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Empresas passam a usar redes sociais de forma estratégica.

28 de outubro de 2009

Fonte: Computerworld

O poder das redes sociais começa a ser enxergado pelas  empresas de tecnologia da informação (TI). Embora de forma tímida e cautelosa, muitas entenderam que esse é um poderoso canal de comunicação com funcionários, clientes e consumidores.

Para se ter um ideia do tamanho de seu alcance, só o  Facebook, maior comunidade de relacionamento online do mundo, chegou a 300 milhões de usuários, dobrando de tamanho no Brasil nos últimos cinco meses, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online, ao alcançar a marca de 5,3 milhões de integrantes.

Nos Estados Unidos, as redes sociais entraram definitivamente no circuito das companhias. Estudo da consultoria Deloitte no país apontou que 30% dos executivos ouvidos as consideram parte da estratégia de suas companhias. Para 29% das organizações, as redes sociais são usadas como ferramenta de construção de marca.

Por aqui, a realidade ainda mostra-se um tanto quanto diferente. “Encontramos empresas que têm políticas restritivas quanto ao uso do Twitter ou do Facebook, por exemplo”, diz Waldir Arevolo, consultor sênior da TGT Consult.

“A maioria acredita que as redes sociais contribuem para a queda de produtividade dos funcionários”. Na sua opinião, essa é uma percepção equivocada. “A grande sacada é transformá-las em importantes ações de marketing e vendas”, diz.

Desde 2005, a Intel resolveu apostar em mídias sociais, segundo Cassio Tietê, diretor de marketing da companhia. Mas a estratégia de maior repercussão no mercado foi a criação do espaço Blog Brasil Digital, dois anos depois.

Lá gerentes da subsidiária brasileira compartilham com o público, por meio de artigos, opiniões e ideias sobre diversos assuntos ligados à tecnologia como computação sem fio, desafios e oportunidades de TI no Brasil.

Outra frente que ganhou fôlego são as ações com o Yahoo Answers, canal que permite aos usuários do processador Intel tirar suas dúvidas. Lançado este ano, ele reforça a campanha de divulgação da marca e dos produtos da fabricante. “Também entramos no Twitter com informações institucionais e iniciativas envolvendo blogueiros”, afirma Tietê.

Em outubro,a Intel distribuiu 200 camisetas  “geek” exclusivas no Twitter para seus seguidores. Sorteados por representantes da empresa e cinco blogueiros, a ação teve o objetivo de se comunicar com a audiência, além de aproximar a Intel dos blogueiros que influenciam os consumidores na tomada de decisão.

Quem também enxergou longe a possibilidade de ganhar dinheiro com as redes sociais foi a fabricante de computadores Dell. Graças ao Twitter @DellOutlet, a empresa afirma ter faturado cerca de 3 milhões de dólares com vendas de PCs e notebooks.

A empresa explicou em seu blog que as vendas diretas a partir das mensagens postadas “já ultrapassaram os 2 milhões de dólares e as mensagens enviadas pela rede social também estão despertando interesse em outros produtos da empresa”.

A conta @DellOutlet é a versão no microblog da loja Dell Outlet, que vende computadores recondicionados por preços mais baixos. Como o estoque desse canal é variável, o Twitter faz bem o papel de avisar aos seguidores sobre novidades, promoções e até para dar cupons de desconto virtuais.

Publicidade online ultrapassa a mídia em TV na Grã-Bretanha

2 de outubro de 2009

Pesquisa realizada em conjunto pelas consultorias PricewaterhouseCoopers e Internet Advertising Bureau divulgada quarta-feira mostra que os gastos com publicidade na internet ultrapassaram pela primeira vez os gastos com propagandas em televisão na Grã-Bretanha.

O estudo diz que os gastos com publicidade online cresceram 4,6% na Grã-Bretanha no primeiro semestre de 2009. Em contrapartida os gastos com propaganda de TV caíram 16,1% no mesmo período. O total de gastos com mídia online chegou a 1,752 bilhão de libras (cerca de R$ 5 bilhões), enquanto os gastos com propagandas na TV caíram para 1,639 bilhão de libras (R$ 4,7 bilhões).

