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Mais da metade das empresas paulistanas não faz negócios online

30 de novembro de 2009

Fonte: Computerworld

Os negócios pela internet são realidade apenas para 36% das empresas da cidade de São Paulo, o que significa que 64% ainda não estão presentes no ambiente digital. Esta é a principal conclusão de um levantamento inédito realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para mapear o comportamento do comércio atacadista e varejista no e-commerce.

O estudo apresentado nesta quinta-feira (26/11) durante o “Ciclo de Seminários – Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa” promovido pela ACSP, em São Paulo (SP), aponta ainda que 34% das empresas não têm um site próprio.

De acordo com o levantamento, que se baseou em 1.201 entrevistas com empresários, o setor que mais gera negócios pela internet, com 48% de adesão das empresas, é a indústria. Em contrapartida, esse índice cai para 30% entre as companhias de construção civil, que aparecem como as últimas no ranking de utilização da Web. O que representa um contrasenso, se considerados os dados da construtora Tecnisa, a qual projeta que 93% dos seus negócios começam no ambiente digital.

“Entre as principais justificativas para não realizar negócios na internet, as empresas citam falta de tempo, de foco, de equipe e de infraestrutura”, afirma a superintendente de marketing da ACSP e coordenadora do projeto para inclusão de pequenas empresas, Sandra Turchi.  Além disso, ela informa que grande parte não têm necessidade. “Mas isso certamente demonstra falta de conhecimento”, acrescenta Sandra.

Quanto ao potencial da internet, o estudo mostra que entre as empresas que realizam negócios na internet, 38% informam que a Web representa até 10% do faturamento e para outras 17% essa porcentagem sobe para 10% a 30% dos resultados.

Outro dado do levantamento Além disso, 34% das companhias paulistanas não têm site próprio.

Comentário do Blog: A pesquisa só vem reforçar que o mercado de marketing online ainda é extremamente mal explorado no Brasil. Ponto para os que já os exploram e para os profissionais envolvidos que terão muito trabalho por muitos anos.

Marketing digital crescerá 10% em 2010

27 de novembro de 2009

Boas notícias para os que trabalham com webmarketing. Pesquisa realizada pela TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing mostra que em 2010, 84% das empresas brasileiras planejam realizar alguma ação de marketing online, um crescimento de 10% em relação a 2009.

Nas empresas com menor verba de marketing (investimentos de até R$ 1 milhão de reais/ano) a expectativa é que as iniciativas no mundo digital respondam por 50% do orçamento da área. Já nas maiores, com investimentos acima de R$ 10 milhões, a participação deverá alcançar 25%. Esse dado mostra que quem tem menos verba sabe que o retorno do webmarketing é muito superior ao das mídias tradicionais e, dessa forma, priorizam as ações online.

A pesquisa ouviu, em setembro, 430 profissionais de marketing de companhias brasileiras e multinacionais, dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis.

Novo LISTERINE Mini sorteia Mini Cooper – Bom exemplo de Webmarketing

25 de novembro de 2009

A Johnson & Johnson está utilizando a Internet para o lançamento de seu enxaguatório bucal em um novo formato, mais compacto, chamado de LISTERINE Mini. Para dar mais força ao lançamento, desde o dia 23 de novembro, foi lançada uma promoção para concorrer a um Mini Cooper, através da web.

Para essa campanha de lançamento, a agência Mídia Digital desenvolveu uma plataforma de divulgação que utiliza os meios eletrônicos para promover a interação do público com o produto. A estratégia é focada nas ferramentas digitais em formatos diferenciados (DHTML) no Yahoo!, intervenções, ações de buzz marketing, peças displays e social media.

A mídia online selecionada prioriza sites que remetam a conceitos como bom humor, irreverência e diversão, a exemplo de blogs como Chongas, Irmãos Brain, Bobagento e Dr. Pepper.

Trata-se de um bom exemplo de webmarketing para o lançamento de um produto, afinal atinge exatamente o público desejado passando uma imagem de inovação. Que outras empresas sigam o exemplo.

Para participar da promoção basta se inscrever no site www.vademinilisterine.com.br

Boa sorte!

Internet é a segunda mídia com mais credibilidade

12 de novembro de 2009

Fonte: AdNews

Os sites são o segundo veículo com mais credibilidade. Eles também são a segunda principal fonte de informação do Brasil. As informações são da pesquisa de mídia encomendada pelo Grupo Máquina ao Instituto Vox Populi.

O crescimento da preferência da internet entre os entrevistados mostrou a importância da mídia, que atualmente passa por uma discussão sobre a cobrança do conteúdo online da publicações. O assunto é discutido na Carta de Hamburgo, que trata dos direitos autorais na internet.

