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Resultados espontâneos lideram preferência nos buscadores, aponta pesquisa da WBI

14 de janeiro de 2010
Pesquisa mostra que do total de usuários que acessam buscadores, mais de 75% clicam em resultados espontâneos e 52% vão até a terceira página dos resultados exibidos.
A 6ª edição do “Raio-x do e-commerce. Quem é quem na mente do consumidor”, pesquisa exclusiva realizada anualmente pela WBI Brasil, aponta que 75,93% dos usuários que acessam sites de busca têm preferência pelos resultados espontâneos, enquanto 24,07% clicam nos Links Patrocinados.

Segundo o diretor de Marketing da WBI Brasil, Paulo Kendzerski, apesar do número de acessos ao Link Patrocinado ser menor, a pesquisa sugere uma tendência de aumento no número de cliques nesse tipo de anúncio. Kendzerski destaca que desde o inicio da Internet, o uso dos mecanismos de busca privilegiou os resultados espontâneos, pois as ferramentas concentravam todo seu trabalho nesse tipo de resultado.   “A partir do surgimento e do incremento dos Links Patrocinados, os usuários passaram a contar com mais essa opção. A pesquisa mostra que houve uma evolução na preferência dos cliques no Link Patrocinado, que começou com 7,8% em 2007, atingiu 25,68% em 2008, e agora estabilizou, com 24,07%”, afirma.

Dos usuários que utilizam os mecanismos de buscas como fonte de pesquisa, 20% seguem até a primeira página, 28% vão até a segunda e 52% até a terceira página ou mais. Entre os buscadores, há a preferência pelo Google (95,4%), seguido pelo Bing (2,9%) e Yahoo (1,7%).

Para Kendzerski, a vantagem do Google sobre os outros buscadores apontada pela pesquisa, não significa que as empresas devem descuidar de investir em outros mecanismos de busca com menor audiência. “Figurar bem em outros buscadores é uma excelente estratégia, pois o custo para as empresas em expressões/palavras-chaves é menor, além de garantir a divulgação da marca e a oferta de produtos para um público específico”, assinala.

A 6ª edição do Raio-X do e-commerce coletou 1080 respostas junto aos participantes das edições do Café COM Internet realizadas em 2009 em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Criado em 2001, o Café COM Internet consolida-se a cada ano como um dos principais eventos na área de Marketing Digital do país. Os temas abordados têm o foco voltado à Publicidade Online e contemplam assuntos como campanhas de Links Patrocinados, Search Engine Marketing (SEM), e-Commerce, e-Mail Marketing e Comunicação Integrada. Além de expor esses assuntos, o Café COM Internet também apresenta pesquisas inéditas de mercado e cases de sucesso na Internet.

5 Dicas de SEO para site de varejo

11 de janeiro de 2010

Fonte: Blog Bala na Agulha

Sites online de varejo enfrentam um conjunto único de obstáculos quando se trata de melhorar as vendas através de uma melhor visibilidade dos mecanismos de busca. Descrições dos produtos repetitivos, falta de conteúdo e freqüente rotatividade dos produtos podem ser obstáculos para superar.

Mas com essas dicas específicas para otimização de varejo para mecanismo de busca,  os varejistas on-line podem transformar os desafios em oportunidades e maximizar seu tráfego de busca.

1.  Adicionar novos conteúdos para o site. Muitos sites de varejo online foca na venda de produtos ao invés de informar e proporcionar valor aos clientes e, conseqüentemente, a falta de conteúdo severamente. É uma boa idéia de incluir as páginas de um site de varejo que são puramente baseadas em conteúdo. Não só o conteúdo informativo, otimizado melhorar rankings de busca, ele pode ajudar os varejistas a vender mais produtos por clientes de contrato.

Tente estas idéias para adicionar novos conteúdos para um site de varejo on-line:

- Adicionar histórias de sucesso dos clientes e estudos de caso para o site.

- Crie um blog para fornecer notícias relevantes da indústria, dicas de produtos e ofertas.

- Incorporar uma seção de recursos no site com as white papers e outros conteúdos.

2. Eliminar a cópia. Outra questão em face varejista é que muitos dos seus produtos são muito semelhantes, apenas com ligeiras variações. Como tal, as descrições dos produtos tendem a usar cópia muito semelhante. E se outros varejistas vendem os mesmos produtos, as suas descrições são provavelmente semelhantes também.

Evite ser penalizadas pelos mecanismos de busca para conteúdo duplicado, por escrito, descrições de produtos que são tão originais quanto possível. Destaque mais as características distintivas dos produtos para evitar artigos duplicados. Por fim, assegurar que as palavras-chave não sejam repetidas muitas vezes ao longo descrições. É um erro fácil, considerar que palavras-chave não sejam encontradas no nome ou descrição da maioria, se não em todos os produtos.