Os gastos totais com publicidade online e offline caíram 16% em comparação ao mesmo período em 2008, segundo o estudo.

A pesquisa considerou como publicidade online campanhas por e-mail (e-mail marketing), classificados na internet, banners em websites e marketing em sistemas de busca (SEM).

Pelo estudo as empresas de tecnologia são os principais anunciantes na web britânica, com cerca de 19% do mercado, seguidas por companhias de telecomunicação, pelo setor financeiro, por empresas de entretenimento e pelo setor de mídia.

A tendência de crescimento da mídia online em relação a mídia offline já havia sido observada anteriormente em estudos feitos nos EUA e agora aparece também na Grã-Bretanha. Sem dúvida é uma tendência irreversível.

E viva o webmarketing!

Vale à pena anunciar no Orkut?

29 de setembro de 2009

logo orkut

Tenho recebido vários contatos de empresas que querem entender se é interessante fazer uma campanha de webmarketing no Orkut. Há algum tempo atrás o Orkut (que pertence ao Google) passou a exibir anúncios e isso fez com que muitos anunciantes começassem a olhar para a rede com mais atenção.  A exibição de anúncios foi a forma (óbvia) que o Google encontrou para rentabilizar o site, que no Brasil é um enorme sucesso apesar de no resto do mundo (exceção feita a alguns países como Paraguai, Estônia e Catar) não ter vingado – nos EUA inclusive o Orkut é visto como o “Patinho Feio” do Google.

Para responder a pergunta do título vamos a alguns dados:

- O Orkut é o 2º site mais acessado do Brasil, atrás apenas do Google.

- O Orkut tem mais de 22 milhões de usuários, ou 75% da população online do Brasil. (Claro que existem muitos perfis falsos, duplicados, perfis comerciais, etc, mas mesmo tirando tudo isso é um número extremamente respeitável).

- O Orkut tem mais de 28 bilhões (isso mesmo, bilhões) de page-views mês.

- Um usuário visita o Orkut em média 23 vezes ao mês e gasta 18 minutos nessa visita.

Pois bem, com todos esses dados me parece claro que o Orkut pode ser uma ótima ferramenta de mídia online. Além disso anunciar no Orkut tem uma outra característica “matadora” em relação à outros tipos de mídia: Você pode segmentar seu anúncio demograficamente exatamente para o público-alvo desejado. Vamos supor que sua empresa venda pacotes de viagem para formatura e quer aparecer apenas para jovens de 20 a 25 anos que morem em São Paulo. É possível. Vamos supor que sua empresa venda cursos de inglês para executivos e quer aparecer apenas para homens de 30 a 45 anos que morem no Rio de Janeiro. É possível.

Além da segmentação demográfica os anúncios podem ser segmentados pelo interesse do internauta que está “orkutando”. Vamos pegar o exemplo da empresa que vende pacotes de viagem para formatura. Ela pode anunciar nas comunidades de todas as faculdades/universidades, nas comunidades de viagens, em comunidades específicas como “Eu sou da comissão de formatura” – sim, existe a comunidade. E tudo mais que sua imaginação “marketeira” possa imaginar.

O Orkut me parece, assim, uma excelente ferramenta de mídia online. Uma evolução da mídia de massa para uma mídia de massa segmentada, se é que posso criar esse termo. Se sua empresa vende livros de gerenciamento de pessoas, ao invés de você anunciar no jornal “Valor Econômico” – que na teoria atinge seu público-alvo – você pode anunciar nas comunidades relacionadas a RH no Orkut, que possuem milhares e milhares de participantes. É a tal “massa segmentada”.