Jornais e revistas perderam mercado e o rádio obteve a melhor média entre os conceitos de avaliação de credibilidade, em uma escala de 1 a 10, com 8,21. Em seguinda está a internet com 8,20, TV com 8,12, jornal com 7,99, revista com 7,79 e redes sociais com 7,74.

A principal fonte de informação do país ainda é a TV que possui 55,9% de preferência. A internet está em segundo lugar com 20,4%. Depois aparecem: jornal impresso (10,5%), rádio (7,8%), redes sociais (2,7%), versão online de jornais impressos (1,8%), revista impressa (0,8%) e versão online de revistas (0,1%).

Entre 25 de agosto e 9 de setembro, a pesquisa conversou com 2.500 pessoas, maiores de 16 anos, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvados. O estudo quer entender como o brasileiro se informa atualmente e qual é seu comportamento na frequência do consumo de mídia.

O estudo também perguntou quais são as fontes mais acessadas no dia-a-dia e a televisão ficou em primeiro,  99,3% afirmou que assiste TV. Completam o ranking: rádio (83,5%), jornal impresso (69,4%), internet – sites de notícias e blogs de jornalistas (52,8%), revista impressa (51,1), redes sociais (42,7%), versão online de jornais impressos (37,4%) e versão online de revistas (22,8%).

Outra questão foi a frequência de utilização dos meios de comunicação, que também foi vencida pela TV. 88,6% disseram que assistem Tv todos os dias; 3,1% apenas de segunda a sexta-feira; 2,5% apenas nos finais de semana; 5,1% sem frequência definida e 0,7% não se informa pelo meio.

Os sites são vistos diariamente por 30,9%; durante a semana por 3,8%; nos fins de semana por 4,1%; sem frequência definida por 14% e 47,2% não se informa pelo meio.

Nesta ordem, o rádio representa: 59,5%; 5,1%; 4,6%; 14,2% e 16,5%. Jornais impressos: 28,5%; 7%;10,8%; 23% e 30,6%. Redes sociais: 24,9%; 3,4%; 3,9%; 10,5% e 57%. Jornais online: 16,7%; 5,3%; 3,2%; 12,1% e 62,3%. Revistas: 10,4%; 8%; 7,5%; 25,1% e 48,9%. Sites das revistas: 7,5%; 3,6%; 2,2%; 9,4% e 77,2%.

Investimentos em publicidade online crescerão dois dígitos em 2009, diz consultoria

9 de novembro de 2009

Fonte: IG

Crescimento de dois dígitos. É dessa maneira que a e-Marketer definiu as perspectivas dos investimentos em publicidade online no país, em 2009. A consultoria americana compilou dezenas de pesquisas de fontes variadas sobre os negócios na internet brasileira e as reuniu no relatório Brazil Online, divulgado recentemente.

Segundo o relatório, os anunciantes seguem os consumidores online. Assim, as estimativas dos investimentos em anúncios na internet para este ano vão de US$ 382,5 milhões, segundo o GrupoM, a US$ 537 milhões, de acordo com o projeto Inter-Meios. O crescimento sobre o ano anterior é de 15% e 30%, respectivamente.

As principais tendências a serem seguidas pelos anunciantes envolvem redes sociais e telefonia móvel. “O Brasil é líder mundial em uso de mídias sociais”, diz o relatório. “Os usuários brasileiros passaram 6,3 horas em média, em maio, em redes sociais, quase o dobro da média mundial, de 3,7 horas.” É uma oportunidade única para as empresas que querem falar com os jovens.

“Algumas marcas já tem lançamentos feitos exclusivamente por meio da internet”, diz Pedro Waengertner, professor do curso de varejo e-commerce da ESPM. “À medida que a internet se massifica e as redes sociais crescem, é essencial falar com esse consumidor.”

Outra vertente para os investimentos são os anúncios para internet em celulares. Segundo a eMarketer, assinantes de telefones móveis são engajados com conteúdo e com marketing. A estimativa da consultoria PricewaterhouseCoopers é que os anúncios online para celulares atinjam US$ 24 milhões no Brasil, este ano.

Apesar de 60% da verba publicitária gasta no país ainda ser destinada à TV, tem crescido o número de usuários que assiste à programação das emissoras pela internet. “A TV por assinatura tem preços abusivos, muito além da capacidade de pagamento das classes C e D”, afirma Celso Kassab, sócio da área de consultoria empresarial da Deloitte. “Como com a penetração da banda larga está crescendo, aumenta também o número de pessoas que, quando perde um jogo de futebol ou o noticiário, vai buscar na internet exatamente o que procura.”