3. Desenhe o tráfego para páginas estáticas. Para muitos varejistas on-line, os produtos são freqüentemente adicionados e removidos de seu site, cerca de quantas vezes a cada mês ou a cada semana. Adicionando novo conteúdo de um site fornece benefícios de SEO, mas pode removê-lo rapidamente negar quaisquer vantagens, como leva tempo para motores de busca para indexar o conteúdo.

Para contornar esse obstáculo, extrair o tráfego a mais páginas estáticas, ao invés de páginas dinâmicas. Por exemplo, em vez de focalizar SEO nas páginas de cada produto, o foco em páginas da categoria de produto.

4. Não se esqueça de otimizar os catálogos de produtos em PDF. Para muitos comerciantes, é uma prática comum para oferecer um catálogo de produtos em formato PDF em seu site. Ao dedicar-se à otimização de páginas HTML em um site, é essencial não esquecer o catálogo ou qualquer outro arquivos PDF. Lembre-se estes pontos-chave ao otimizar arquivos PDF:

Crie PDFs com base em texto, em vez de projetá-los em um programa baseado em imagem, para que os mecanismos de busca lêem o texto.

Otimizar como se fosse uma página HTML, incorporando palavras-chave em manchetes, meta descrições, incluindo hiperlinks e texto âncora.

Escreva um tamanho menor do PDF para evitar que os mecanismos de busca – e clientes abandonam o PDF antes de acessar seu conteúdo.

Lembre-se de completar as propriedades do documento, nomeando o título.

5. Otimizar imagens para os mecanismos de busca. SEO não termina com páginas em HTML e PDF. Sites de varejo on-line estão cheios de imagens. Por que não aproveitar essas imagens para obter uma melhor classificação na pesquisa? Incluindo textos e legendas alt otimizados podem contribuir para melhorar os rankings nos mecanismos de busca. Além disso, as imagens encontradas através dos mecanismos de busca têm o potencial para ser partilhada e ligada a toda a web, também contribuindo para uma melhor classificação.

Busca é ferramenta mais usada na internet na América Latina

7 de janeiro de 2010

Fonte: TI Inside

Do total de usuários de internet na América Latina, 70,91% utilizam frequentemente ferramentas de busca para obter informações sobre um produto ou serviço que pretendem comprar, de acordo com estudo da IDC sobre o comportamento dos usuários de tecnologia diante das novas ferramentas de marketing on-line. Segundo o levantamento, essa tendência é ainda mais pronunciada na Argentina, onde o percentual chega a 75,29%, e na Colômbia, 75,31%. “Nos últimos 12 meses, a jovem indústria do Search Engine Marketing mudou muito, como mostram estes números, e continuará a evoluir ainda mais nos próximos anos, tornando-se numa das táticas mais importantes do marketing on-line”, diz Luciana Sario, gerente de marketing da IDC America Latina.

As comunidades on-line, os representantes de vendas e os websites corporativos também aparecem como fontes de informação significativas, ocupando a segunda, terceira e quarta posições, com 36,80%, 33,53% e 32,56%, respectivamente. Argentina e México se sobressaem quanto à utilização das comunidades on-line como fonte de informação, respectivamente com 43,53% e a 40,86%.

Luciana comenta que as mídias sociais permitem aos usuários construir relações de confiança através dos vídeos virais, dos blogs e das comunidades online. Essa mesma confiança, segundo ela, é a que permite que as comunidades se transformem em fonte de informação no momento de comprar um produto, devido ao fato que nestas redes sociais os usuários têm acesso a informação de seus pares, e não das organizações, instituições, companhias ou meios de comunicação.

O terceiro lugar entre as fontes de informação mais utilizadas é ocupado pelos websites das empresas (32,56%) e pelos representantes de vendas (33,53%). Na Argentina e Colômbia, os websites se destacam mais, chegando a 40,74% e 34,12%, respectivamente. “Um das mudanças maior de impacto em marketing B2B [comércio eletrônico entre empresas] durante a última década foi a emergência do website da companhia como o primeiro ponto de contato com seus consumidores e potenciais clientes” afirma Luciana. “Esta foi a base para que o website se tornasse um importante recurso para se obter informação na hora de adquirir um produto ou serviço e como conseqüência, se transformasse numa plataforma extremamente eficiente para integrar e automatizar o processo de geração de leads”, completou.

Segundo ela, a mudança na dinâmica dos consumidores ao adquirir um produto, as novas táticas que o marketing on-line coloca à disposição e o desenvolvimento da web em si demonstram como hoje as possibilidades para chegar aos usuários são muito maiores e mais variadas, oferecendo um novo mix de oportunidades.

Busca refinada chega ao Google Brasil

26 de novembro de 2009

Fonte: InfoAbril

Google Busca Refinada

Sem alarde, os refinamentos da busca do Google chegaram aos usuários brasileiros.

Agora, os internautas podem separar resultados em português por “blogs” e “notícias’, entre outros filtros, como “livros”, “fóruns” e “vídeos”.