Olhando o outro lado da moeda, acredito que a mídia no Orkut não tenha o mesmo retorno que uma campanha de marketing de busca. Marketing de busca pega o cliente que está procurando sobre um determinado assunto. Mídia no Orkut atinge exatamente seu público-alvo mas não quer dizer que este está disposto a comprar seu produto. De qualquer forma é muito mais interessante que uma campanha simples de “Rede de Conteúdo Google” onde seu anúncio aparece em diversos blogs desde que estes citem suas palavras-chaves, mas não há qualquer segmentação de público. E muito mais interessante que anunciar em mídias offline que apesar de mostraram um perfil de seu leitor ou telespectador, faz com que os anúncios acabem atingindo uma enorme massa de pessoas que não são o público de seu produto.

Para dar uma resposta objetiva à pergunta inicial eu diria que Sim, a primeira vista vale à pena anunciar no Orkut. Mas diria também que, assim como em qualquer campanha online, a campanha precisa ser muito bem feita, muito segmentada e ser realmente atrativa. Por trás disso é fundamental ter um ótimo controle de retorno. E como sempre, faça muitos testes. Só assim você mesmo saberá responder a pergunta.

Eu já comecei a testar e obter minhas próprias respostas. E você?

Sua empresa se preocupa com o Pós-Clique?

11 de setembro de 2009

Muitas empresas que atuam no marketing digital direcionam quase todo seu investimento para garantir que sua marca terá uma boa exposição na web e que seus anúncios terão um alto volume de cliques. O problema é que pouquíssimas empresas se preocupam com uma fase tão, ou até mais, importante que o clique – o Pós-clique.  O pós-clique é tudo o que ocorre após o cliente clicar em seu anúncio, envolvendo o visual de seu website, as formas de contato com sua empresa, a facilidade em achar o que o se procura, a facilidade de compra (para e-commerce). Fazendo uma analogia com um shopping center de nada adianta o cliente entrar em sua loja se dentro dela a experiência que ele terá não é a adequada.

Vamos analisar algumas das etapas do pós-clique e o que sua empresa deve fazer para maximizar o retorno das campanhas.

1 – A 1a impressão é a que fica:

Provavelmente já aconteceu com você de ver um anúncio na web, seja um banner, um email marketing ou um link patrocinado, clicá-lo com uma alta expectativa e ao chegar ao site se decepcionar. Um site pobre, bagunçado, confuso, pouco objetivo, às vezes até com erros de português. Isso não pode ocorrer de jeito nenhum. Garanta que seu website (ou hotsite no caso de uma campanha específica) tenha uma comunicação clara, objetiva, direta. Garanta que o internauta vai achar o que precisa logo na página inicial ou, na pior das hipóteses, em no máximo 2 cliques. Tenha certeza que seu site é amigável a quem o  está visitando. Se a 1ª impressão do usuário com seu site não for adequada, provavelmente ele irá clicar no botão “voltar”, procurar outra empresa, e todo seu esforço de webmarketing irá por água abaixo.

2 – Um bom website nem sempre é o mais bonito:

Esse é um ponto importante. Se sua empresa tem um website com finalidade comercial ele precisa ser vendedor e objetivo. E vendedor nem sempre quer dizer bonito. Claro que o ideal é unir as duas coisas mas se não for possível opte sempre pela característica vendedora. Mas quero ressaltar uma coisa: Não é porque seu site precisa ser vendedor que ele pode ser confuso, feio, pouco objetivo, bagunçado (não se esqueça da dica 1 acima). O que eu digo aqui é que um site vendedor não necessariamente precisa ter recursos avançados de mídia, uma infinidade de arquivos em flash, diversos simuladores online, etc. Um site vendedor é objetivo e informa ao internauta exatamente o que ele procura.

3 – Simplifique as coisas:

Em seu website, ao invés de longos parágrafos, com textos cansativos, opte por “bullet points” com seus diferenciais, suas vantagens, as características de seu produto. Use imagens que transmitam sua mensagem de forma visual. Ao invés de uma infinidade de menus e sub-menus coloque atalhos nas páginas que permitam acesso rápido para qualquer lugar do site. Coloque os telefones de contato em todas as páginas, de forma visível. Não exija que o internauta clique numa página de “contato” para falar com sua empresa. Em resumo, permita que o internauta decida rapidamente se sua empresa é o que ele procura ou não.

