é tarde para começar.

Os “webmarketeiros” agradecem!

Mídia Online gera retorno melhor que campanhas na TV

26 de agosto de 2009

Dados divulgados ontem pela comScore (consultoria americana de internet) mostram que propagandas online nos EUA geram igual ou mais retorno aos anunciantes que mídia televisa.

A íntegra da pesquisa pode ser lida aqui (em inglês).

A pesquisa foi conduzida através do monitoramento do comportamento de compra de um total de 2 milhões de internautas, que deram a Consultoria permissão para que esta acompanhasse seus hábitos online. Os estudos foram focados em consumidores que também fazem parte de programas de fidelização de grandes redes de supermercados americanas e cujo comportamento de compra foi medido através de equipamentos instalados nos checkouts (caixas) dessas redes. Quando estes participantes iam às compras na rede participante e apresentavam seu cartão fidelidade, essa compra ficava armazenada para fins do estudo.

Durante doze semanas, o grupo foi exposto a campanhas online (banners fixos, banners em flash, rich media) com marcas de diversas categorias de produtos – entres produtos alimentícios e de higiene pessoal.

Durante um período de 3 meses de análises a comScore observou que as campanhas online conseguiram elevar as vendas dos produtos anunciados em 9% em média. Cerca de 80% das marcas anunciadas online tiveram aumento significativo de vendas.

Os resultados foram comparados com um estudo da efetividade da mídia televisa feita pela Information Resources Inc – IRI (instituto americano de pesquisas). Segundo o estuado do IRI feito durante 12 meses, as campanhas de mídia feitas para TV geraram um aumento de 8% nas vendas dos produtos anunciados. Pouco menos que o efeito da web em apenas 3 meses. Além disso apenas 36% dos produtos anunciados tiveram aumento significativo nas vendas.

Essa pesquisa confirma que publicidade online é capaz de construir ou reforçar marcas na web e refletir essa ação no comércio offline. Mostra também que os anunciantes e as agências não podem menosprezar esse enorme meio de comunicação que é a rede mundial de computadores. E para tornar a internet ainda muito mais atrativa sabemos que o custo de uma campanha online é muito inferior ao de uma campanha em televisão.

Essa é uma ótima notícia para a mídia online e para os profissionais, assim como eu, envolvidos com ela.

Crescimento de Vendas das Marcas Anunciantes Comparação entre Mídia Online e Televisiva
Fonte: Information Resources, Inc. and comScore, Inc.

TV (IRI) Internet    (comScore)
Aumento de Vendas

+8% ao longo de 12 meses

+9% ao longo de 3 meses

% de campanhas com crescimento estatístico considerável em vendas

36%

80%