Há ainda duas opções de visualização; uma chamada de “roda mágica”, com palavras-chave relacionadas e outra, a “cronograma”, feita por espaço de tempo.

As ferramentas de pesquisa chegam mais de um mês depois da estréia americana. Para usá-las, basta clicar em “Mostrar Opções”, no canto esquerdo da página.

Outra novidade do refinamento é que o usuário pode optar pela classificação por “relevância” ou pela já conhecida “data”.

Em relação à busca refinada vigente no Google.com, a pesquisa do Google Brasil não conta com algumas opções, como “busca relacionada” e “sites de compra”.

Antes da chegada deste recurso, o Google só era capaz de separar os resultados por dia, semana e ano.

Anunciantes tentam aperfeiçoar campanhas online.

26 de outubro de 2009

Fonte: The Wall Street Journal

Grandes anunciantes como Volkswagen, Xerox e a telefônica Sprint Nextel começaram a mudar sua estratégia de comprar anúncios ligados a resultados de busca na internet, numa tentativa de maximizar os gastos com esse tipo de propaganda diante dos orçamentos limitados pela crise.

Entre as novas estratégias estão: modificar o tipo de anúncios de busca comprados, coordenar campanhas geograficamente e fazer promoções em sites de relacionamento. A mudança ocorre ao mesmo tempo em que a propaganda em resultados de busca amadurece e anunciantes percebem que despejar dinheiro no meio nem sempre gera vendas.

“Alguns anos atrás, anúncios de busca eram algo mais moderno. Agora, são comuns”, diz Simon McPhillips, diretor de mídia da Sprint. “Quem se deu bem com eles agora tenta descobrir: ‘Qual será a próxima novidade?’”

No segmento de propaganda em sites de busca, os anunciantes disputam as palavras-chave. Quando uma pessoa faz uma pesquisa com uma dessas palavras, as propagandas aparecem acima ou do lado dos resultados. Onde a propaganda aparece na página depende da oferta vencedora da empresa e de um algoritmo usado pelos sites de busca para determinar a relevância da propaganda em relação a uma busca. Os anunciantes só pagam pela propaganda quando os internautas clicam no anúncio.

Uma das estratégias mais novas é priorizar certas categorias de palavras. A Sprint está comprando os principais anúncios ligados a palavras-chave que as pessoas tendem a buscar quando estão perto de efetuar uma compra, como “planos de tarifas de celular” e produtos específicos, como “Samsung Reclaim”, em vez de termos mais genéricos buscadas no início do processo de pesquisa da compra, como “Sprint”, “AT&T” e “celular”. O preço dos termos mais genéricos tende a ser maior, mas também impulsiona menos as vendas, diz McPhillips.

A Volkswagen está coordenando sua estratégia de marketing em sites de busca com a rede de 600 concessionárias nos EUA, para não concorrer contra si mesma pelos mesmos anúncios, aumentando os preços. A montadora alemã tende a disputar anúncios ligados a termos mais genéricos, como “Jetta”, enquanto uma concessionária de Atlanta disputaria uma frase geograficamente mais relevante, como “Atlanta Jetta”, diz Charlie Taylor, gerente-geral de marketing digital da Volkswagen.

Os anunciantes também começaram a investir mais em sites de relacionamento social. A mudança provavelmente será mais radical por causa de novas pesquisas de firmas como a GroupM Search (uma firma de mídia e de planejamento da holding de publicidade WPP) e a firma de análise de audiência online comScore. Elas mostram que as pessoas expostas a certas campanhas em sites de relacionamento social têm mais probabilidade de procurar e clicar no anúncio ligado a resultados de busca de uma marca.

Numa nova campanha lançada ontem para promover o novo Golf GTI 2010, a Volkswagen criou um jogo de corrida para o iPhone e o iPod Touch, da Apple, em que os jogadores podem ganhar um carro zero e interagir com os concorrentes em sites de relacionamento social. Os jogadores podem mandar mensagens para os concorrentes no Twitter ou publicar vídeos de suas partidas no YouTube.

A Xerox obteve um crescimento substancial no número de buscas relacionadas a sua marca depois de lançar uma promoção em maio, ancorada por um vídeo sobre uma desordem mental fictícia chamada Síndrome de Excesso de Informação. O objetivo era fazer com que as pessoas pensassem na Xerox como uma empresa que pode ajudá-las a administrar melhor as informações e não apenas colaborar com a impressão ou as cópias. O vídeo foi visto mais de 1 milhão de vezes, afirma a Xerox, e a campanha gerou comentários em blogs e sites de relacionamento social. Esses comentários, por sua vez, se traduziram numa expansão de 65% nas buscas relacionadas à marca e ao tema da campanha, segundo a Xerox.

“Todo mundo está expandindo o orçamento para propaganda em busca e tem feito isso há bastante tempo. Sem exceção”, diz Barbara Basney, diretora de publicidade mundial da Xerox. Os sites de relacionamento social “nos deram outra maneira de influenciar a propensão das pessoas a buscar” algo.