4 – Transmita confiança:

Mostre quem é sua empresa, de forma objetiva. Coloque quem são seus parceiros de negócios. Mostre (se possível) quem são seus principais clientes. Testemunhos de clientes também são bem vindos. Se sua empresa for um e-commerce tenha um telefone de contato no site. Não que o internauta vá ligar para comprar por telefone mas um número de contato passa a tranqüilidade que se algo der errado ele tem a quem recorrer. Outro ponto que passa confiança é ter selos de reconhecimentos em seu site como “Empresa afiliada a Associação Comercial de São Paulo” ou “Empresa Ouro E-Bit”, por exemplo.

5 – Tenha um forte “Call to Action”:

“Call to Action” é um termo de marketing que não possui um significado exato em português mas diria que é o convite para que o internauta faça a ação que você deseja. São termos como “Compre já”, “Peça agora!”, “Ligue já!”. Seu website necessita ter essas chamadas para que o internauta se sinta atraído a lhe contatar. Se seu site tem um botão de “Peça agora” ou “Solicite mais informações” garanta que ele está visível a partir de qualquer página do site e que ao clicar o usuário saiba exatamente o que fazer.

6 – Tenha um bom Serviço de Atendimento:

Outro ponto que muitas empresas pecam. Se sua empresa está na web o telefone de contato pode tocar a qualquer hora. Se seu atendimento é apenas em horário comercial deixe isso claro e informe uma forma de contato alternativa como e-mail ou formulário. Durante o horário de atendimento garanta que os telefones vão ser atendidos rapidamente e que quem os atender vai saber explicar as possíveis dúvidas de quem liga. Um dos maiores erros de campanhas online é que as empresas não se preparam para o atendimento, o telefone começa a tocar insistentemente, quem atende não sabe o que falar, o cliente fica insatisfeito, as vendas não ocorrem e a verba publicitária é desperdiçada. Para atendimento via e-mail a lógica é a mesma. Garanta que os e-mails sejam respondidos rapidamente e com as informações necessárias.

7 – Tenha diversas formas de pagamento:

Se sua empresa é um e-commerce garanta que o internauta terá o máximo de opções de pagamento possível. Não adianta aceitar apenas pagamento por boleto se a maioria dos internautas compra com cartão. Não adianta aceitar apenas um cartão se o mercado de cartões de crédito é dividido. Ofereça possibilidade de parcelamento de pagamento. Se seu público for Classe B e C o parcelamento será o maior meio de pagamento que sua loja terá.

8 – Cumpra o que promete:

O internauta é um consumidor mais exigente que qualquer outro. Não importa se sua empresa vende online ou apenas recebe os contatos via web e a venda é offline. Garanta que o que será entregue ao cliente é o que ele realmente solicitou, no prazo combinado. A internet é um ótimo canal para divulgar sua empresa mas também pode ser um ótimo lugar para acabar com sua reputação. O consumidor insatisfeito na internet posta sua insatisfação em blog, comunidades sociais, fóruns de discussão, etc. E a imagem de sua empresa vai embora.

9 – Teste, teste e teste:

Por fim repito o que digo todas às vezes que falo sobre campanhas online. O webmarketing é fantástico pois permite testar o que quiser e ajustar o rumo da campanha  rapidamente. Teste o conteúdo de sua página principal. Teste as formas de pagamento. Teste o público-alvo de suas campanhas. Teste as formas de contato do cliente com sua empresa. Teste o preço de seu produto (quem disse que na web não se pode vender mais caro?). Teste, teste, teste. E quando você achar que chegou a formula vencedora continue testando pois sempre há algo que pode ser melhorado.

Bons negócios a todos!

Os 50 melhores Websites de 2009 (segundo a revista TIME)

10 de setembro de 2009

Matéria da revista americana TIME elegeu os 50 melhores Websites de 2009 (matéria completa em inglês). A grande maioria são sites americanos e de redes sociais. Dentre os 50 existe coisas bem interessantes que eu desconhecia. Sugiro uma visita a todos. Vamos a lista e uma breve análise dos TOP 10:

  1. Flickr =>  O Flickr é um site hospedagem e partilha de imagens fotográficas também caracterizado como rede social. O Flickr permite a seus usuários criarem álbuns para armazenamento de suas fotos e entrarem em contato com fotógrafos variados e de diferentes locais do mundo. No começo de 2005 o site foi adquirido pela Yahoo! Inc. O site (ainda) não explora publicidade. O usuário pode se registrar gratuitamente ou usar uma conta Pro que oferece diversos recursos exclusivos e custa R$ 45,90 / ano.Site_Flickr
  2. California Coastline => Esse é um site que não mostra nada além do que imagens aéreas da costa californiana. Ok, é interessante mas não acho que mereça estar na 2ª posição. Os americanos foram “patriotas” aqui.
  3. Delicious => Site que oferece um serviço on-line que permite que o internauta adicione e pesquise bookmarks sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que quiser na web é também uma ferramenta para arquivar e catalogar sites preferidos para acessá-los de qualquer lugar.
  4. Metafilter => Outro site cujo propósito é compartilhar links e discussões com outros internautas. Cobra uma taxa de US$ 5,00 para se criar uma conta. Essa cobrança acabou transformando o site em uma referência pois acaba “filtrando” o conteúdo (não há postagens bobas, de assuntos irrelevantes) e exibindo assuntos de qualidade.
  5. Popurls => Podemos dizer que é um “agregador de agregadores”. É um site bem interessante que vale a pena conhecer. Nele você encontra novidades do Twitter, Digg, Delicious, etc, além de notícias de atualidades, tecnologia, esportes, etc. O site vende espaços publicitários e tem uma loja para fãs que vende produtos personalizados.Site_Popurls
  6. Twitter => Esse já é famoso aqui no Brasil. O Twitter é uma rede social de microblogs que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como “tweets”), através da própria Web, ou via SMS e softwares específicos instalados em dispositivos portáteis. As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Muita gente já o utiliza com fins comerciais.
  7. Skype => Outro já famoso. O Skype é uma empresa de comunicação via Internet, que permite chamadas de voz e vídeo grátis entre os usuários do software. Está disponível em 27 idiomas e é usado em quase todos os países. Gera renda através de serviços que permitem comunicação com telefones fixos e celulares através da compra de créditos. As tarifas são muito inferiores às operadoras de telefonia convencionais.
  8. Boing Boing => Esse eu não conhecia mas não achei nada de mais. Mais um agregador de notícias, dicas interessantes, posts, etc. Explora espaços publicitários.
  9. Academic Earth => Altamente recomendável. Deveria estar entre os 3 primeiros. Oferece video-aulas e cursos grátis de universidades como Berkeley, UCLA, Harvard, MIT, Princeton e Stanford. Ou seja, toda a elite educacional americana. E repito, tudo grátis.Site_Academic_Earth
  10. OpenTable => Sistema online de reserva de restaurantes. Atende mais de 11.000 restaurantes (a grande maioria nos EUA). O sistema de reserva é similar ao de compra de passagem aérea. Você diz onde, quando e o que quer comer e recebe todas as possibilidades. Um serviço que parece muito bom. Pena que não está no Brasil.
  11. Google
  12. YouTube
  13. Wolfram|Alpha
  14. Hulu
  15. Vimeo
  16. Fora TV
  17. Craiglook
  18. Shop Goodwill
  19. Amazon
  20. Kayak
  21. Netflix
  22. Etsy
  23. PropertyShark.com
  24. Redfin
  25. Wikipedia
  26. Internet Archive
  27. Kiva
  28. ConsumerSearch
  29. Metacritic
  30. Pollster
  31. Facebook
  32. Pandora
  33. Musicovery
  34. Spotify
  35. Supercook
  36. Yelp
  37. Visuwords
  38. CouchSurfing
  39. BabyNameWizard.com’s NameVoyager
  40. Mint
  41. TripIt
  42. Aardvark
  43. drop.io
  44. Issuu
  45. Photosynth
  46. OMGPOP
  47. WorldWideTelescope
  48. Fonolo
  49. Get High Now
  50. Know Your Meme